Encerramento do Mês da Mulher homenageia cantoras da MPB
O projeto exibe o trabalho de mulheres da música no Vale do Paraíba desde 2021 – Foto: Divulgação.
O Mês da Mulher teve uma programação recheada de filmes, espetáculos teatrais e musicais e exposições. E, para o show de encerramento, o Cena de Mulher fará uma homenagem às grandes cantoras da música popular brasileira.
O show acontece nesta sexta-feira (28), às 20h, no Palco do Arquivo, que fica no Parque da Cidade (Avenida Olivo Gomes, 100, Santana). A atração é totalmente gratuita, sem necessidade de ingresso.
A edição especial Elas São o Brasil apresenta músicas de Maria Rita, Elis Regina, Gal Costa, Maria Bethânia, Clara Nunes, Dona Ivone Lara, Luedji Luna, Manu da Cuíca, Cássia Eller, Elba Ramalho, Rita Lee, Vanessa da Mata, Ivete Sangalo, Iza, Marisa Monte, Alcione e Beth Carvalho.
O Cena de Mulher exibe o trabalho de mulheres da música no Vale do Paraíba desde 2021, com a participação de mais de 80 artistas. “A partir do encontro e incentivo promovido pelo projeto, surgiram novas bandas femininas, ainda tímidas e com pouco material profissional, mas que já estão movimentando a cena musical da região”, afirmou a curadora Cinthia Jardim.
Elas São o Brasil
Vocal
-
Andressa Neiva | Bianca Satti | Jana Dioli | Marcela Santos | Maysa Ohashi
Banda
-
Helena Xavier (direção musical e teclado)
-
Amanda Costa (baixo e violão)
-
Carol Costa (guitarra)
-
Ana Clara Soares (saxofone e percussão)
-
Ana Teresa Faria (bateria)
Curadoria
-
Cinthia Jardim
Museu lança o 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore
Novo livro, As Receitas que Contam Histórias, foi produzido pela equipe do Museu do Folclore – Foto: Divulgação.
Por trás de uma boa receita culinária sempre há uma boa história. Esta afirmação pode ser comprovada nas muitas receitas e histórias registradas no 30° volume da Coleção Cadernos de Folclore, do Museu do Folclore de São José dos Campos, que será lançado neste domingo (30), às 14h, durante uma edição especial do Museu Vivo.
A obra ganhou o nome de As Receitas que Contam Histórias, e o lançamento deverá contar com a presença de praticamente todos os 26 protagonistas (detentores da cultura popular): Adélia Alexandre dos Santos Cunha, Andréa Aparecida, Laudeni de Souza, Sofia de Faria Ramos e Saturnino de Barros Silva, entre outros.
A edição especial do Museu Vivo reunirá, de uma só vez, 11 representantes da cultura popular regional na área da culinária. Serão 11 receitas sendo compartilhadas com o público, numa vivência inusitada do programa (confira abaixo). O encontro contará ainda com a presença do grupo de viola Saudade da Minha Terra.
Autoras e receitas
-
Adélia Alexandre Cunha (doce de abóbora)
-
Andréa Aparecida Martins dos Santos (bolo de banana)
-
Damiana Francisco (bolinho caipira)
-
Elenice Santos da Costa (farofa de banana)
-
Joana Cavalcante Rocha (canjica)
-
Marise Cristina Batista (bolo de fubá)
-
Rosemary Laranjeira David (bolinho de chuva)
-
Silvia Caetano Silva (bolo de coco)
-
Sofia de Faria Ramos (cuscuz)
-
Solange Cristina Moreira (rosquinha)
-
Vera Lúcia de Souza (doce de banana)
Produção do livro
O livro foi produzido pela própria equipe do Museu do Folclore, com criação e organização de Camila Inês e ilustrações de Marcela Souza. A concepção, pesquisa, textos, curadoria e revisão envolveram as profissionais Maira Domingues, Silvia Maria Souza, Janice Aboim, Mariana Boujadi, José Eduardo Ribeiro e Janaina Araújo.
A publicação traz na apresentação que “as receitas que contam histórias são aquelas que vão além dos ingredientes e modos de fazer, são as que têm sabor de lembrança, as que criam elos no tempo, que conectam pessoas, que perduram e se perpetuam por meio de cada novo preparo”.
Esta não é a primeira vez que a culinária ganha destaque numa edição da Coleção Cadernos de Folclore e sua produção se inspirou nas muitas receitas realizadas nestes anos todos de Museu Vivo. O tema já foi abordado no 18º volume (2008), no 22º (2012) e 23º (2013).
Distribuição
Assim como já aconteceu anteriormente, o atual volume será distribuído gratuitamente durante o lançamento e, posteriormente, poderá ser retirado pessoalmente na biblioteca do museu. O livro também ficará disponível para leitura online, em formato e-book e PDF.
A Coleção Cadernos de Folclore é uma realização conjunta da Prefeitura de São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular) e Museu do Folclore. O lançamento deste 30º volume tem apoio do Mercadinho Piratininga.
Gestão
A gestão do Museu do Folclore é feita pelo CECP, organização da sociedade civil sem fins lucrativos. O espaço está localizado no Parque da Cidade, em Santana, onde funciona desde 1997.
Museu do Folclore
-
Avenida Olivo Gomes, 100, Santana
-
3924-7318 ou 3924-7354
www.museudofolclore.org
Fundação Cultural divulga os habilitados para o Revelando SP
Propostas foram inscritas em 3 categorias: culinária, artesanato e manifestações artístico-culturais – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo publicou nesta terça-feira (25) o resultado das propostas habilitadas para o Revelando SP 2025, que é promovido pelo Governo do Estado e será realizado no Parque da Cidade entre os dias 24 e 27 de julho. O documento inclui os 16 habilitados, os quatro suplentes e os inabilitados.
Os interessados tinham a possibilidade de inscrever propostas em três categorias: culinária, artesanato e manifestações artístico-culturais. A lista da Fundação Cultural será encaminhada à APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte), que organiza o festival e fará a seleção final dos participantes, que serão anunciados no dia 25 de abril.
Assim como em 2024, o Revelando SP passará por cinco cidades neste ano, sempre com entrada gratuita. Com investimento que ultrapassa R$ 12 milhões, a expectativa é que o programa contemple mais de 150 municípios e atraia cerca de 230 mil pessoas nesta temporada.
Evento
Maior festival de economia criativa e cultura tradicional do estado, o Revelando SP tem como propósito valorizar o patrimônio imaterial paulista. Com mais de 60 edições realizadas ao longo de quase três décadas, é uma festa gratuita que reúne a pluralidade da culinária tradicional, o artesanato, a música e as diversas manifestações da cultura popular regional.
O encontro destaca os talentos locais, promovendo suas obras e facilitando a conexão com o público e investidores, além de promover a troca de experiências, a articulação entre comunidades, o intercâmbio de saberes e fazeres e a geração de renda.
Semana do Teatro terá atrações gratuitas da comédia ao drama
A peça Panqueca Solamente abre as apresentações no Centro de Estudos Teatrais – Foto: Divulgação.
Começa na quinta-feira (27) a tradicional Semana do Teatro de São José dos Campos, promovida pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Neste ano, são sete apresentações e duas oficinas relacionadas ao corpo, os movimentos e as emoções.
Realizado em março, o evento é uma homenagem ao Dia Mundial do Teatro, celebrado em 27 de março. Três espaços da Fundação Cultural Cassiano Ricardo serão o palco das atrações gratuitas, que vão da comédia ao drama.
A Casa de Cultura Eugênia da Silva e a Arena do Parque da Cidade vão receber uma atração, respectivamente na sexta-feira (28), às 9h e às 14h, e no domingo (30), às 15h.
Evento
A Semana do Teatro reúne apresentações de diversos espetáculos, além de outras atividades, com uma diversidade de gêneros na programação. A mostra é realizada em diferentes locais da cidade e conta com atrações para crianças e adultos.
O evento tem o objetivo de fortalecer os vínculos, estimular o debate e a reflexão entre os diversos artistas da região e contribuir com a formação de plateias.
Programação
Apresentações
-
Quinta-feira (27)
20h – Panqueca Solamente
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 12 anos
-
Sexta-feira (28)
9h e 14h – Universo Bambolê
Casa de Cultura Eugênia da Silva
Recomendação etária: livre
20h – No Palco com Lélia Abramo
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 12 anos
-
Sábado (29)
19h – O Corpo da Mulher como Campo de Batalha
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 14 anos
21h – A Caravana dos Pássaros Errantes
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 14 anos
-
Domingo (30)
15h – Números Circenses
Arena do Parque da Cidade
Recomendação etária: Livre
20h – Rio João
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 14 anos
Oficinas
-
Sábado (29)
14h – O Jogo das Emoções: Vivências Teatrais de Auto Percepção
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 18 anos
-
Domingo (30)
14h às 18h – Corpo & Voz com Cia Paulicea de Teatro
CET (Centro de Estudos Teatrais)
Recomendação etária: 14 anos
Endereços
CET (Centro de Estudos Teatrais)
-
Avenida Olivo Gomes, 100, Santana
Casa de Cultura Eugênia da Silva
-
Rua dos Carteiros, 110, Novo Horizonte
Arena do Parque da Cidade
Homenagem a Amy Winehouse abre o Jazz no Galpão deste ano
O espetáculo celebra a vida e a música da cantora britânica, que morreu em 2011 – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
Na primeira edição em 2025 do Jazz no Galpão, o Palco do Arquivo, no Parque da Cidade, recebe na quinta-feira (27), às 20h, o show Vozes do Soul: Uma Homenagem a Amy Winehouse. A classificação indicativa é livre
A entrada é gratuita, sem necessidade de reservar ingressos. Basta chegar e curtir o espetáculo, na voz de Fernanda Souza, que celebra a vida e a música da cantora britânica Amy Winehouse, falecida em 2011, aos 27 anos.
A apresentação recria a genialidade da artista nos palcos, emocionando a plateia com interpretações autênticas e elementos visuais que contam a história dela. Amy era conhecida pela voz marcante e a mistura de gêneros como jazz, soul e R&B.
Nascida em 1983, ela ganhou fama mundial com o álbum Back to Black (2006), que trouxe hits como Rehab, You Know I’m No Good e Back to Black. Sua autenticidade, estilo retrô e letras intensas fizeram dela um ícone da música.
Projeto
O Jazz no Galpão, uma realização da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e da Prefeitura de São José dos Campos, convida diversos músicos do estilo para se apresentarem no Parque da Cidade (Avenida Olivo Gomes, 100, Santana). O evento é gratuito e livre para todos os públicos.
Fundação promove encontro com profissionais de dança da cidade
Representantes da área trocaram ideias e discutiram sugestões para o Festidança – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
Na segunda-feira (17), a Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebeu representantes de academias de dança da cidade para um debate sobre a próxima edição do Festidança.
A ideia da reunião, realizada na sede da instituição, foi entender as demandas que podem ser incorporadas ao festival, um dos maiores eventos de dança do Brasil, previsto para ocorrer em junho.
A bailarina Ana Araújo elogiou a condução do debate pela diretora artística da Cia. de Dança de São José dos Campos, Lili de Grammont. “Fiquei entusiasmada com a iniciativa e animada de saber que o Teatro Municipal estará pronto para o Festidança. Foi muito importante para todos.”
Bruna Miragaia, da Compasso Cia de Dança, destacou a importância dessa reunião para ouvir escolas, professores e coreógrafos sobre a realização do festival. “Valorizar quem está na linha de frente da dança é essencial para construir um evento que realmente atenda às necessidades da comunidade”, disse.
“Construir o evento com a participação de quem vive e entende a dança no dia a dia é fundamental para garantir um festival mais forte e representativo”, concluiu ela. O encontro abriu as portas para entender o que funcionou das outras edições e quais as sugestões para novos formatos.
“Acredito que esse diálogo seja fundamental para traçar um perfil real daqueles que trabalham a dança em nossa cidade”, afirmou Mathilde Mathias. “Também demonstra a atenção à opinião de cada um e isso com certeza resulta em uma soma positiva.”
Para ela, a diversidade de ideias, conceitos e opiniões é que faz com que tudo seja repensado de forma equilibrada. “E destaco nesse encontro justamente essa abertura de uma imersão que refletirá na integração entre a fundação e nós, artistas da dança.”
Terças com Museologia discute museus e inteligência artificial
O encontro destacará como a IA pode auxiliar na catalogação e preservação de acervos – Foto: Divulgação.
Os encontros virtuais do Terças com Museologia, realizados pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, estão de volta. Neste mês o tema é Museus e Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades. As discussões acontecerão no dia 25, das 9h30 às 11h30, com transmissão pelo Google Meet.
Sempre na última terça-feira do mês, a atividade é gratuita e dirigida a pesquisadores, professores, educadores e demais interessados pelos assuntos propostos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pela plataforma Sympla. Todos os participantes inscritos receberão certificados.
O encontro destacará como a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na catalogação e preservação de acervos, acessibilidade e mediação cultural, além de questionar os impactos éticos e técnicos. Este será o 1º encontro do ano e o 18º já realizado de janeiro de 2023 a novembro de 2024, período em que 13 temas foram abordados.
Transformações
“A inteligência artificial está transformando diversas áreas do conhecimento, e os museus não são exceção”, ressalta a museóloga do museu Maria Boujadi, mediadora do evento. “Este encontro abordará como as tecnologias de IA podem ser aplicadas às mais diversas áreas dos museus.”
Por ser um tema recente e ainda em desenvolvimento no campo da museologia, a intenção não é esgotar o assunto, mas levantar reflexões iniciais sobre as possibilidades, desafios e contribuições para os museus.
“Nosso objetivo é estimular ideias sobre o futuro da IA nos museus e como esta tecnologia pode dialogar com as práticas museológicas já existentes”, complementa Mariana.
Gestão
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que está instalado desde 1997 no Parque da Cidade, em Santana. A gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore
-
Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)
-
3924-7318 e 3924-7354
-
museudofolclore.org
Exposição de cerâmica é atração no Bosque dos Eucaliptos
A exposição fica aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
A exposição “DesConstrução”, da renomada artista Misae Odo, está em cartaz na Casa de Cultural Tim Lopes até o próximo dia 28 de março.
Com uma abordagem única em cerâmica, a mostra convida o público a refletir sobre o conceito de transformação e ressignificação dos materiais e formas.
A exposição fica aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. A entrada é livre para todos os públicos.
Sobre a exposição
A ideia da série “DesConstrução” nasceu em 2002.
Depois de produzir dezenas de garrafas em cerâmica de alta temperatura, participando de algumas exposições com a série “Garrafas”, Misae Odo produziu três peças que as chamou de “descontruídas”, cortando em algumas partes e as colando formando outra peça, mas mantendo a suas finalidades como garrafas.
A ideia era dar continuidade a essa série, com garrafas desconstruídas, só retornando em meados de 2020, durante a pandemia de covid-19. Foram construídas dez duplas. Para cada peça, outra desconstruída. A primeira exposição foi realizada em agosto de 2023 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, na Casa de Cultura Júlio Neme, então com 20 duplas. Algumas se quebraram, mesmo assim, foram reaproveitadas para a exposição.
Serviço
Casa de Cultura Tim Lopes
Av. Ouro Fino, 2520 – Bosque dos Eucaliptos
Fundação contrata quase 100 arte-educadores para oficinas
Oficina de jazz na Casa de Cultura Chico Triste, na região leste de São José dos Campos – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
A abertura das oficinas culturais em São José dos Campos, na segunda-feira (10), marcou também o início das atividades para 97 orientadores artísticos da cidade.
O grupo de arte-educadores é responsável por ministrar as aulas para os 2.500 matriculados nas 150 oficinas culturais de diferentes linguagens artísticas (música, dança, teatro, circo, cultura digital, economia criativa, gestão cultural, entre outras) para crianças, jovens e adultos.
A professora Khadija Souza está empolgada com o retorno às aulas nas casas de cultura. “Recebi muitas crianças pela primeira vez, que diziam sonhar por anos fazer ballet. Palavras que me aquecem o coração. Um dia fui uma dessas crianças que sonhavam em começar no ballet. Hoje, estar compartilhando dessa arte que tanto amo é gratificante. São elas que me motivam a melhorar e a continuar todos os dias.”
Além de estimular a economia criativa, a contratação de artistas da cidade para as oficinas nos bairros é um incentivo da Fundação Cultural Cassiano Ricardo à criação artística e ao intercâmbio de saberes.
“Voltar a ensinar cerâmica para adultos e crianças tem sido uma experiência profundamente gratificante”, afirmou a professora Valéria Barsaglini, a Leca Barsa. “Ver a alegria nos olhos de cada aluno ao moldar o barro, experimentar texturas e transformar ideias em peças concretas é um privilégio. A cerâmica ensina paciência, criatividade e conexão com o momento presente. Poder compartilhar esse conhecimento com pessoas de diferentes idades torna o processo ainda mais especial.”
As oficinas do programa Arte nos Bairros, o maior programa de ação descentralizada da região, também atende alunos da rede de ensino municipal e crianças e adolescentes da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza), alcançando cerca de 10 mil pessoas.
Arte nos Bairros
O programa Arte nos Bairros disponibiliza espaços em todas as regiões destinados às atividades culturais que dão oportunidades de aprendizagem, novas vivências, experimentação e contato com várias linguagens e técnicas, possibilitando a difusão cultural, a formação de público e de profissionais para o setor cultural.
As oficinas atendem crianças, jovens, adultos e idosos. As atividades possibilitam o acesso, de forma gratuita, ao aprendizado e ao exercício da arte, podendo adaptar-se aos mais variados formatos e contextos com o objetivo de oferecer o melhor atendimento à comunidade.
Clube de Leitura em São Francisco Xavier acontece no dia 20
Clube do Livro acontece uma vez por mês em São Francisco Xavier – Foto: Divulgação.
O Clube de Leitura da Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa, em São Francisco Xavier, realiza um novo encontro no próximo dia 20 de março (quinta-feira), a partir das 19h.
A obra literária da vez é ‘Fahrenheit 451’, de Ray Bradbury. O encontro, que é gratuito, será mediado por Hellen Santos.
O livro está disponível para empréstimo na Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa. Para checar a disponibilidade do livro, entre em contato via WhatsApp: (12) 99669-4691.
Ao fim do encontro, o clube abre espaço para um café comunitário, onde os participantes podem levar comida e bebida.
Fahrenheit 451 foi escrito durante a era do macartismo – a sistemática censura à arte promovida pelo governo americano nos anos 1950. Em um futuro onde livros são proibidos e bombeiros os queimam, Montag, um bombeiro, começa a questionar seu trabalho após conhecer Clarisse e vivenciar uma crise pessoal. O livro, um clássico da literatura distópica, explora temas como censura, o poder da palavra e o impacto da tecnologia na sociedade.
Curiosidades
Fahrenheit 451 foi escrito originalmente como um conto: “O bombeiro”, contido no volume Prazer em Queimar: histórias de Fahrenheit 451. Incentivado pelo seu editor, Ray Bradbury transformou a ideia inicial em um romance, que se tornou um dos livros mais influentes de sua geração – e também um dos mais censurados e banidos de todos os tempos. Foi adaptado para o cinema duas vezes, a primeira pelas mãos do lendário cineasta francês François Truffaut, e depois para diversos formatos.
Clube de leitura
A Associação Amigos da Biblioteca de São Francisco Xavier criou o Clube do Livro, que acontece uma vez por mês. A reunião é presencial e conta com 25 vagas disponíveis para cada encontro.
Serviço
Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa
Praça Cônego Manzi, 48, centro, São Francisco Xavier
Exposição celebra força e sensibilidade feminina na poesia
A exposição, livre para todos os públicos, começa nesta sexta-feira (7) e segue até o dia 28 – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
Em homenagem ao Mês da Mulher, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo realiza o “Espaçopoema, com Mulheres Poetas”, que acontece na Casa de Cultural Tim Lopes, no Bosque dos Eucaliptos, região sul de São José dos Campos. A atração celebra a força e a sensibilidade feminina na poesia.
A exposição, livre para todos os públicos, começa nesta sexta-feira (7) e segue até o dia 28. A Casa de Cultura fica aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.
Serão 12 poemas de 12 mulheres: Adri Aleixo, Adalgisa Nery, Geni Mariano Guimarães, Cecília Meireles, Cora Coralina, Orides Fontela, Gilka Machado, Marina Tsvietáieva, Anna Akhmátova, Muna Almassdar, Wislawa Szymborska e Sophia de Mello Breyner Andresen.
Serviço
Casa de Cultura Tim Lopes
Endereço: Av. Ouro Fino, 2.520, Bosque dos Eucaliptos
Horário de Atendimento: segunda a sexta – das 8h às 17h
Telefone: (12) 3924-7322
Protagonismo feminino será tema de filmes no Cine Santana
A primeira sessão acontece na próxima segunda-feira (10), às 19h30, com o filme ‘A Hora da Estrela’ – Foto: Divulgação.
O Cine Santana, na região norte de São José dos Campos, recebe em todas as segundas-feiras de março sessões de cinema gratuita do Ponto MIS (Museu da Imagem e do Som).
A primeira sessão acontece na próxima segunda-feira (10), às 19h30, com o filme “A Hora da Estrela”.
A programação oferecerá ao público quatro produções brasileiras que têm a mulher como tema central.
As atrações integram o Mês da Mulher da Fundação Cultural, uma série de atividades voltadas à luta, celebração e reconhecimento das conquistas femininas.
Não é necessária a reserva de ingressos, basta chegar e curtir.
Programação
10 de março – “A Hora da Estrela”
Sessão: 19h30
17 de março – “Tudo o Que Você Podia Ser”
Sessão: 19h30
24 de março – “Sofia Foi”
Sessão: 19h30
31 de março – “60 Mulheres: O Brilho das Coreanas-Brasileiras”
Sessão: 19h30
Ponto MIS
O Ponto MIS é um programa de formação e difusão cultural em todo o Estado de São Paulo. As cidades parceiras recebem programações de sessões de cinema, oficinas, palestras, exposições e formação em gestão cultural, visando a formação de novos públicos para a cultura e para o cinema.
Filmes
A Hora da Estrela
Direção: Suzana Amaral
Tempo de duração: 96min
Ano: 1986
Classificação etária: 12 anos
Sinopse: Macabéa trabalha como datilógrafa em uma pequena firma na capital paulista e divide o quarto com outras três mulheres. Apesar de sentir desejos e querer um namorado, Macabéa não tem ambições. Um dia ela conhece Olímpico, um operário metalúrgico com quem inicia um namoro.
Tudo o Que Você Podia Ser
Direção: Ricardo Alves Jr.
Tempo de duração: 73min
Ano: 2024
Classificação etária: 12 anos
Sinopse: Aisha vive seu último dia em Belo Horizonte, ela está de partida e encara um dia especial junto de suas melhores amigas, construindo uma mensagem poderosa sobre a amizade e construção de família. Entre risos e lágrimas, confissões e encontros afetuosos, é hora de celebrar até o limite, quando o nascer do sol se irradia sobre a beleza tocante e sincera dessa amizade.
Sofia Foi
Direção: Pedro Geraldo
Tempo de duração: 68min
Ano: 2024
Classificação etária: 16 anos
Sinopse: A obra mistura ficção e documentário, acompanhando a jornada de Sofia Tomic, uma jovem tatuadora que, após ser despejada de seu apartamento, passa uma madrugada vagando pelo campus da Universidade de São Paulo. O longa destaca momentos de encontros e reflexões que marcam esse período decisivo em sua vida. O filme explora a sensação de deslocamento e a busca por pertencimento, evidenciando as dificuldades enfrentadas pela personagem em um momento de incerteza.
60 Mulheres: O Brilho das Coreanas-Brasileiras
Direção: Yoo Na Kim
Tempo de duração: 94min
Ano: 2023
Classificação etária: Livre
Sinopse: O documentário apresenta 60 mulheres entrevistadas, filhas de coreanas, das mais variadas profissões. Gravado em diversas cidades brasileiras, o filme destaca como no ramo de confecção que a comunidade coreana se destacou o papel da mulher, da jornada dupla cuidando do negócio e da família.
Serviço
Cine Santana
Endereço: Av. Rui Barbosa, 2005, Santana
Telefone: (12) 3924-7306
E-mail: csantana@fccr.sp.gov.br
Cine do Centro terá nova sessão na próxima quarta-feira
Os interessados podem assistir sem a necessidade de reservar ingresso – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
O projeto Cine do Centro realiza, na próxima quarta-feira (12), às 19h, mais uma sessão de filme francês no auditório do Museu Municipal. Em cartaz, o longa Making-of (BRA Cinema é uma Droga Pesada). A atração integra o Circuito Cultural Central, que visa incentivar a vida artística no centro de São José dos Campos.
O filme, que é legendado em português, tem classificação indicativa de 12 anos. Os interessados podem assistir sem a necessidade de reservar ingresso.
Making-of (BRA Cinema é uma Droga Pesada) é um longa-metragem do diretor francês Cédric Kahn que conta a história de Simon (Denis Podalydès) um experiente e renomado diretor que começa a rodar um filme sobre a luta dos trabalhadores para salvar a sua fábrica de ser realocada. Mas as coisas não saem conforme o planejado, sua produtora quer reescrever o final, a equipe entra em greve, sua vida pessoal está em ruínas e para completar, o ator principal é egocêntrico e desagradável. Nesta situação, Joseph, um jovem que deseja entrar na indústria do cinema, aceita dirigir o making of da produção. Ele acaba se empolgando em sua função e começa a registrar toda a confusão que acontece nos bastidores, mostrando que às vezes o making of pode ser melhor do que o próprio filme.
Curiosidade
Segundo o diretor, o filme é uma junção de três projetos cinematográficos, sendo eles: os trabalhadores em greve, o diretor que enfrenta suas próprias contradições e a filmagem do making of que mostra a realidade por trás deste meio, centrado nos trabalhadores e não no filme em si.
Sobre o projeto
O “Cine do Centro” prevê sessões de filmes franceses gratuitas toda segunda quarta-feira do mês, no Museu Municipal de São José dos Campos. Desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba, o projeto tem curadoria de Patrick Houdin, diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.
Ficha técnica
Making-of – Cinema é uma Droga Pesada
Direção de Cédric Kahn
Com Denis Podalydès | Jonathan Cohen | Stefan Crepon | Souheila Yacoub | Emmanuelle Bercot
Ano: 2023
Duração: 118 minutos
Gênero: Ficção | Comédia | Drama
Faixa etária: 12 anos
Serviço
Museu Municipal
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
Museu do Folclore recebe exposição de brinquedos circenses
Exposição também é itinerante e já foi mantida em espaços culturais de outras cidades do Vale do Paraíba – Foto: Divulgação.
O Museu do Folclore de São José dos Campos receberá, a partir desta sexta-feira (7), a exposição temporária Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente. A mostra reúne 21 peças que incentivam a conscientização sobre o reaproveitamento de materiais recicláveis, além de resgatar memórias afetivas.
Com direção e curadoria do artista e artesão de brinquedos Leandro Delgado, a exposição seguirá aberta até 7 de abril, com brinquedos antigos feitos de sucata e peças clássicas que marcaram a infância de muitas gerações nas décadas de 80 e 90.
Entre os brinquedos expostos será possível encontrar peteca de sacola e papel, bilboquê, boliche de garrafa pet, telefone de lata, entre outros. As visitas poderão ser feitas de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. A entrada é gratuita.
Telefone sem fio é um dos brinquedos que fazem parte da exposição – Foto: Divulgação
Oficinas
Os visitantes também poderão participar de oficinas durante a Roda de Fazeres nos dias 13, 20 e 27, das 14h às 16h, para aprender a confeccionar e brincar com alguns dos brinquedos ou acessar vídeo aulas por meio de QR Codes instalados em cada obra.
A exposição Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente é uma realização do Coletivo Circo no Quintal, de São José dos Campos, e conta com fomento da Lei Aldir Blanc, por meio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo); além do apoio do Museu do Folclore.
Gestão
O Museu do Folclore fica no Parque da Cidade, em Santana, onde está instalado desde 1997. É um espaço da FCCR, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
(12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
site: www.museudofolclore.org
Museu do Folclore inicia uma nova fase do Grupo de Estudos
Grupo de Estudos será retomado com outra dinâmica, a partir deste sábado – Foto: Divulgação.
O Museu do Folclore de São José dos Campos iniciará, no próximo dia 22 (sábado), uma nova fase do Grupo de Estudos. A partir desta data, os encontros ocorrerão quinzenalmente no Museu do Folclore, sempre aos sábados, das 14h às 16h. A participação é gratuita, mas é necessário se inscrever por este link.
A atividade é ligada ao Educativo do museu e propõe debates e reflexões sobre temas relacionados ao folclore e cultura popular, que passarão a ser abordados em 4 módulos trimestrais. Os temas foram levantados juntos a livros, textos, vídeos e hemeroteca do acervo da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore.
O cronograma de encontros tem as seguintes datas: março (8 e 22), abril (12 e 26), maio (10 e 24), junho (14 e 28), julho (12 e 26), agosto (9 e 23), setembro (13 e 27), outubro (11 e 25), novembro (8 e 22) e dezembro (6, 13 e 20).
Público-alvo
Inicialmente criado para o público interno, o Grupo de Estudos também quer envolver a área acadêmica e pessoas interessadas pelo mesmo assunto, independente do grau de instrução, área de atuação ou idade.
A frequência nos encontros, inclusive, poderá ser revertida em horas complementares para alunos de licenciatura.
Temas
História do Movimento Folclórico (módulo 1): A institucionalização do folclore no Brasil e no mundo, criação das comissões de folclore, congressos nacionais e regionais.
Fundamentos da cultura popular (módulo 2): A escola de folclore, superstições no Brasil.
Cultura Híbrida e Globalização (módulo 3): Cultura híbrida, cultura em movimento e debate sobre a nomenclatura do termo folclore no mundo moderno.
Museu do Folclore e Educação (módulo 4): História do Museu do Folclore de São José dos Campos; o Educativo do museu na educação não formal; estudo de texto da folclorista Angela Savastano.
Gestão
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore de SJC
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
(12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
www.museudofolclore.org
Museu apoia criação de aplicativo cultural colaborativo
Prédio no centro da cidade, onde funciona hoje o Museu Municipal, é um dos patrimônios materiais do município – Foto: Adenir Britto/PMSJC.
São José dos Campos ganhará este mês um aplicativo cultural (App) que, além de trazer informações dos patrimônios culturais do município (material e imaterial), também será colaborativo, possibilitando que o usuário insira manifestações, formas de expressão, objetos, lugares de memória e outras.
Inspirado na metodologia de inventários participativos do Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural), o aplicativo será lançado dia 15, as 14h30, na Sala das Panelas do Museu do Folclore de São José dos Campos. O encontro é aberto ao público, dispensa inscrição e terá tradução simultânea em Libras.
Batizado de Inventário Participativo Digital: Nossa Sanja, o aplicativo foi financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, gerido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e desenvolvido pelo programador Franklin Adson Roque, com o apoio da historiadora e professora Zuleika Stefânia Sabino, ambos de São José dos Campos.
Motivação
Além do apoio, o Museu do Folclore também motivou a criação do aplicativo. “O museu é uma referência em patrimônio imaterial e há muito tempo realiza um trabalho de pesquisa cultural imaterial, que pode ser conferido em dois de seus projetos, o Museu Vivo e o Mapa dos Saberes e Fazeres”, destaca Zuleika Sabino.
Durante fevereiro também serão realizados 4 workshops: em escolas públicas de ensino médio, no Coletivo Abatesma e no Ponto de Cultura Jongo Mistura da Raça. A intenção é dialogar com o público em rodas de conversa, visando detalhar o conteúdo e a funcionalidade do aplicativo.
Gestão
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore de SJC
-
Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
-
(12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
-
museudofolclore.org
Museu apoia lançamento de novo site do Instituto Chão Caipira
Página já está ativa na internet e faz parte do projeto de digitalização do acervo – Foto: Divulgação.
Com apoio do Museu do Folclore de São José dos Campos, o Instituto Chão Caipira Malvina Borges de Faria, de Paraibuna, lança neste sábado (1º) seu novo site. O produto faz parte de um projeto de digitalização do acervo do instituto, financiado pela Lei Paulo Gustavo.
O evento é gratuito e acontecerá na Sala das Panelas do Museu do Folclore, a partir das 15h, no Parque da Cidade.
Jornalista João Rural durante gravação| Foto: Divulgação.
O lançamento do novo site também é uma homenagem ao jornalista João Evangelista de Faria, o João Rural, responsável pela criação do instituto, juntamente com sua família. Formado em turismo, ele também era culinarista, folclorista, fotógrafo, escritor, pesquisador e historiador.
Além do lançamento do site, serão apresentados detalhes do projeto de digitalização do acervo do instituto, que terá o conteúdo disponibilizado ao público, inclusive com recursos de acessibilidade.
Ainda sem data marcada, um segundo lançamento ocorrerá em Paraibuna, cidade natal de João Rural.
Museu
O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. A gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.
Museu do Folclore
-
Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)
-
3924-7318 ou 3924-7354
-
museudofolclore.org
Instituto
O Instituto Chão Caipira tem a finalidade de pesquisar, preservar, valorizar, promover e divulgar a cultura caipira, além de contribuir para a conservação e preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.
Desde a fundação, o instituto também desenvolve atividades voltadas à preservação e divulgação do capital histórico-cultural, turístico e ambiental do Vale do Paraíba Paulista.
Instituto Chão Caipira
-
Rua José Luiz Calderaro, 97, Paraibuna
-
99701-9602
-
chaocaipira.org.br
Lixo Tour é opção nas férias escolares
As visitas devem ser agendadas previamente no site da Urbam – Foto: Lucas Cabral/PMSJC.
O Lixo Tour é uma opção diferenciada para as famílias no período de férias escolares. São muitas atrações no Museu Interativo do Lixo e na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de São José dos Campos.
O programa de educação ambiental da Urbam é um verdadeiro aprendizado e tem o objetivo de atrair a atenção para a importância da separação e destinação correta dos resíduos sólidos, reforçando, por exemplo, a necessidade da população aderir à coleta seletiva.
As abordagens são dinâmicas por meio de apresentações, vídeos e tour. Os visitantes participam de palestra na Sala Ambiental, conhecem o Museu Interativo do Lixo, a Recicloteca e o Centro de Triagem dos materiais recicláveis. Em seguida, realizam o trajeto de ônibus pelo aterro sanitário, transbordo de resíduos críticos, central de geração de energia elétrica por meio do biogás do aterro sanitário, viveiro de mudas e lagoas de chorume.
Museu Interativo
O museu é uma das principais atrações. Com apelo para a sustentabilidade, ele funciona dentro de contêineres marítimos metálicos reutilizados. O recurso da realidade aumentada permite contar a história das peças do museu fazendo um paralelo sobre a importância da coleta seletiva e da preservação ambiental.
As peças encontradas no lixo continuam sendo o destaque do museu, mas o local também conta com outras curiosidades, como a mostra “Atitude que Salva”, que objetiva a reflexão sobre o impacto do descarte inadequado de resíduos no meio ambiente. O papel de bala, o plástico e a garrafinha que parecem “tão inofensivos” quando jogados nas ruas e calçadas podem percorrer longos caminhos até afetar os ecossistemas marinhos com consequências devastadoras para a fauna e flora do planeta.
A concepção do espaço foi planejada com conceitos sustentáveis reaproveitando materiais, como os próprios contêineres e os bancos feitos de plástico. Na Recicloteca, os visitantes aprendem técnicas para fazer brinquedos e objetos a partir de materiais recicláveis.
Serviço
As visitas devem ser agendadas previamente neste link.
A duração é de cerca de duas horas, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 10h30 ou das 14h às 16h.
Endereço: Estrada Municipal José Augusto Teixeira, nº 400, Jardim Torrão de Ouro 2.
Fundação Cultural divulgará agenda na plataforma Viva SP
Plataforma foi lançada em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes em agosto de 2024. Imagem: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP – Foto: Divulgação.
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo oferece, a partir desta terça-feira (7), mais um canal para divulgação dos eventos na cidade.
Basta acessar a plataforma digital Agenda Viva SP, lançada pelo Governo de SP. A ferramenta vai agregar informações sobre eventos das mais variadas áreas, como cultura, turismo, negócios e gastronomia.
A agenda, que utiliza recursos de busca em inteligência artificial, é um grande guia de eventos no estado.
O acesso é pelo endereço agendavivasp.com.br. O usuário vai encontrar eventos cadastrados e aprovados.
“A plataforma vai facilitar tanto os turistas quanto os munícipes a encontrarem opções de atividades de seu interesse em todo o Estado, de maneira simples, rápida e intuitiva”, disse Marília Marton, secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas.
A Agenda Viva SP tem o intuito de se tornar um grande guia de eventos no Estado e, em especial, de atividades gratuitas, democratizando a divulgação de iniciativas para todos os públicos e rendas.
Cadastro de atividades
O novo portal foi desenvolvido para ser colaborativo e permite o cadastro de eventos em diferentes áreas também por artistas, organizadores e produtores paulistas. A partir de um cadastro gratuito no site, é possível começar a inserir as informações sobre o evento em qualquer cidade do estado. Todas as inserções passam por curadoria da APAA antes de serem adicionadas, a fim de filtrar conteúdos que violem os termos de uso da plataforma.
Recursos de Inteligência Artificial
Um dos destaques da Agenda Viva SP é o uso do Chatbot com Inteligência Artificial localizada na aba do site. A inteligência Chat Viva SP fica à disposição para responder perguntas dos usuários, com base no banco de dados da plataforma. Perguntas como “O que fazer em dia de chuva em Caraguatatuba?” ou “O que fazer neste final de semana em São José dos Campos”, por exemplo, podem ser feitas para o Chatbot, que irá se aprimorar ainda mais à medida que interage com o público.
Para facilitar a escolha, a Agenda Viva SP possui destaques de programação na home. O usuário pode procurar atrações pela busca principal, utilizando filtros para refinar os resultados. Todos os eventos cadastrados terão informações sobre venda ou retirada de ingressos, data e local. Pelo filtro, também é possível filtrar apenas as atividades gratuitas.
A plataforma oferece ainda um mapa interativo do Estado de São Paulo com a geolocalização das atrações e eventos cadastrados. Nele, o usuário pode inserir a própria localização para encontrar atividades próximas do seu local. Também já está disponível no site um Manual Operacional com o passo-a-passo para o produtor cadastrar o seu evento.
A agenda conta também com acessibilidade para libras e tradução em voz, e prevê a criação de filtros automáticos com Inteligência Artificial para impedir conteúdos impróprios.
São Francisco Xavier inaugura exposição de artista mexicana
A Casa de Cultura Júlio Neme, no distrito de São Francisco Xavier, abre nesta terça-feira (7) a exposição “Metadiário – O registro de uma vida acontecendo” – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.
A Casa de Cultura Júlio Neme, no distrito de São Francisco Xavier, abre nesta terça-feira (7) a exposição “Metadiário – O registro de uma vida acontecendo”, da artista mexicana María Gavaldón.
A proposta da artista é alimentar a exposição com uma nova imagem todos os dias, fazendo com que ela seja inédita a cada visita.
A exposição é gratuita e fica aberta para visitação até 14 de fevereiro.
Sobre a exposição
O metadiário é resultado de uma pesquisa de cinco anos de registro diário sobre a vida, que resulta em uma poética particular de registrar o cotidiano.
Esta exposição é uma instalação viva, onde cada dia se registra algo sucedido. É um experimento que expõe os temas diários que parecem ser individuais e cotidianos à luz da comunidade, para assim comprovar as redes imaginárias que nos conectam em nossas vidas. As ideias estão no ar.
María Gavaldón
Mexicana, María Gavaldón é atriz, criadora e pesquisadora cênica. Atualmente, faz parte do núcleo de pesquisa do El Cuerpo Que Crea.
Serviço
Casa de Cultura Júlio Neme
Praça Cônego Manzi, s/nº, centro, São Francisco Xavier
Museus promovem diversão e conhecimento para todos
Em frente ao Mercado Municipal, o Museu de Arte Sacra realiza a exposição ‘Elos perdidos de Ateliê’ – Foto: Paulo Amaral/FCCR.
Durante as férias, uma ótima opção de passeio é visitar os museus de São José dos Campos. Além de ser divertido, o passeio garante novos aprendizados.
A Fundação Cultural Cassiano Ricardo oferece uma programação especial em três espaços: Museu Municipal, Museu de Arte Sacra e Museu do Folclore. As atividades são gratuitas e para toda a família.
Museu Municipal
O Museu Municipal de São José dos Campos prorrogou até 31 de março a exposição “Gütlich – entre mundos”. A visitação acontece de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.
O visitante entenderá a dimensão da vida e obra do artista em diferentes momentos de sua história, incluindo as três décadas em São José dos Campos, onde criou a Escola de Belas Artes.
Ao todo, são cinco salas a serem percorridas na exposição: Trópicos, Inverno, Personagens, Fase branca e Desenhos e guaches.
Museu do Folclore
O Museu do Folclore, no Parque da Cidade, terá durante todo o mês as exposições de longa duração, a brinquedoteca e a biblioteca Maria Amália Côrrea Giffoni.
Ainda em janeiro, o Museu do Folclore terá a 27ª Chegada das Bandeiras, no dia 26, e mais uma etapa do programa Férias no Museu, entre os dias 21 e 31.
A chegada das bandeiras acontecerá das 9h às 17h, com encerramento do Ciclo de Natal e fechamento do presépio do museu. O encontro deverá contar com a participação de 14 Folias de Reis da região e do Sul de Minas.
Museu de Arte Sacra
Em frente ao Mercado Municipal, o Museu de Arte Sacra realiza a exposição “Elos perdidos de Ateliê”. A mostra pode ser visitada até 31 de março.
A exposição é composta por pinturas sobre tela, aborda as temáticas próprias da poética do artista, que se mantém fiel ao seu processo criativo e inspiração ao longo do tempo. A mostra nos convida a mergulhar nesse universo de expressão, reflexão e memórias que o inspira.
Serviço
Museu Municipal
Endereço: Praça Afonso Pena, 29 – Centro
Museu do Folclore
Endereço: Avenida Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
Museu de Arte Sacra
Endereço: Travessa Chico Luiz, 67 – Centro
A exposição, iniciada em abril deste ano, ajuda o público a dimensionar a vida e a obra do artista em diferentes momentos de sua história – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.
O Museu Municipal de São José dos Campos prorrogou, até 31 de março de 2025, a exposição “Gütlich – entre mundos”, que homenageia o centenário do pintor holandês Johann Gütlich e os seus 70 anos de Brasil.
A exposição, iniciada em abril deste ano, ajuda o público a dimensionar a vida e a obra do artista em diferentes momentos de sua história, incluindo as três décadas em São José dos Campos, onde criou a Escola de Belas Artes.
O visitante tem a oportunidade de conhecer um conjunto de obras que dá conta de iluminar os diferentes mundos imaginários do artista. A obra de Gütlich é apresentada sob a ótica do afeto com que ele foi descobrindo a sua arte ao longo da vida.
São cinco salas a serem percorridas na exposição: Trópicos, Inverno, Personagens, Fase branca e Desenhos e guaches. Esses ambientes abordam a ideia de atmosferas emanadas dos grupos de obras, como se estes fossem mundos poéticos habitados pelo artista (confira abaixo os detalhes de cada sala).
Parte dos quadros do artista pertence ao acervo do Museu Municipal, responsável pelo trabalho de restauro das peças. Outras foram cedidas em comodato.
A exposição, sucesso de público ao longo de 2024, marca a nova fase do Museu Municipal, após a reforma geral no prédio, entregue à população em janeiro deste ano.
Vida
Nascido em Roterdã, em 29 de agosto de 1920, o pintor holandês completou 100 anos em 2020, durante no auge da pandemia de Covid-19, o que tornou silenciosa a comemoração do centenário.
Chegou ao Brasil em 1953, após a Segunda Guerra Mundial. Já era um artista maduro e foi convidado por um grupo de intelectuais brasileiros para expor no Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Johann Gütlich e Tarsila do Amaral.
O renomado artista desembarcou em São José dos Campos em 1962. Convidado pela Prefeitura, criou e dirigiu a Escola de Belas Artes, que esteve em atividade entre 1962 e 1970.
A condição de habitar um país com uma cultura muito diferente da sua, impôs ao pintor o desafio de compreender a paisagem e o homem. No começo, as paisagens de inverno ainda o perseguiam. Aos poucos, novos lugares e personagens foram surgindo. A figura do cangaceiro foi marcante, a paisagem da caatinga e do cerrado também.
Foi por este meio que inicia uma série de buscas que principiam na substituição dos temas, até em 1969, quando envereda pelo caminho do expressionismo abstrato.

Expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Visitação
O Museu Municipal funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. O espaço oferece visitas guiadas à exposição mediante agendamento prévio, para grupos com até 35 participantes. As visitas duram em torno de 1 hora.
Para agendar uma visita entre em contato com o Museu Municipal pelo e-mail educativomm@fccr.sp.gov.br.
Dentro da programação anual de Artes Visuais, estão previstas outras exposições de curta duração, com destaque para artistas joseenses que produzem arte contemporânea.
Salas da exposição
Trópicos
Neste momento, o que se busca é apresentar a cor e a luz do Brasil como elementos incorporados no sonho pictórico de Gütlich. Espaço é um convite à imersão na pintura como uma entrega a um sonho fantástico. O artista vivia sonhando acordado e se encantava com cores e formas em todos os lugares.
Inverno
O último inverno da Segunda Guerra Mundial foi o mais rigoroso do século 20 e marcou profundamente a experiência de vida do jovem pintor. No entanto, uma cena de esperança surgiu em 1944 durante uma caminhada na região da Frísia, uma província do Norte da Holanda. Ouviu ao nascer do dia o som de um coral de meninas cantando uma ária de Bach… “Você está comigo”. Nesse momento, o que se propõe é um envolvimento nessa atmosfera, onde tudo parece um manto branco sobre a terra desolada, mas há algo que está prestes a romper o limite da dor e anunciar uma nova vida.
Personagens
O retrato foi sempre um desafio para Gütlich. Representar o ser humano era como compreender uma paisagem de sentimentos, de dores e alegrias, reflexões. Nunca se valeu de uma fotografia, que ele considerava um meio de expressão por si. Dessa forma, os modelos posavam para ele durante muitas sessões, pois precisava conhecer as pessoas e fazer aflorar o retrato, ou eram buscadas na imaginação, a exemplo da obra Dom Quixote. Nesse momento, a grande transição do mundo holandês ao brasileiro se deu com a substituição do camponês meditativo pelo cangaceiro, que tanto fascinou o pintor.
Fase branca
O último período de abstração, e ocorrido na década de 1990, ficou marcada por uma paleta com predomínio de brancos e cores de uma luz e vivacidade que só uma vida inteira de pintar com o coração poderiam engendrar. Esta imersão decorreu de um longo encanto pelos ideogramas e pinturas japoneses. Ele mesmo nomeava esse conjunto como sua fase branca.
Desenhos e guaches
Por esta seleção, pode-se ver como a ideia da pintura se afirmava no exercício do desenho. A busca de massa de luz e sobra e o forte modelado dos volumes correspondem à ideia do gesto do pincel, num mundo onde a linha passa a ser um valor abstrato.
Os guaches sempre foram presentes em toda a sua trajetória. São mais que ensaios, são pinturas com um timbre diferente do óleo, ele se encantava com a opacidade e o caráter aveludado da tinta. O uso das tintas com fortes impactos marca a formação e a tradição holandesa.
Ficha técnica
Curadoria, Arte e Educação: Fabio Sapede e Claudia Paranhos
Suporte e Montagem: Rafael Marotti
Fotografia: Mário Lúcio Sapucahy
Consultoria de edição e texto: George Rembrandt Gütlich
Projeto Gráfico: Patrícia Brandstatter
Design: Mário Lúcio Sapucahy e Patrícia Brandstatter
Serviço
Museu Municipal
Praça Afonso Pena, 29 – Centro
Cultura de São José alcança ‘alto grau de satisfação’, diz Indsat
Orquestra Joseense, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, durante apresentação no Parque Vicentina Aranha – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.