EVENTOS CULTURAIS EM PAUTA SJC

 

Mais de 390 pessoas já viram nova exposição do Museu do Folclore

 

O fotógrafo Marco Antonio Sá durante a abertura da exposição no dia 28 de setembro. Mostra segue aberta até novembro – Foto: Divulgação.

 

Aberta no dia 28 de setembro, a nova exposição temporária do Museu do Folclore Angela Savastano, Negra Devoção, já foi vista por 392 pessoas até o último dia 5 de outubro. A mostra reúne 38 fotos do fotógrafo carioca Marco Antonio Sá, 70 anos, e poderá ser visitada gratuitamente até o dia 30 de novembro.

Para Marco Antonio Sá, registrar Congadas e Reinados é um ato importante na sua vida como fotógrafo e cientista da religião. “Sempre que as vejo sinto a devoção e a espiritualidade que fazem desta manifestação uma das mais significativas da nossa história”, salientou o pesquisador.

Marco Antonio ressaltou que o Vale do Paraíba tem muito significado para ele. “Foi por onde comecei meu primeiro trabalho de documentação fotográfica mais consistente sobre a cultura popular, especificamente a respeito do artesanato do estado de São Paulo”, destacou.

Doze vezes

Esta é a 12ª vez que a exposição é montada | Foto: Divulgação.

Desde que iniciou o mestrado em Ciência da Religião pela PUC/SP, em 2014, esta é a 12ª vez que Marco Antonio expõe suas fotos. “Eu não conhecia o Museu do Folclore e aceitar o convite para montar a exposição aqui foi uma boa oportunidade de conhecer o espaço pessoalmente”, lembrou.

Marco Antonio confirmou que continua fotografando Congadas e Reinados e outras manifestações da cultura e religiosidade popular. “Nestes últimos dois meses estou acompanhando as festas em Divinópolis e Carmo do Cajuru, ambas em Minas Gerais, mas sempre que surge oportunidade eu acompanho outros temas”, enfatizou.

Visitas

Visitas podem ser feitas até 30 de novembro | Foto: Divulgação.

A exposição temporária pode ser visitada nos mesmos dias e horários da exposição de longa duração: de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. A visita é gratuita. Visitas em grupo devem ser agendadas pelo site do museu neste link.

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Museu Vivo reúne diferentes expressões da cultura popular

Congada Filhos de N’Zambi, que reúne quase 30 integrantes, participará do Museu Vivo de domingo no Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

O Museu Vivo deste domingo (28), no Museu do Folclore de São José dos Campos, será especial, com a presença de 3 representantes do município: o grupo de Congada Filhos de N’Zambi, a artesã Rosalina Cornélio da Silva e Katia Moreira. A vivência é aberta ao público e ocorrerá na área externa do museu, das 14h às 17h.

No mesmo dia, às 14h, o museu abre a exposição fotográfica temporária Negra Devoção, do fotógrafo e pesquisador carioca Marco Antonio Sá. Os registros de diferentes Congadas do Brasil revelam a beleza da espiritualidade devocional a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, ampliando o olhar sobre a ancestralidade afro-brasileira.

Um dos quadros da exposição | Foto: Divulgação.

Congada

A Congada Filhos de N’Zambi foi criada em 2012 pelo Mestre Lourenço Juventino da Silva e sua família, a partir do Jongo vivido na infância em Areias, da participação no projeto Piraquara, da experiência com a Congada Alto do Cristo, de Taubaté, e da atuação no Maracatu Baque do Vale (onde Lourenço e sua esposa desempenham papéis de Rei e Rainha).

Em família, o grupo se estrutura entre a liderança do mestre Lourenço, que também é responsável pela confecção dos tambores, a esposa Rosalina, que faz os figurinos do grupo e de sua filha Isabele (Bel), capitã e apito da Congada. Atualmente, o grupo reúne cerca de 30 integrantes, principalmente de São José dos Campos e Jacareí.

Figurinos

Rosalina e Mestre Lourenço | Foto: Divulgação

Natural de São José, Rosalina Cornélio da Silva, 74 anos, é esposa do Mestre Lourenço. Fez parte da Irmandade de São Benedito quando era criança, junto com seu pai Benedito Cornélio de França. Como costureira, fez diversos figurinos, como da corte do Maracatu Baque do Vale e o primeiro do grupo de Jongo Mistura da Raça.

Há 13 anos Rosalina confecciona os figurinos da Congada Filhos de N’Zambi, com criações próprias, tendo como inspiração a cultura popular brasileira, abrilhantando em cada integrante alegria e leveza próprias a cada um.

Doces

Kátia Moreira distribui doces | Foto: Divulgação.

Kátia Moreira, 47 anos, também é natural de São José. Quando pequena, seus pais prometeram distribuir doces a São Cosme e Damião, devido a problemas respiratórios dos filhos. Hoje, ela é quem distribui doces no dia dos santos (26 de setembro), prática que repete há mais de 20 anos.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

  

Congadas é foco de uma nova exposição do Museu do Folclore

Congada (ou Reinado) de N. Sra. do Rosário, da Comunidade Amadeu Lacerda, de Divinópolis (MG), fotografada por Marco Antonio Sá – Foto: Divulgação.

 

Negra Devoção é o nome da nova exposição temporária que será aberta neste domingo (28), às 14h, pelo Museu do Folclore de São José dos Campos. A mostra reúne 38 fotos do fotógrafo Marco Antonio Sá, que refletem a força e a beleza das Congadas e devoções à Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.

Entre cores, gestos e símbolos, a exposição é resultado de uma rica pesquisa realizada por Marco Antonio Sá ao longo de 30 anos e convida o público a reconhecer a espiritualidade afro-brasileira que é raiz e floresce como patrimônio cultural.

“A exposição é um convite à contemplação e ao diálogo. Que o visitante possa sentir a vibração das ruas transformadas em templo e reconhecer na fé coletiva um ato de beleza, de resistência e de pertencimento”, enfatiza Mariana Boujadi, museóloga do Museu do Folclore.

A mostra ficará aberta para visitação gratuita até o dia 30 de novembro, nos mesmos dias e horários da exposição de longa duração do museu: de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

Olhar atento

7, lhe rendendo o título de Mestre em Ciência da Religião pela PUC/SP, onde também obteve, em 2021, o título de Doutor na mesma área, com pesquisa sobre artesãos de santos de madeira e barro em vários estados brasileiros.

Gestão

Marco Antonio Sá é autor das fotos | Foto: Divulgação.

A exposição Negra Devoção nasce do olhar atento e da escuta sensível do carioca Marco Antônio Sá, 70 anos, fotógrafo que por mais de três décadas percorreu caminhos, festas e comunidades, encontrando expressões vivas da fé popular brasileira.

As imagens mostram devoção, resistência, memória e celebração. São registros que ultrapassam o documental e se aproximam do poético: capaz de revelar a força simbólica das Congadas e devoção à Nossa Senhora do Rosário e São Benedito.

Cada foto testemunha uma espiritualidade que pulsa nos tambores, nas danças, nos cânticos e nos gestos cotidianos de quem celebra. São rostos, cores e movimentos que preservam uma cosmologia ancestral e reafirmam a presença africana na cultura brasileira.

Perfil

Marco Antônio Fonte de Sá, 70 anos, é fotógrafo há mais de 30 anos e sempre foi interessado na cultura e na religiosidade popular brasileiras. Boa parte desse tempo foi dedicada ao registro de festas em devoção a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, em vários estados brasileiros.

O acervo serviu de base para um projeto de mestrado, cuja dissertação foi defendida em 201

O museu está localizado no Parque da Cidade, em Santana, desde 1997 e sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Teatro e Jongo envolvem público na agenda do Domingo do Parque

Brinquedos vão em busca da Caixa da Felicidade em ‘Espelho Meu, Espelho Seu’ – Foto: Divulgação.

A criançada tem seu espaço garantido no Domingo no Parque. Em setembro, serão três espetáculos especiais para toda a família, deixando o passeio pelo Parque da Cidade ainda mais cheio de sonhos e fantasias. Confira a programação:

Dia 14, às 15h – Itinerantes

Quatro seres Itinerantes cruzam multiversos carregando na bagagem suas histórias e sonhos. O público é convidado para esta jornada, acompanhando as acrobacias, malabares e equilíbrios dos seres que deixam poesia por todos os lugares.

Dia 21, às 15h – Espelho Meu, Espelho Seu

Quatro brinquedos se encontram esquecidos no fundo de um baú. São eles: a bailarina Laila, o espantalho Tantã, o maquinista Lenha e o guardião Tranca. No Trem da Fantasia, eles viajam pelas quatro estações do ano em busca da Caixa da Felicidade.

Dia 28, às 15h – Jongo Mistura da Raça

O grupo Mistura da Raça é formado pelo núcleo familiar que traz na identidade os cantos, danças, toques de tambor, saberes orais e os demais fundamentos da manifestação Cultural como herança ancestral. Além do Jongo, o grupo também atua na afirmação e valorização da identidade negra e no despertar da igualdade racial.

A entrada no evento é gratuita, sem necessidade de ingressos. Em caso de chuva, os espetáculos são remanejados para o Centro de Estudos Teatrais, também no Parque da Cidade.

Serviço

Arena do Parque – Parque da Cidade
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

39º Festivale seleciona 26 espetáculos de 5 estados brasileiros

O espetáculo Frida Kahlo encerrou a edição do Festivale em 2024 – Foto: Divulgação.

 

O 39º Festivale (Festival Nacional de Teatro do Vale do Paraíba), que acontece entre os dias 23 de outubro e 1º de novembro, em São José dos Campos, selecionou 26 espetáculos teatrais para se apresentarem nos palcos espalhados pela cidade.

As peças são de cinco estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará, Distrito Federal e Santa Catarina). São José dos Campos terá 12 das 26 atrações selecionadas pela organização do festival.

Ao todo, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebeu 319 inscrições de todas as regiões do Brasil. A lista dos escolhidos pode ser conferida aqui.

O número de inscritos nesta edição foi 78% maior em relação a 2024, quando foram 179 inscritos para o Festivale.

A programação completa, incluindo os espetáculos de abertura e encerramento, além das atividades formativas, será divulgada nos próximos dias.

O Festivale valoriza a cultura, as artes cênicas, contribuindo para o fortalecimento da criação, produção artística e a integração entre os grupos teatrais da cidade.

Intercâmbio

Sob a responsabilidade de ser um dos mais importantes festivais de teatro do Brasil, o Festivale contribui para o fortalecimento da criação, produção artística e a integração e o intercâmbio entre os grupos teatrais, sem contar o estímulo à economia criativa, que movimenta técnicos operadores de luz e som, figurinistas, costureiras, cenógrafos, entre vários profissionais.

Encontro dia 30 aborda a perspectiva literária sobre os museus

Sala das Identidades na exposição de longa duração do Museu do Folclore, localizado no Parque da Cidade, na região norte – Foto: Divulgação.

 

Romances e narrativas literárias, muitas vezes, fazem de museus pano de fundo ou cenários para mistérios, descobertas e espaços de memória. Mas que imagens estas obras constroem sobre os museus? Que papel eles assumem nas histórias: lugar de saber, de passado, de enigmas, de intriga ou de conflito?

“A proposta do Terças com Museologia do próximo dia 30 propõe um diálogo sobre estas representações, visando demonstrar aos participantes como, muitas vezes, o conceito de museu é romantizado e até diverge da realidade”, enfatiza Mariana Boujadi, museóloga do Museu do Folclore e mediadora dos encontros.

O programa é aberto a pesquisadores, professores, educadores e interessados em assuntos relacionados à museologia e ocorre de forma virtual toda última terça-feira do mês, das 9h30 às 11h, com transmissão pelo Google Meet. Para participar é preciso se inscrever gratuitamente pela plataforma Sympla.

Todas as edições são gravadas e os vídeos estão à disposição na página do YouTube do Museu do Folclore.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Orquestra Joseense retorna ao palco do Teatro Municipal

Orquestra Joseense, regida pelo maestro William Coelho, integra o Programa de Formação Artística da Fundação Cultural Cassiano Ricardo – Foto: Divulgação.

 

Para dar boas-vindas a outubro, a Orquestra Joseense apresenta um concerto no Teatro Municipal, na região central de São José dos Campos, na próxima quarta-feira (1º), às 20h.

O repertório inclui Kilza Setti, Edmundo Villani-Côrtes, Gustavo Mazon-Finessi, Gustav Mahler e Ludwig van Beethoven.

A entrada é gratuita, com ingresso solidário de trigo ou fubá. A reserva dos assentos ficará disponível a partir de 29 de setembro, às 10h, no site da Fundação Cultural.

A Orquestra Joseense, regida pelo maestro William Coelho, integra o Programa de Formação Artística da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

O projeto tem o objetivo de formação musical, aperfeiçoamento de músicos instrumentistas, capacitação para a profissionalização artística e difusão da música instrumental.

Repertório 

Toada, Kilza Setti

Concerto para Contrabaixo e Orquestra, Edmundo Villani-Côrtes

Gustavo Mazon-Finessi, Contrabaixo Solista

Adagietto, Gustav Mahler

Sinfonia No.2, Ludwig van Beethoven

Ficha Técnica

Primeiros violinos

Wagner Filho, spalla

Bruno Macedo

Carlos Medeiros

Fábio Menezes

José Otávio Salvador

Rafael Victor

Segundos violinos

Eloísa Rocha

Álvaro Benfica

Gianpietro Saisi

Gustavo Braggio

Lucas Pontes

Violas

Bruno de Almeida

Daniel Lima

Giovanni Melo

Ronilson Misael

Violoncelos

Gustavo Lessa

Jonathas Pereira

Thiago Faria

Tiago de Oliveira

Contrabaixos

Davi Ciriaco

Renata Rodrigues

Flautas

Filipe Ferreira

Nadine Morais

Oboés

André Massuia

Rafael Felipe

Clarinetes

Anderson Menezes

Letícia Moraes

Fagotes

Aguinaldo Pedroso

Samyr Imad

Trompas

Adriano Venâncio

Felipe Neto

João Victor de Andrade

Trompetes

Wellington de Sousa

Marcelo Carvalho

Miguel Lucchesi

Percussão

Rosangela Rhafaelle

Leopoldo Prado*

Pamela Simões*

Harpa

Talita Martins*

*Músico convidado

Serviço

Teatro Municipal
Rua Rubião Júnior, 84 (3º piso do Shopping Centro) – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Nova exposição do Museu convida público a refletir sobre o tempo

Obras, que ficam disponíveis para visitação até 7 de fevereiro de 2026, convidam o público a refletir sobre as múltiplas formas de manifestação do tempo – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

O Museu Municipal de São José dos Campos inaugura, na próxima terça-feira (23), às 19h, a exposição “Geometria do Tempo: uma topografia do passado, presente e futuro”, da artista Fabíolla Canedo.

As obras, que ficam disponíveis para visitação até 7 de fevereiro de 2026, convidam o público a refletir sobre as múltiplas formas de manifestação do tempo. A entrada é gratuita.

Em “Geometria do Tempo: uma topografia do passado, presente e futuro”, a artista Fabíolla Canedo convida o visitante a refletir sobre a dimensão invisível que rege tudo o que existe: o tempo. “As coisas estão no tempo, e sem o tempo elas não seriam.” Essa afirmação, que à primeira leitura soa simples, é o ponto de partida para uma travessia delicada pelas materialidades que compõem as paisagens sensíveis da artista.

A curadoria da nova exposição do Museu Municipal é de Francela Carrera. A mostra tem financiamento do Fundo Municipal de Cultura.

Tempo

Deslumbramento ancestral de filósofos, poetas e cientistas, o tempo permanece um enigma aberto. Aqui, ele se manifesta em movimento, forma e textura. Ao longo de mais de 50 obras, entre pinturas, aquarelas, esculturas e videoarte, Fabíolla constroi um percurso que atravessa memórias, superfícies da pele e os ciclos da natureza.

Sua pesquisa não busca respostas definitivas, mas se dedica a revelar as camadas que habitam o corpo, a alma e a terra, por meio de suas passagens: às vezes discretas como marcas sutis, outras vezes profundas como cicatrizes expostas.

As obras operam como vestígios de uma arqueologia sensível. Falam de impermanência, finitude e transitoriedade, mas também de presença, eternidade e renascimento. Entre pedras, tintas e madeira, a artista esculpe o tempo como quem tenta apreendê-lo com as mãos, mesmo sabendo que basta um gesto efêmero para transformar a matéria em poesia.

Fabíolla Canedo constroi, assim, uma topografia onde o momento não é apenas medido, mas sentido. Neste território poético, a artista nos chama a caminhar pelas paisagens do tempo, para que cada visitante reconheça aquilo que permanece, aquilo que se transforma, e aquilo que ainda está por nascer.

O Museu Municipal funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Serviço

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29 – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Workshop no Museu Municipal apresenta tendência do audiovisual

Atividade acontece no Museu Municipal de São José dos Campos – Foto: PMSJC.

 

O Museu Municipal de São José dos Campos recebe, no próximo dia 26 de setembro, das 19h às 21h, workshop “Como estruturar seu projeto para parcerias e grandes players”, de Ricardo de Caroli, voltado para o setor audiovisual.

A atividade faz parte do programa Crie, do Sebrae-SP, em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

As inscrições devem ser feitas pelo link: https://forms.office.com/r/NrMFVu3Y9Y.

Com 15 anos de atuação no mercado audiovisual, Ricardo de Caroli desenvolveu sólida expertise em produção de conteúdo original, supervisão criativa e curadoria. Na A+E Networks Latin America, liderou a produção original das marcas History, H2, A&E e Lifetime no Brasil, assegurando a qualidade e a identidade das marcas em todas as etapas do processo — do desenvolvimento às entregas finais.

“Tenho compromisso de criar narrativas impactantes que ressoem com o público, contribuindo para o fortalecimento e crescimento das marcas no mercado brasileiro. O mercado audiovisual está cheio de boas ideias. A chegada de grandes players internacionais no Brasil impulsionou a produção, mas também acirrou a concorrência. Para se destacar é preciso ter um projeto bem estruturado do ponto de vista do conteúdo e da produção. Nesse workshop, será abordado como estruturar seu projeto, com foco no desenvolvimento, estratégia de parcerias e apresentação”, afirma Ricardo.

Capacitação

O audiovisual vai além do entretenimento: é uma indústria que movimenta bilhões de reais no Brasil e gera milhares de empregos diretos. Abrange setores como cinema, televisão, animação, publicidade, produção, distribuição, streaming, licenciamento, entre outros. O Crie Audiovisual oferece capacitações práticas, programas de desenvolvimento de negócios, ações de acesso a mercados e iniciativas que fortalecem comunidades e o ecossistema do setor.

“O programa Crie Audiovisual prevê a realização de workshops presenciais em diversas regiões do estado de São Paulo. A ideia é facilitar o acesso à formação audiovisual, levando conhecimento de ponta diretamente para o interior. Esses encontros são uma oportunidade para que realizadores desenvolvam seus projetos e se conectem com oportunidades e tendencias de mercado, fortalecendo o segmento em todo o estado”, disse Rafael Nery, gestor do programa CRIE Audiovisual.

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos

Pça. Afonso Pena 29
Inscrição: https://forms.office.com/r/NrMFVu3Y9Y
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

 

 

Filme premiado em Cannes será exibido no Cine do Centro

Obra teve seu lançamento no Festival de Cannes de 2022, onde ganhou o prêmio Un Certain Regard, uma das principais premiações do festival – Foto: Divulgação.

 

O filme francês “Les Pires – Os Piores” é a atração do Cine do Centro em setembro. O longa-metragem vai ser exibido no auditório do Museu Municipal, na próxima quarta-feira (17), às 19h. A entrada é gratuita, sem necessidade de retirada de ingresso.

A obra cinematográfica teve seu lançamento no Festival de Cannes de 2022, onde ganhou o prêmio Un Certain Regard, uma das principais premiações do festival.

O Cine do Centro é um projeto cultural de exibição gratuita de filmes franceses. Trata-se de uma parceria da Prefeitura de São José dos Campos e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo com a Aliança Francesa Vale do Paraíba.

O projeto integra o Circuito Cultural Central que fortalece as atividades do centro da cidade e que também faz parte do programa Urbaniza Centro.

O longa-metragem é exibido com legenda em português. Após a exibição do filme é aberto aos espectadores um bate-papo sobre a obra cinematográfica em português.

Classificação indicativa: 12 anos.

Sinopse

A história gira em torno de um grupo de adolescentes selecionados para atuar em um longa-metragem durante o verão no bairro periférico Picasso, em Boulogne-Sur-Mer, no norte da França. No bairro, todos ficam surpreendidos: por que razão foram escolhidos apenas “Os Piores”?

O filme conta a história das filmagens e das conexões que foram formadas durante elas.

Ficha técnica

Direção de Lise Akoka e Romane Gueret

Ano de lançamento: 2022

Duração: 1h39

Gênero: Comédia dramática

Elenco: Mallory Wanecque, Timéo Mahaut, Johan Heldenbergh

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos
Pça. Afonso Pena 29
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

 

 

CET terá programação para todos os gostos em setembro

Peça ‘Cada Um é Um’ reflete sobre inclusão e será atração no Centro de Estudos Teatrais – Foto: Divulgação.

Todo sábado de setembro, às 21h, o CET (Centro de Estudos Teatrais) apresenta uma atração da Temporada de Teatro. Serão três espetáculos em cartaz até o próximo dia 27. Tem duas palhaças procurando seu lugar no mundo, celebração de inclusão e respeito às diferenças e até investigação criminal. Confira a agenda:

Dia 13, às 21h – O manual de como encontrar um bom partido

A trama começa com a jornada da palhaça Funúncia em busca de um bom partido, mas aos poucos vai se encaminhando para um questionamento sobre as expectativas sociais impostas às mulheres. Com música, equilíbrio de pratos e números de mágica, além de muita interação com o público, a peça convida a plateia para rir e refletir.

Dia 20, às 21h – Cada um é um

Os palhaços músicos Vagalume, Pirilampa e Pisca-Pisca trazem sua energia contagiante para envolver o público com diversão e entretenimento com uma brincadeira cheia de surpresas e muita diversão. O ponto central da trama é a importância de valorizar as peculiaridades de cada indivíduo, mostrando como cada um é perfeito à sua maneira.

Dia 27, às 21h – Clara, onde está meu chá?

Jean Genet pode se revirar no túmulo, pois um ator está tentando desvendar quais seriam os motivos para cometer um crime inspirada em sua obra “As Criadas”.

As peças têm entradas gratuitas. A reserva do ingresso pode ser feita a partir de 48 horas antes do início, pelo site Eventbrite.

Serviço

Centro de Estudos Teatrais

Avenida Olivo Gomes, 100
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

 

Museu do Folclore lança 31º livro da Coleção Cadernos de Folclore

Carla Natureza em meio a exemplares do seu primeiro livro, que destaca a importância das ladainhas na Capoeira Angola – Foto: Divulgação.

 

 

“É incrível poder publicar este primeiro livro por meio de um projeto tão especial do Museu do Folclore. Eu vivo para a Capoeira e desde pequena vivencio esta manifestação da cultura popular. Para mim é muito importante ter esta publicação, pois significa um reconhecimento à esta expressão cultural”.

A declaração é da paulistana Carla Alves de Carvalho, 43 anos, a Carla Natureza, como é conhecida no meio da Capoeira, sobre o seu primeiro livro – Vozes do Sertão: A poética nas ladainhas da Capoeira Angola –, que será lançado no próximo dia 20, às 17h, durante a 11ª edição da Flim (Festa Literomusical de São José dos Campos).

A obra configura o 31º volume da Coleção Cadernos de Folclore, projeto do Museu do Folclore de São José dos Campos que visa informar e divulgar pesquisas relacionadas ao folclore e à cultura popular; viabilizado anualmente pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular) e Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Os volumes impressos da coleção são distribuídos gratuitamente durante o lançamento e também estão disponíveis para retirada na Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore. A coleção toda pode ser acessada digitalmente pelo site do museu.

Conteúdo

Livros serão distribuídos no lançamento | Foto: Divulgação

O 31º volume destaca a prática da Capoeira Angola em São José e contém versos específicos que são as ladainhas, transmitidas pela oralidade. “É um livro enriquecedor para a Capoeira, não só para os capoeiristas, mas para todos que gostam e apreciam a nossa história e a cultura popular”, enfatiza Carla Natureza.

A obra escrita por Carla foi baseada na sua pesquisa de mestrado – Versos, veredas e vadiação: uma viagem no mundo da capoeira –, onde abordou as ladainhas da Capoeira como expressão poética e social da oralidade viva. “Busquei abordar a voz que ecoa em roda e que se expressa por meio de versos”, esclarece.

Trajetória

Carla Natureza durante roda de Capoeira | Foto: Divulgação.

“Embora eu tenha nascido na capoeiragem, foi só na década de 2000 que conheci a Capoeira Angola numa festa de 7 de setembro, quando entrei para a faculdade na Unesp (Universidade Estadual de São Paulo) de Assis, onde me formei em Letras e obtive o mestrado em Literatura e Vida Social.

Carla é Contramestra de Capoeira Angola formada pelo Mestre Claudio Costa, fundador da Escola Angoleiros do Sertão, em Feira de Santana (BA). O grupo se ramificou em diversos núcleos pelo Brasil e pelo mundo.

“Desenvolvo meu trabalho com Capoeira desde 2014. O núcleo que lidero atua de maneira marcante no município, com rodas mensais na rua, treinos semanais, encontros anuais, projetos sociais, além de apresentações artísticas e culturais”, explica Carla Natureza.

Feira

A Flim (Festa Literomusical de São José dos Campos) acontece nos dias 19, 20 e 21 de setembro no Parque Vicentina Aranha, com realização da AFAC (Associação para o Fomento da Arte e da Cultura), Fundação Cultural Cassiano Ricardo e Prefeitura Municipal de São José dos Campos.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Semana das Figureiras terá atividades especiais em São José

O evento, realizado em três Casas de Cultura, celebra um dos pontos mais marcantes do Vale do Paraíba – Foto: Divulgação.

 

A Semana das Figureiras terá atividades especiais em São José dos Campos entre os dias 16 e 19 de setembro. O evento, realizado em três Casas de Cultura, celebra um dos pontos mais marcantes do Vale do Paraíba.

As comemorações começam na próxima terça-feira (16), às 13h30, na Casa de Cultura Chico Triste, na Vila Tesouro, região leste de São José. Será aberta uma exposição em homenagem à memória da Mestra Luciana Melo, vivência de modelagem em argila, além de uma roda de conversa com o público da Obra social do Padre Bonafé.

Na próxima quinta-feira (18), a partir das 18h, a Casa de Cultura Lili Figureira, no Jardim Santo Onofre, região sudeste de São José dos Campos, realiza uma série de atividades especiais em comemoração à data. Serão realizados uma oficina de argila e um bate-papo com os mestres do Coletivo Santo de Casa Figureiras, de São José.

E, para finalizar, na próxima sexta-feira (19), às 19h, será a vez da Casa de Cultura Eugênia da Silva, no Novo Horizonte, região leste da cidade, sediar as comemorações com a exposição “O Caminho das Figureiras” e também uma roda de conversas com as Mestras Figureiras.

Os eventos são gratuitos. Não é preciso reservar ingressos.

Figureiras

A tradição das figureiras começa com os freis Franciscanos do Convento Santa Clara, em Taubaté, que, no início do século 17, encomendaram figuras de presépio para as mulheres, alterando a tradição de homens montando presépios, como era desde o começo do costume, atribuído a São Francisco de Assis.

Com o tempo, as Figureiras começaram a retratar o mundo ao seu redor, com profissões, personagens da região, como os de Monteiro Lobato e animais, chegando no símbolo mais representativo dessa arte: o pavão.

Um dos maiores nomes da figuraria foi Maria Benedita dos Santos, conhecida como Lili Figureira, que dá nome à Casa de Cultura do Jardim Santo Onofre.

Lili era voluntária na igreja católica e se dedicou a restaurar uma peça de presépio, vinda da Europa, que estava abandonada no porão, começando sua história como figureira, apesar dos problemas motores que apresentava.

Serviço

Casa de Cultura Chico Triste

Milton Cruz, S/Nº – Vila Tesouro

Casa de Cultura Lili Figureira

Rua Roberto Aparecido Cruz, 40 – Santo Onofre

Casa de Cultura Eugênia da silva

Rua dos Carteiros, 110 – Novo Horizonte

WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

 

 

João Gordo agita Cine Rock em 26 de setembro

Repertório vai de Sidney Magal e Tim Maia a Reginaldo Rossi e Sá e Guarabyra – Foto: Divulgação.

 

O músico e apresentador João Gordo será atração em São José dos Campos no próximo dia 26 de setembro, às 20h, em mais uma edição do Cine Rock, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. A apresentação acontece no Palco do Arquivo e tem entrada gratuita.

No show Brutal Brega, ele usa do seu rock pesado para homenagear um dos ritmos mais brasileiros de todos os tempos: o brega. O repertório vai de Sidney Magal e Tim Maia a Reginaldo Rossi e Sá e Guarabyra.

O Cine Rock conta com food trucks durante toda a noite. A classificação indicativa do show é 18 anos.

João Gordo

João Gordo ganhou fama nacional como apresentador em programas da MTV, tendo o Gordo-a-Go-Go e o Gordo Visita como os mais lembrados. É, desde 1983, integrante da banda Ratos de Porão, referência em punk rock no Brasil e reconhecida internacionalmente.

Em 2022, lançou seu primeiro disco solo, o Brutal Brega, onde gravou covers de clássicos do ritmo no Brasil como Fuscão Preto, Tenho e Não Se Vá, essa última com participação da atriz Marisa Orth.

O álbum deu tão certo que João lançou um segundo volume, chamado Brutal Brega: MPB Mode, com mais uma seleção de covers, dessa vez mais abrangentes, vai desde Coroné Antônio Bento, de Tim Maia, a Morena Tropicana de Alceu Valença.

Serviço

Palco do Arquivo

Avenida Olivo Gomes, 100
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Museu abre inscrição para curso de História da Arte Ocidental

Ministrado pelo professor Guilherme Tosetto, curso proporciona uma imersão nos principais movimentos, estilos e obras que moldaram a arte ocidental – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre, na próxima segunda-feira (15), as inscrições para o curso de História da Arte Ocidental, que acontecerá no Museu Municipal de São José dos Campos.

As inscrições para as 120 vagas serão feitas exclusivamente pelo aplicativo São José Viva até 26 de setembro. Para participar, é necessário ter no mínimo 16 anos.

A confirmação da matrícula se dará pela ordem de inscrição.

As aulas começam no dia 6 de outubro, às 19h.

Ministrado pelo professor Guilherme Tosetto, o curso proporciona uma imersão nos principais movimentos, estilos e obras que moldaram a arte ocidental, desde as primeiras civilizações até a contemporaneidade.

Os participantes irão explorar o desenvolvimento artístico por meio de referências visuais e com análise crítica das obras mais influentes do período.

As aulas incentivarão discussões sobre as transformações culturais e sociais que influenciaram a produção artística, permitindo que alunos compreendam as diferentes abordagens e técnicas que definiram a evolução da arte ao longo dos séculos.

Professor

Guilherme Tosetto é pesquisador e curador independente. Doutor em Belas Artes pela Universidade de Lisboa, mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp, especialista em Fotografia, e graduado em Comunicação Social pela Universidade de Londrina. Atualmente, trabalha como editor de imagem e é professor no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Temas abordados

– Introdução à História da Arte e as Origens da Arte Ocidental

– A Arte Clássica – Grécia e Roma

– A Arte Medieval

– O Renascimento na Itália

– O Renascimento no Norte da Europa

– O Barroco e o Rococó

– O Neoclassicismo e o Romantismo

– O Realismo e o Impressionismo

– As Vanguardas do Século XX

– A Arte Moderna e Contemporânea

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório

Praça Afonso Pena, 29, Centro

WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Museu do Folclore realiza Mostra Rios, com exibição de 2 filmes

A atriz Diana Mattos faz o papel de Betânia, protagonista no filme com o mesmo nome. O longa tem 2h03 de duração – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos realiza, nos dias 6 e 13 deste mês, a Mostra Rios, com a exibição gratuita de dois filmes de longa duração que serviram de referência para a definição do tema (Paraíba do Sul: Caminhos do rio, vozes do vale) e da programação do Mês do Folclore deste ano.

O primeiro filme a ser exibido será Betânia, dia 6, às 17h, no Museu Municipal de São José dos Campos, com direção de Marcelo Botta. O segundo, O rio do meu quintal, dirigido pelo diretor Daniel Felipe Paiva, será exibido no Museu do Folclore, dia 13, às 15h. Não há necessidade de reserva ou retirada de ingressos.

Sinopse

Betânia retrata a história de uma mulher de 65 anos, matriarca de uma grande família que trabalha como parteira. Após a morte do marido, suas filhas a convencem a voltar para a aldeia onde nasceu e onde o resto da família ainda vive, na orla das dunas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses.

Movida pelo som ancestral do Bumba Meu Boi e pela força da comunidade, Betânia tenta reconstruir sua vida e renascer, deixando para trás uma vida simples e agrária, encontrando uma sensação de pertencimento nesse lugar marcado pela mistura da modernidade e da tradição.

Em meio a esta nova realidade, a mulher encara os desafios e os confortos de uma existência com internet e energia elétrica, uma mudança que também a coloca no caminho de uma transformação pessoal.

Ficha Técnica

Direção: Marcelo Botta. Elenco: Diana Mattos (Betânia), Tião Carvalho, Caçula Rodrigues, Nádia D’Cássia, Michelle Cabral, Ulysses Azevedo, Vitão Santiago, Enme Paixão e Rosa Ewerton Jara. Roteiro: Marcelo Botta. Duração: 2h03. Gênero: Drama. Acessibilidade: Audiodescrição, Legenda descritiva e Libras. Classificação: 12 anos.

Sinopse

O Rio do Meu Quintal é um documentário sobre a relação da população local com o Rio Paraíba do Sul. Histórias de vida da população ribeirinha, lendas, causos e esforços para a conservação ambiental na região são contadas a partir da cidade de Jacareí (SP).

Em tom poético-reflexivo, o filme revela, por meio de imagens históricas e da fala de moradores e ambientalistas, os contrastes de gerações que lutam pela preservação de um dos principais rios do Brasil.

Ficha Técnica

Direção: Daniel Felipe Paiva. Produção: Moeté Filmes. Pesquisa e Roteiro: Érico Pagotto e Daniel Felipe Paiva. Direção e Produção Executiva: Daniel Felipe Paiva. Direção de Fotografia: Glaucia Faria. Acessibilidade: Audiodescrição, Legenda descritiva e Libras.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

 

Sábados Musicais terá mistura de ritmos e homenagem a Djavan

Cinthia Jardim sobe ao palco do Cine Teatro para o show Canta Moça – Foto: Divulgação.

 

A programação de setembro do projeto Sábados Musicais está repleta de gêneros musicais presentes na cultura brasileira. Do forró ao samba rock, o palco do Cine Teatro Benedito Alves ficará mais animado e dançante com as atrações preparadas pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A agenda vai até 27 de setembro, quando acontece o show “Samba das Alagoas”, uma homenagem ao compositor Djavan (confira abaixo a programação completa).

As apresentações musicais têm ingressos gratuitos e solidários, com a doação de um pacote de fubá ou trigo.

Os ingressos ficarão disponíveis para retirada neste link.

Confira a programação completa

6 de setembro, às 20h – Caliente Jazz

Repertório dançante com influências latinas e ciganas, ora das Américas e ora da Europa Cigana (Bélgica, França e Romênia).

Classificação indicativa: Livre

13 de setembro, às 20h – Nilton Blau e Cabelo de Milho

Show dançante e interativo com a sonoridades das vozes e instrumentos musicais, como viola, cavaco, violão, acordeon e percussão, que trazem o ritmo marcante do Vale do Paraíba com suas Folias, Cheganças, Forró de Beira Rio e Pé de Serra, Sambas de Roça, Maxixes, Marchinhas e o Rastapé. Além de canções autorais de Nilton Blau.

Classificação indicativa: Livre

20 de setembro, às 20h – Canta Moça

Grupo artístico: Cinthia Jardim e Banda

Canta Moça, além de apresentar canções inéditas de Cinthia Jardim, traz canções de mulheres da região, como Lígia Kamada, Maysa Ohashi, Julie Ramos e Megh Stock, a última tem parceria com Cinthia em inúmeras canções, duas delas fazem parte deste show. Canta Moça pretende propagar a narrativa feminina e ainda faz um recorde das principais músicas da carreira da artista, navegando pela diversidade da música popular brasileira; samba-rock, samba canção, reggae, salsa, pop, maracatu e delicadezas.

Classificação indicativa: 16 anos

27 de setembro, às 20h – Samba das Alagoas

Grupo artístico: Marcelo Mariano convida Samjazz Trio

“Samba das Alagoas” é um show em homenagem ao compositor Djavan, trazendo um recorte dos sambas que marcaram a carreira desse artista consagrado, desde canções mais conhecidas, como Flor de Lis, Serrado e Fato Consumado, até temas considerados lado B do compositor, como Samba Dobrado, Alagoas e Limão. Um show de samba alegre, sofisticado e moderno, com a linguagem do jazz e repleto de improvisos trazendo o romantismo implícito nas canções do artista.

Classificação indicativa: Livre

Serviço

Cine Teatro Benedito Alves
Rua Rui Dória, 935 – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

FCCR divulga programação de espetáculos teatrais no Cine Teatro

O espetáculo ‘As Artes e Malasartes, A Viagem de Pedro Malasartes’ acontece em dois sábados da programação – Foto: Divulgação.

 

O Cine Teatro Benedito Alves, na região central de São José dos Campos, abre as portas em setembro para o mundo de aventuras de Pedro Malasartes e, também, para o divertidíssimo show de Fununcia e Panqueca. A programação do projeto Sexta Encena, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, está imperdível e com espetáculos para toda a família.

E no dia 21 (domingo), o projeto Algodão Doce terá uma atração voltada para a criançada: A Fabulosa Caravana Sr. Malaquias.

Os espetáculos têm ingressos gratuitos e solidários, com a doação de um pacote de fubá ou trigo.

Os ingressos ficarão disponíveis para retirada neste link.

Confira a programação

5 de setembro, às 20h – As Artes e Malasartes, A Viagem de Pedro Malasartes

O espetáculo “As Artes e Malasartes, A Viagem de Pedro Malasartes”, é baseado em contos populares do personagem Pedro Malasartes, muito presente na cultura popular brasileira. No espetáculo, Pedro Malasartes resolve conhecer o outro lado da vida partindo em uma viagem para o além, já que ninguém volta para dizer como é. Em meio a essa aventura Pedro chega em uma encruzilhada onde Deus e o Diabo se desesperam e tentam empurrá-lo um para o outro, pois nenhum deles quer ficar com Pedro. Então Deus e o Diabo resolvem então disputá-lo em um calango.

Grupo Artístico: Teatro do Rinoceronte

Classificação indicativa: Livre

12 de setembro, às 20h – As Artes e Malasartes, A Viagem de Pedro Malasartes

O espetáculo “As Artes e Malasartes, A Viagem de Pedro Malasartes”, é baseado em contos populares do personagem Pedro Malasartes, muito presente na cultura popular brasileira. No espetáculo, Pedro Malasartes resolve conhecer o outro lado da vida partindo em uma viagem para o além, já que ninguém volta para dizer como é. Em meio a essa aventura Pedro chega em uma encruzilhada onde Deus e o Diabo se desesperam e tentam empurrá-lo um para o outro, pois nenhum deles quer ficar com Pedro. Então Deus e o Diabo resolvem então disputá-lo em um calango.

Grupo Artístico: Teatro do Rinoceronte

Classificação indicativa: Livre

19 de setembro, às 20h – Le Classique Show

Funúncia e Panqueca decidem contar as mais clássicas histórias infantis de todos os tempos. E para isso investem todo seu charme e elegância (mais ou menos isso) nessa empreitada. Porém, sempre há um, porém, ao iniciarem com a famosa história de “Cinderela”, Funúncia percebe que algo errado não está certo e resolve por a “boca no trompete”, ou seria “boca no trombone”? Bem… de qualquer forma as duas começam a perceber os absurdos que que beiram a loucura nos famosos contos de fada.

Grupo Artístico: Gran Cirque de Duá

Classificação indicativa: Livre

Algodão Doce (domingo)

21 de setembro, às 17h – A Fabulosa Caravana Sr. Malaquias

O espetáculo “A Fabulosa Caravana de Seu Malaquias”, tem como base o teatro de Mamulengos, Seu Malaquias que chega com sua trupe tocando e cantando, e apresenta suas atrações, entre elas, um “Desafio de Embolada”, um “Encantador de Cobras”, “O Mágico Mister Lantejoula”, e “Cobra Gigante”, que encerra a apresentação convidando o público a brincar de roda, com ritmos e canções populares.

Grupo Artístico: Boneco Vivo

Classificação indicativa: Livre

26 de setembro, às 20h – No palco com Lélia Abramo

A partir de pesquisas e entrevistas realizadas pela Cia Teatro da Cidade, o espetáculo solo percorre a vida e carreira da atriz brasileira Lélia Abramo (1911-2004). A montagem parte do princípio de um encontro entre as atrizes ocorrido em 1990, no apartamento da rua Avanhandava, em São Paulo, onde Lélia Abramo morou até o fim de sua vida. Tendo como pretexto essa vivência, que durou 24 horas, a história é narrada ora sob o ponto de vista da Lélia, ora sob o ponto de vista da Andreia.

Grupo Artístico: Cia Teatro da Cidade

Classificação indicativa: 16 anos

Serviço

Cine Teatro Benedito Alves

Rua Rui Dória, 935 – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Casa Flávio Craveiro terá programação especial voltada à dança

Espetáculo ‘Curtos Espaços, Espaços Curtos’ reflete sobre como o ser humano é adaptável – Foto: Divulgação.

 

A Casa de Cultura Flávio Craveiro, no bairro Dom Pedro, região sul de São José dos Campos, terá duas edições especiais do projeto Sexta Encena neste mês.

Serão dois espetáculos de dança nesta sexta-feira (5) e no próximo dia 12 em sintonia com o Festidança, que acontece na cidade de 5 a 13 de setembro.

Nesta sexta (5), serão duas apresentações de “A Menina do Riacho”, às 9h e às 14h.

O espetáculo narra a história de amor entre Ritinha e Pedro, o pescador. Ritinha decide fazer uma campanha para limpar a água do rio, poluída pelos homens, para fazer seu amado voltar a pescar em águas limpas e continuar por perto.

Na próxima sexta (12), o espetáculo “Curtos Espaços, Espaços Curtos” será apresentado às 19h. Criado durante a pandemia, a coreografia reflete os movimentos que os dançarinos precisavam fazer com seus corpos e em suas casas, para adaptar as lições e ensaios de dança ao espaço caseiro, trazendo à cena as reflexões e inquietações sobre a capacidade de moldar o ser humano e seu ambiente.

A entrada é gratuita, sem necessidade de reservar ingressos.

Serviço

Casa de Cultura Flávio Craveiro

Avenida Lenin, 200 – Dom Pedro I
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Semana das Figureiras terá atividades especiais

A comemoração envolve uma oficina de argila e um bate-papo com os mestres do Coletivo Santo de Casa Figureiras – Foto: Divulgação.

 

A Casa de Cultura Lili Figureira, no Jardim Santo Onofre, região sudeste de São José dos Campos, realiza em 18 setembro uma série de atividades especiais em homenagem à Semana das Figureiras.

A comemoração envolve uma oficina de argila e um bate-papo com os mestres do Coletivo Santo de Casa Figureiras, de São José.

O evento é gratuito. Não é preciso reservar ingressos.

Figureiras

A tradição das figureiras começa com os freis Franciscanos do Convento Santa Clara, em Taubaté, que, no início do século 17, encomendaram figuras de presépio para as mulheres, alterando a tradição de homens montando presépios, como era desde o começo do costume, atribuído a São Francisco de Assis.

Com o tempo, as Figureiras começaram a retratar o mundo ao seu redor, com profissões, personagens da região, como os de Monteiro Lobato e animais, chegando no símbolo mais representativo dessa arte: o pavão.

Um dos maiores nomes da figuraria foi Maria Benedita dos Santos, conhecida como Lili Figureira, que dá nome à Casa de Cultura do Jardim Santo Onofre.

Lili era voluntária na igreja católica e se dedicou a restaurar uma peça de presépio, vinda da Europa, que estava abandonada no porão, começando sua história como figureira, apesar dos problemas motores que apresentava.

Parcerias ajudam a enriquecer programação do Mês do Folclore

Alunos passam pela estação Amanhã do rio, em parceria do Museu do Folclore com o projeto Ecomuseu dos Campos de São José – Foto: Divulgação.

 

Parcerias firmadas pelo Museu do Folclore de São José dos Campos ajudaram a enriquecer a programação do Mês do Folclore e contribuíram imensamente para concretizar o tema definido para este ano: Paraíba do Sul: Caminhos do rio, vozes do vale.

Esta é a última semana (de 26 a 29) da programação, que teve início no dia 12 de agosto, com a inscrição de 25 escolas (públicas e privadas) e 8 instituições, num total de 3.453 pessoas (entre crianças, jovens e adultos).

Ecomuseu

Uma destas parcerias foi firmada com o projeto Ecomuseu dos Campos de São José, que viabilizou a estação Amanhã do rio, que possui estrutura triangular feita de bambu e um emaranhado de fios que remete às redes de pesca. Nela, os participantes receberam informações sobre nascentes, estudos de qualidade da água e ODS.

O projeto Ecomuseu também é gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, que faz a gestão do Museu do Folclore.

Detentores de saberes

O percussionista Nilton Blau | Foto: Divulgação.

Nilton Blau: percussionista, violeiro, violonista compositor, cantador, musicista versátil, que no Mês do Folclore compartilhou seus saberes, músicas e histórias na estação Piraquara.

A figureira Tina Lemos | Foto: Divulgação.

Tina Lemos: educadora, artesã e figureira que também compartilhou suas vivências na estação Piraquara, convidando os participantes a experenciarem a modelagem em argila.

Quati (João Ramos): pescador profissional, frequentou o Rio Paraíba do Sul na infância, com sua família de pescadores. Participou da construção das canoas para o Mês do Folclore e emprestou elementos para a cenografia, bem como compartilhou seus saberes na estação Piraquara.

Outras parcerias

Moeté Filmes: captação sonora do Rio Paraíba (feita para o documentário O Rio no Meu Quintal) ouvida na estação imersiva O rio que fala.

Brincadeiras com a “cobra coral” | Foto: Divulgação.

Coletivos Macamba N’Goma e Tropa do Vale: empréstimo da “cobra coral” (peça criada para o espetáculo Folia do Boi de Cabaça nas trilhas abertas do Morro do Carrapato), colocada na estação O amanhã do rio e na roda de encerramento da trilha.

“Cobra grande” na trilha interativa | Foto: Divulgação.

Grupo Batucaia e Museu de Antropologia do Vale: empréstimo da “cobra grande” (criada pelo grupo de Jacareí), que fez parte do percurso da trilha interativa.

Cíntia Moreira: arte-educadora, atriz, formadora de professores e narradora de histórias (graduada em Educação Artística, mestra em Educação, habilitada em Artes Cênicas e Magistério, especialista em Arteterapia e Narração).

Explora histórias sobre a origem, mistérios e seres encantados do Rio Paraíba do Sul, que muito contribuíram com a construção simbólica e conceitual da proposta do Mês do Folclore deste ano.

Dona Antonia (Antonia Ramos): parteira tradicional e moradora antiga da comunidade Beira Rio. Valoriza os saberes tradicionais, defende a preservação da natureza e se preocupa em transmitir esses valores às novas gerações.

Seus saberes compartilhados com a equipe de pesquisa do museu foram fundamentais para a construção da proposta narrativa do Mês do Folclore.

Instituto Chão Caipira (Paraibuna): contribuiu com fotografias selecionadas do seu acervo, para as estações O Rio que Fala e Piabas e Lambaris.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

 

Museu do Folclore de SJC

Museu do Folclore recebe mais de 4.500 pessoas em julho

Atividade do Férias no Museu, realizada em julho, reuniu 1.320 pessoas, entre crianças e adultos durante uma semana inteira – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos recebeu em julho, 4.521 pessoas, a maioria – 2.722 – como visitante da exposição de longa duração (2.208), da Biblioteca Maria Amália Côrrea Giffoni (238) e da brinquedoteca (276). Outras 1.799 participaram de diferentes atividades.

Entre as visitas espontâneas, 1.433 pessoas foram de São José, 661 de outros estados (21) e cidades (135); e 23 vindas de países como dos Estados Unidos (4), Holanda (4), Espanha (3), França (3), Inglaterra (3), Suécia (3), Arábia Saudita (1), Argentina (1) e Portugal (1).

As visitas agendadas somaram 91 pessoas, sendo 58 da Emefi Vera Lúcia, 11 do Colégio Hexagonal de Jacareí e 11 da instituição Brincando com a Tia Anne.

Atividades

Entre as atividades realizadas no mês, o Férias no Museu reuniu o maior número de pessoas: 1.320 (entre crianças e adultos); seguido do Museu Vivo (370), Oficina de Teatro Mamulengos (32), Roda de Fazeres (30), Terças com Museologia (29), Atividade de formação (11) e Grupo de Estudos (7).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. O museu está instalado desde 1997 no Parque da Cidade, em Santana.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Jongo e exposição entram na agenda cultural no Novo Horizonte

Além do Jongo, o grupo também atua na afirmação e valorização da identidade negra e no despertar da igualdade racial – Foto: Divulgação.

 

Em comemoração ao Mês do Folclore, o grupo de jongo Mistura de Raça se apresenta na Casa de Cultura Eugênia da Silva (Novo Horizonte), no próximo dia 16, às 19h30. Na ocasião, será aberta a exposição “Preta Pele – Olhares Transversais entre Brasil e Angola”, produzida pelo multiartista Charles Kray.

O grupo Mistura da Raça é formado pelo núcleo familiar que traz na identidade os cantos, danças, toques de tambor, saberes orais e os demais fundamentos da manifestação Cultural como herança ancestral. Além do Jongo, o grupo também atua na afirmação e valorização da identidade negra e no despertar da igualdade racial.

O evento e a exposição são gratuitos. Não é necessário reservar ingressos. A exposição fica em cartaz até o dia 12 de setembro.

Exposição

O projeto Preta Pele surgiu da amizade do artista Charle Kray com o colega de profissão angolano Zuma Dombauxi.

Durante a pandemia de covid-19, Charles expandiu sua rede de contatos no Facebook, com as sugestões de amizades que chegavam da cidade de Luanda. Foi então que o interesse e troca de conversas surgiram e, em um destes diálogos, Charles sugeriu fazer um retrato de uma recém-amiga. E todo dia compartilhava o processo de pintura. Tal ato aliviava as dores do isolamento. E foi então que outros retratos foram produzidos. Após isso, Zuma decidiu dar um novo olhar ao projeto, pintando pessoas de São José dos Campos.

A primeira exposição tinha 12 retratos de angolanos, feitos por Charles e quatro de brasileiros, pintados por Zuma. Para a exposição atual, na Casa de Cultura Eugênia da Silva, quatro novos joseenses, mais especificamente moradores do bairro Novo Horizonte, foram retratados na arte de Zuma.

O projeto Preta Pele – Olhares Transversais entre Brasil e Angola, cumpre o seu papel de dar visibilidade às pessoas afro-descendentes que se destacam nas comunidades Joseenses.

Grupo de Jongo Mistura de Raça

Desde 2018, o Grupo realiza um Projeto Social no Bairro Jardim Coqueiro, região leste de São José dos Campos, no Ponto de Cultura e Memória Jongo Mistura da Raça, oferecendo atividades continuadas às comunidades do entorno (Jardim São José 1 e 2, Residencial Frei Galvão e Jardim Santa Inês 1, 2 e 3), oferecendo aulas de Jongo, Capoeira, Ballet, Jazz e Teatro.

Serviço

Casa de Cultura Eugênia da Silva

Rua dos Carteiros, 110, Novo Horizonte
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Sexta Encena chega com espetáculos para todos os gostos

Panqueca Solamente – Um Espetáculo Dramáteco’, da Cia Los Trancos e Barrancos, abre a programação de agosto – Foto: Divulgação.

 

A programação teatral de agosto, no Cine Teatro Benedito Alves, na região central de São José dos Campos, terá espetáculos para todos os gostos. As atrações, que integram o Sexta Encena, acontecem nos dias 1º, 8, 15 e 22 de agosto, às 20h.

Todas as peças têm ingressos gratuitos e solidários, com a doação de um pacote de fubá ou trigo, que serão destinados ao Fundo Social de Solidariedade.

Os ingressos ficarão disponíveis para retirada neste link, dois dias antes do evento.

Programação

Dia 1° de agosto, às 20h – “Panqueca Solamente – Um Espetáculo Dramáteco”

Grupo Artístico: Los Trancos e Barrancos

Classificação: 16 anos

O espetáculo narra a história de uma palhaça que, diante das dificuldades da vida, nunca perde a esperança. Após ter sido trocada por uma “atriz” mais jovem e despejada de seu antigo grupo de teatro, vê-se na rua – sem casa, sem dinheiro e sem ter o que comer. Resolve então apresentar alguns de seus mais importantes números: “Julieta sem Romeu”, Dança Sapateado, “A loucura de Lady Má-cbeth” e, como “gran finale”, a apresentação teatral de “A morte de Cleópatra”.

Dia 8 de agosto, às 20h – “Sonhos de Francisco – Contos do Vale”

Grupo Artístico: Contos do Vale

Classificação: Livre

A história narra as aventuras de três personagens, Francisco, Maria e Zé, que de forma lúdica trazem ao público reflexões sobre o cuidado com a natureza e a preservação da cultura popular da região do Vale do Paraíba. O espetáculo “Sonhos de Francisco, contos do Vale do Paraíba”, é uma adaptação autoral do livro de mesmo nome do escritor e filósofo Marcelo Fernandes.

Dia 15 de agosto, às 20h – “Vô Voar”

Grupo Artístico: Los Trancos e Barrancos

Classificação: Livre

Batata deve realizar uma tarefa muito importante para seu avô. Para isso, precisa escalar uma montanha muito alta na companhia de uma companheira nada habilidosa, Panqueca. Ela, no entanto, tem outro interesse em fazer a escalada. A jornada será de desafios e aprendizados. Será que conseguirão realizar os seus objetivos?

Dia 22 de agosto, às 20h – Maria Peregrina

Grupo Artístico: Cia Teatro da Cidade

Classificação: 16 anos

A partir de pesquisas da Cia Teatro da Cidade, o dramaturgo Luís Alberto de Abreu, escreveu o texto, utilizando-se de fatos e episódios levantados sobre a personagem, transformando o espetáculo em três histórias distintas que narram o universo de Maria Peregrina: uma grande paixão e que termina de forma trágica, um divertido julgamento do caipira Tiodorzinho e o drama de uma mãe que perdeu seu filho e peregrina no Vale do Paraíba para encontrá-lo.

Serviço

Cine Teatro Benedito Alves da Silva

Rua Rui Dória, 935 – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Domingo no Parque terá palhaçaria, princesas e piratas em agosto

Espetáculo Reprise será apresentado no dia 25 – Foto: Divulgação.

 

O projeto Domingo no Parque, que oferece espetáculos infantis semanalmente na Arena do Parque da Cidade, definiu a programação de agosto com muita palhaçaria, animais falantes, piratas, princesas e contação de histórias.

As atividades, todos os domingos, às 15h, são gratuitas e para toda a família.

O Domingo no Parque, desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, além de animar o fim de semana dos frequentadores do Parque da Cidade ainda dá oportunidades aos atores, grupos e companhias representantes do teatro joseense e da região

Confira a programação de agosto

Dia 3, às 15h – Cem Histórias Sem Palavras

Um palhaço e uma palhaça chegam ao mesmo tempo em uma estação de trem. Esse encontro inesperado estimula uma série de trocas cômicas e cativantes que permite a eles se reconhecerem em suas diferenças. Mágica, música, malabarismo e mímica criam uma brecha poética no tempo, na qual muitas histórias podem ser contadas sem palavras.

Dia 10, às 15h – Tem Tigre, Tem Hiena, Cuidado com a Coelha

Uma coelha faminta, que vive à procura de uma cenoura, tenta fugir das garras do tigre e da hiena que juntam forças para fazer da coitada o prato principal. Um incêndio na floresta une os três para conter o fogo. A coelha com sua esperteza livra-se do perigo. Mostrando aos dois que mesmo com suas diferenças é possível viver em união. A peça retrata os problemas com a natureza, como queimadas, caça, devastação, poluição dos rios e falta de água.

Dia 17, às 15h – Os piratas na ilha do tesouro perdido

Depois de perderem os seus navios, os piratas chegam a ilha em busca do grande tesouro. Valentes e destemidos, mas muito atrapalhados, trazem comicidade a ação. Na corrida para encontrarem o baú do tesouro, encontram a menina Ariel que tem em seu poder uma parte do mapa. A partir daí, começa uma eletrizante e cômica aventura.

Dia 25, às 11h – Onde Anda o Boi Jacá (Projeto Teatro nos Parques – PROAC)

Neste espetáculo andante de contação de histórias, crianças e adultos são convidados pelos brincantes a adentrar pelo jogo do faz de conta no universo do Boi Jacá, brinquedo popular nascido e criado na cidade de Pindamonhangaba. A cada parada, um encontro inusitado – personagens, que fazem parte da narrativa popular, relatam seus fragmentos de memórias, que vão se costurando como uma colcha de retalhos.

Dia 25, às 15h – Reprise (Projeto Teatro nos Parques – PROAC)

Prontos para iniciar sua apresentação, dois palhaços descobrem que foram contratados para o mesmo local, no mesmo horário, pela mesma pessoa. Depois de muitas tentativas de provar um para o outro quem é o melhor no picadeiro, decidem realizar o trabalho juntos. Desta forma percebem durante o show que seus talentos se somam, além de ser uma boa oportunidade de renovar o repertório.

Dia 31, às 15h – Rapunzel, Rabanete

O espetáculo de fantoches conta a história de uma menina que tem o destino influenciado por rabanetes cultivados por uma velha bruxa. Ela vive aprisionada em uma torre e, para manter a sua sobrevivência, deixa os seus cabelos crescerem.

Todos os espetáculos são gratuitos, sem necessidade de reserva de ingressos.

Serviço

Arena do Parque – Parque da Cidade

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

 

Projeto Sábados Musicais define programação de agosto

Palco do Cine Teatro Benedito Alves receberá uma programação repleta de música brasileira e muito rock – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

O palco do Cine Teatro Benedito Alves, na região central de São José dos Campos, receberá uma programação repleta de música brasileira dos anos 1980 e 1990, além de rock dos anos 1970. As atrações fazem parte do Sábados Musicais, que acontecem sempre às 20h.

Todos os espetáculos têm ingressos gratuitos e solidários, com a doação de um pacote de fubá ou de trigo, que serão destinados ao Fundo Social de Solidariedade.

Os ingressos ficarão disponíveis para retirada neste link, dois dias antes de cada evento.

Programação

Dia 2 de agosto, às 20h – Congo Square

Grupo Artístico: Renato Felix Quarteto

Classificação: Livre

Renato Felix Quarteto apresenta um show com músicas do primeiro álbum do grupo, intitulado “Congo Square”, compostas pelo saxofonista Renato Felix e outras canções composições dos demais integrantes do quarteto. O show tem como característica principal a linguagem da improvisação com um repertório que destaca as principais estruturas rítmicas do jazz e da música brasileira. Todos os integrantes têm papéis relevantes na construção do som do quarteto, nos arranjos e nos improvisos.

Dia 9 de agosto, às 20h – “Axxioma 25 anos”

Grupo Artístico: Banda Axxioma

Classificação: Livre

O show “Axxioma 25 anos” é um espetáculo especial em comemoração aos 25 anos de atividades da banda, tocando músicas dos seus álbuns, como forma de revisitar toda sua trajetória. As músicas mostram influência do rock progressivo dos anos 70, até a sonoridade mais moderna das bandas dos anos 90. A banda também apresentará músicas inéditas de seus próximos projetos.

Dia 16 de agosto, às 20h – Edsom Souza e Banda Revolução Psicológica canta Raul Seixas e Zé Ramalho

Classificação: Livre

O projeto tem como concepção a apresentação de canções inéditas do cantor e compositor Edsom Souza, e também uma singela homenagem à dois ícones da música brasileira, Raul Seixas e Zé Ramalho. O show é produzido por Edsom Souza com objetivo de oferecer a cena musical Joseense um produto inédito e de qualidade.

Serviço

Cine Teatro Benedito Alves da Silva

Rua Rui Dória, 935 – Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Cine Santana exibe clássicos de Hitchcock em agosto

Ingrid Bergman interpreta a Drª Constance Petersen em ‘Quando Fala o Coração’ – Foto: Divulgação.

 

O Cine Santana exibe, em agosto, filmes clássicos dirigidos por Alfred Hitchcock, considerado um dos melhores diretores de todos os tempos e mestre do suspense.

As sessões, que acontecem em parceria com o Pontos MIS, são gratuitas sem necessidade de ingresso.

Os filmes serão exibidos em nos dias 11, 18 e 25 de agosto, sempre às 19h30. A lista inclui Rebecca, Suspeita e Quando Fala o Coração.

Confira a programação

Dia 11, às 19h30 – Rebecca (1940) – 12 Anos

Uma jovem de origem humilde se casa com um rico viúvo, que vive atormentado pelas lembranças de sua falecida mulher, Rebecca. Ao mudar-se para a mansão do marido, a jovem começa a descobrir segredos sobre o passado do marido.

Dia 18, às 19h30 – Suspeita (1941) – 16 Anos

Entre paixão, segredos e dinheiro, o relacionamento de Lina McLaidlaw e Johnnie Aysgarth começa a ser abalado por uma desconfiança: Johnnie é um assassino?

Dia 25, às 19h30 – Quando Fala o Coração (1945) – 16 Anos

Dra. Constance, psicóloga em uma clínica, desconfia da identidade de um novo médico. O filme aborda mistérios da mente humana e psicanálise.

Todos os filmes são legendados, a entrada nas sessões é gratuita, não necessita reserva de ingressos.

Serviço

Cine Santana

Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Fundação Cultural tira dúvidas sobre atividades via Whatsapp

 

A ideia é facilitar o contato com os munícipes, de modo simples e objetivo – Foto: Divulgação.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo agora está no WhatsApp. A ferramenta de gestão vai estreitar os laços com os consumidores de cultura da cidade, que poderão tirar dúvidas sobre eventos e atividades realizadas pela instituição.

Basta mandar uma mensagem para o número (12) 99740-4427 e iniciar a conversa.

O novo contato é somente para tirar dúvidas sobre eventos, shows, workshops, ações formativas, apresentações, editais e festivais que fazem parte da programação da FCCR.

A ideia é facilitar o contato com os munícipes, de modo simples e objetivo. As mensagens serão respondidas entre 9h e 17h.

A ação também marca o início do serviço de Busca Ativa direcionada para a área da cultura.

Busca ativa 

É uma estratégia proativa de identificação e abordagem de pessoas, grupos ou situações que precisam de determinado serviço, apoio ou informação, mas que, por diferentes motivos, não chegam espontaneamente até a instituição.

Serviço

Fundação Cultural Cassiano Ricardo

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana, São José dos Campos – SP
Telefone: (12) 3924-7300
Contato whatsapp: 12 99740-4427

Retalhos de Quimera reúne poemas de Jotapê Oliveira

O livro é resultado de um trabalho conduzido pela filha, a ilustradora Magô Pool – Foto: Divulgação.

 

Um desejo acalentado há 15 anos tornou-se realidade e será conhecido no dia 5 de agosto, com o lançamento do livro Retalhos de Quimera. O momento acontecerá a partir das 19h, na Casa de Cultura Rancho do Tropeiro Ernesto Vilela (Rua Ambrósio Molina, 184, Eugênio de Melo) e será acompanhado de um sarau.

A obra reúne poemas inéditos do joseense José Pedro de Oliveira, conhecido como Jotapê Oliveira, e é resultado de um trabalho conduzido pela filha Maria Goretti Porto de Oliveira, a ilustradora Magô Pool. O livro foi organizado e ilustrado por ela, numa homenagem à trajetória literária do pai.

Jotapê nasceu em Eugênio de Melo e trabalhou a vida inteira como metalúrgico, o que não o impediu de expressar sua criatividade por meio da poesia desde a década de 1970. Era escritor autodidata e faleceu em 2011, aos 67 anos, deixando décadas de escrita e centenas de poemas e sonetos.

Coletânea

Em 2010, já debilitado pela idade, Jotapê passava seus dias escrevendo poesias em um caderno. Para celebrar o talento do pai, Magô criou uma coletânea simples e distribuiu para os familiares numa tarde de autógrafos. Os poemas e o nome Retalhos de Quimera foram escolhidos pelo próprio autor.

“Na época, não tínhamos condições de produzir um livro com alta qualidade, mas comemorar com a família aquele momento foi muito importante para todos nós”, enfatiza Magô.

Livro

Retalhos de Quimera é um encontro entre gerações, onde a poesia de Jotapê Oliveira se entrelaça com as ilustrações de Magô Pool, gerando um diálogo profundo e atemporal. A sensibilidade do poeta autodidata se une ao olhar artístico da filha, resultando em uma experiência única.

Jotapê, com sua escrita lírica e cativante, aborda temas universais, como amor, sonhos e a simplicidade da vida, sempre com um toque de humanidade. Magô, por sua vez, traduz esses sentimentos em ilustrações que complementam e ampliam os versos, transformando cada poema em uma experiência visual e sensorial.

O livro foi viabilizado pela Lei Aldir Blanc, por meio de edital de 2024 da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e será distribuído gratuitamente no dia do lançamento.

Organizadora

Magô Pool é cartunista, roteirista e designer, conhecida por suas charges com foco em questões sociais e por celebrar a ancestralidade e o corpo feminino.

Ela trabalhou como chargista no portal MTV Overdrive e já teve trabalhos publicados em editoras e jornais. Também é autora da HQ Bicho Selvagem, que lhe rendeu o prêmio Pretas Potências em 2022. Recentemente, lançou a obra Histórias Contadas Enquanto Eu Vendia Pipoca na Esquina da Galeria de Arte.

Revelando SP leva 130 mil pessoas ao Parque da Cidade

Renato Teixeira encerrou a programação ao lado da Orquestra Joseense, em celebração ao aniversário da cidade – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A edição de São José dos Campos do Revelando SP, o maior festival de valorização das culturas tradicionais, superou os números do ano anterior e reuniu 130 mil pessoas no Parque da Cidade, entre os dias 24 e 27 de julho, um crescimento de mais de 30% em relação a 2024.

Com entrada gratuita, o festival contou com a participação de 77 municípios paulistas, de 13 regiões do Estado, e uma vasta programação, com destaque para os shows de Renato Teixeira com a Orquestra Joseense, Cezar & Paulinho, Jackson Antunes convida Leyde & Laura, Sami Rico, entre outras manifestações artísticas.

A festividade foi uma das principais atrações da programação de aniversário dos 258 anos de São José dos Campos.


Público lotou o Parque da Cidade na noite de domingo (27). Foto: Paullo Amaral / FCCR.

“O sucesso dessa edição em São José dos Campos mostra a força e a importância do Revelando SP na valorização da cultura tradicional paulista e no Vale do Paraíba. Ver o público crescer em mais de 30% é uma prova do quanto as pessoas reconhecem e se conectam com essa celebração das nossas raízes”, disse Marcelo Assis, secretário Executivo da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Nesta edição, uma das novidades foi uma nova área chamada “Experimenta!”, um espaço que abrigou atividades interativas com artesãos que fazem parte do festival. O espaço também sediou a exibição de conteúdo audiovisual diverso referente ao Revelando SP.

Outro destaque da programação foi a exposição “Arte Sacra para ver e sentir”, que reuniu réplicas de obras do acervo do Museu de Arte Sacra de São Paulo, escaneadas em alta resolução, impressas em 3D em resina termoplástica ABS e policromadas manualmente, respeitando as cores originais. Com essa tecnologia inovadora o público pode tocar as peças, tornando essa uma experiência acessível e imersiva, com legendas em braile e QR Codes com audiodescrição, garantindo inclusão a todos os públicos.

O Revelando SP já teve mais de 60 edições ao longo de quase três décadas e se consolidou como o principal palco de valorização da cultura de raiz paulista, promovendo encontros, vivências e o fortalecimento das tradições que fazem parte da identidade do povo paulista.

A realização do festival é do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, com correalização da Prefeitura da Municipal de São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo e gestão da Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA).

Mês do Folclore 2025 ainda tem vagas para novos participantes

Alunos participam de atividade da programação de 2024, quando o tema foi musicalidade – Foto: Divulgação.

 

O Mês do Folclore 2025, que será realizado pelo Museu do Folclore de São José dos Campos de 12 a 29 de agosto, ainda tem vagas para novos participantes. As inscrições devem ser feitas pelo telefone 3924-7318, de terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 14h às 16h.

Podem participar da programação escolas públicas e particulares – educação infantil, ensino fundamental, médio e EJA (Educação de Jovens e Adultos) – do município e região, além de outras instituições. O tema deste ano é Rio Paraíba do Sul: Caminhos do Rio, Vozes do Vale.

Até o dia 11 de julho, 11 escolas e 5 instituições haviam feito agendamento, preenchendo 1.988 vagas. As atividades terão diferentes estações temáticas e serão desenvolvidas de manhã e à tarde, com capacidade para atender até 400 pessoas por dia.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore

Encontro discutirá o papel dos museus na identidade nacional

Sala Identidades da exposição de longa duração do Museu do Folclore, situado no Parque da Cidade, em Santana – Foto: Divulgação.

 

O próximo Terças com Museologia ocorrerá dia 29, das 9h30 às 11h, e propõe uma reflexão sobre o papel dos museus na construção da identidade nacional, tanto para o contexto europeu quanto o brasileiro. O programa é destinado a pesquisadores, professores, educadores e interessados.

O encontro é virtual e a transmissão, como sempre, será feita pelo Google Meet. Para participar, é preciso se inscrever gratuitamente pela plataforma Sympla. A mediação é da museóloga Mariana Boujadi, do Museu do Folclore.

Narrativas históricas

O encontro discutirá como os museus foram utilizados, desde suas origens modernas, como espaços de consagração de narrativas históricas, culturais e simbólicas, muitas vezes voltadas à ideia de nação, civilização e progresso.

“A intenção é abordar o chamado século dos museus, momento de consolidação destas instituições como ferramentas de formação cultural e política, e de como esta premissa foi apropriada no Brasil, principalmente no século 20”, enfatiza Mariana.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • 3924-7318 e 3924-7354

  • museudofolclore.org

Museu do Folclore recebe mais de 11 mil visitas no 1º semestre

Festa Junina do Museu Vivo foi uma das muitas atividades realizadas pelo espaço – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos recebeu quase 11 mil pessoas no primeiro semestre deste ano. Elas visitaram as exposições (de longa duração e temporária), os espaços da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni e a brinquedoteca, além de participaram de diferentes atividades no período.

Só no mês de junho, foram 1.715 visitantes, sendo 1.194 nas exposições, 56 na biblioteca, 138 na brinquedoteca e 327 como participantes em programas como Museu Vivo, Terças com Museologia, Roda de Fazeres, Grupo de Estudos e Lendo no Quintal.

Entre as pessoas que visitaram a exposição de longa duração, destaque para 3 grupos que vieram de outros municípios: do Colégio Jardim das Nações de Taubaté (105 alunos), do Senac de Pindamonhangaba (21 alunos) e da Escola Municipal Alceu Coelho (12 alunos), de Lagoinha.

Quanto às atividades realizadas em junho, também é importante citar um novo lançamento do livro As Receitas que Contam Histórias (30º volume da Coleção Cadernos de Folclore), ocorrido durante o 4º Festival Elos da Língua, de São Francisco Xavier.

Funcionamento

As visitas à exposição podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Biblioteca e brinquedoteca funcionam de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h30. Visitas em grupo devem ser agendas pelo site do museu.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • 3924-7318 e 3924-7354

  • museudofolclore.org

CC Eugênia da Silva recebe workshop de dança inclusiva

A professora de dança Bianca Kimie Une orienta aluna durante atividade, a mesma que estará na Casa de Cultura – Foto: Divulgação.

 

A Casa de Cultura Eugênia da Silva, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, recebe na próxima quarta-feira (23), das 14h às 16h, o workshop de dança inclusiva Todos os Corpos Dançam. A atividade é gratuita, aberta ao público e sem necessidade de inscrição prévia.

Idealizado pela professora de dança Bianca Kimie Une, o workshop propõe ao público práticas sensíveis de escuta corporal, respeito às individualidades e estímulo à criatividade em movimento, com ênfase na inclusão de pessoas com deficiência e idosos.

Perfil

Bianca Kimie Une é artista da dança, do circo e produtora cultural. Atua há mais de uma década na criação de experiências artísticas que celebram a diversidade dos corpos e a potência do movimento, como forma de cuidado, expressão e encontro.

A artista já desenvolveu trabalhos voltados à melhoria das condições de lazer e socialização de crianças com Síndrome de Down em instituições como a ASIN (Associação Síndrome de Down).

Sua pesquisa atual se aprofunda na dança inclusiva, com projetos voltados à acessibilidade e à integração de públicos diversos.

Serviço:

  • Casa de Cultura Eugênia da Silva

  • Rua dos Carteiros, 110, Novo Horizonte

Exposição no Cine Teatro reúne pinturas em tela de Flávio Baldim

Pintura do Cine Teatro Benedito Alves é uma das telas que integra a exposição, que segue aberta até dia 20 de setembro – Foto: Divulgação.

 

Um pouco da história do município contada pelas pinturas em tela do artista plástico joseense Flávio Baldim, é o que o público pode conhecer na exposição Patrimônio Histórico de São José dos Campos, aberta no Cine Teatro Benedito Alves até o dia 20 de setembro.

As visitas podem ser feitas, de terça a sábado, das 11h às 19h, com entrada gratuita.

Ao todo, são 12 telas que fazem parte do acervo do Museu Municipal e que transmitem a história do município por meio de suas obras arquitetônicas, como a Residência Olivo Gomes, o Mercado Municipal, a Biblioteca do ITA e o próprio Cine Teatro Benedito Alves.

Perfil

Flávio Baldim é conhecido por suas pinturas de paisagens, figuras e aves, tanto reais quanto abstratas. Iniciou sua carreira em ateliês de gravura e pintura da Fundação Cultural Cassiano Ricardo. Suas obras foram expostas em vários espaços culturais da cidade.

Serviço:

  • Cine Teatro Benedito Alves

  • Rua Rui Dória, 95, Centro

Exposição no Museu de Arte Sacra homenageia Padre Rodolfo

A exposição acontece até 15 de janeiro e marca o ano do centenário da chegada do padre Rodolfo Komorek ao Brasil – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre, nesta quinta-feira (10), no Museu de Arte Sacra, a exposição Entre cúpulas e campanários de Rodolfo Komorek, com obras dos artistas Flávio Baldim, Gilberto Cunha e Rui Montenegro. A mostra ficará aberta até 15 de janeiro e poderá ser visitada de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h.

A exposição marca o ano do centenário da chegada do padre Rodolfo ao Brasil e reúne pinturas (em óleo sobre tela, acrílica sobre papel e técnica mista sobre papel) de 3 igrejas e 4 capelas de São José dos Campos que possuem ligação histórica com o sacerdote, formando um itinerário da sua atuação pastoral pelo município.

O visitante poderá contemplar, em cada obra, a importância histórica, arquitetônica, cultural e religiosa em cada uma das edificações representadas nos quadros.

Igrejas

As pinturas retratam as seguintes igrejas e capelas:

– Igreja Matriz São José (Rua 15 de Novembro e torre da Paróquia Matriz São José)

– Igreja Matriz São Benedito (Paróquia São Benedito – Alto da Ponte)

– Igreja Matriz São Dimas (Paróquia Catedral São Dimas)

– Capela Nossa Senhora Aparecida (Paróquia Matriz São José)

– Capela São Miguel (Paróquia Matriz São José)

– Capela São Benedito (Paróquia Matriz São José)

– Capela Santa Cruz (Paróquia Imaculada Conceição – Eugênio de Melo)

“Padre Santo”

Padre Rodolfo nasceu em Bielsko-Baila (Polônia) em 11 de outubro de 1890 e faleceu em São José dos Campos no dia 11 de dezembro de 1949. Exemplo de doação aos outros, dedicou-se ao próximo até a morte, sobretudo aos mais pobres e aos doentes. Em sua terra natal e no Brasil, onde viveu por 25 anos, era conhecido como o “Padre Santo”.  São milhares de graças atribuídas à sua intercessão.

Anualmente, milhares devotos procuram o local onde estão suas relíquias para venerá-las. Seu processo de canonização foi aberto em 31 de janeiro de 1964. Em 6 de abril de 1995, o Salesiano Padre teve sua vida e virtudes reconhecidas em grau de heroicidade, passando a ser reconhecido Venerável Padre Rodolfo Komorek.

Chegada ao Brasil

Enviado como missionário salesiano ao Brasil, padre Rodolfo Komorek chegou ao país em 24 de novembro de 1924. Ele desembarcou no porto do Rio de Janeiro e, depois de alguns dias, seguiu para a sede da Inspetoria Salesiana em São Paulo, onde recebeu a sua destinação como missionário.

Em seus 25 de Brasil, trabalhou nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro. As cidades de Dom Feliciano (RS), Luís Alves e Massaranduba (SC), São José dos Campos e Lavrinhas (SP) e Niterói (RJ), são testemunhas de seu trabalho missionário.

São José dos Campos, cidade que o acolheu por conta da tuberculose que adquiriu durante a missão no Brasil, foi seu último destino. Padre Rodolfo Komorek faleceu no antigo Sanatório Vicentina Aranha, que foi transformado em parque público e onde existe um memorial em sua homenagem.

Museu de Arte Sacra

  • Travessa Chico Luiz, 67 – Centro

  • Visitas: terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h

Arte nos Bairros tem novas oficinas no segundo semestre

Oficina de violão é uma das 18 que passará a ser oferecida e que está com inscrições abertas – Foto: Divulgação.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo passa a oferecer, neste segundo semestre, 18 novas oficinas culturais do programa Arte nos Bairros. Para participar, os interessados devem fazer a pré-inscrição pelo aplicativo São José Viva, de 11 a 24 de julho. As oficinas são gratuitas.

O Arte nos Bairros possibilita o acesso da população ao aprendizado e ao exercício da arte, em áreas artísticas diversas, como dança, artes plásticas, música, teatro, circo, cultura da paz e economia criativa, entre outros segmentos.

O programa visa descentralizar a arte e a cultura, estendendo as atividades oferecidas pela Fundação Cultural aos distritos e bairros de todas as regiões da cidade, por meio das Casas de Cultura e entidades parceiras.

Oficinas culturais

  • Acordeon (+6 anos)

  • Arte Culinária (+12 anos)

  • Balé Clássico (6 a 12 anos)

  • Boneca de Pano (+12 anos)

  • Circo (6 a 12 anos)

  • Coral (+6 anos)

  • Dança Contemporânea (+12 anos)

  • Dança de Salão (+12 anos)

  • Fotografia (+12 anos)

  • História em Quadrinhos (+12 anos)

  • História em Quadrinhos (6 a 12 anos)

  • Modelagem em Argila (+6 anos)

  • Percussão Popular (+6 anos)

  • Tear de Pregos (+16 anos)

  • Teatro (6 a 12 anos)

  • Viola Caipira (+12 anos)

  • Violão – nível aperfeiçoamento: exige experiência básica e instrumento (+12 anos)

  • Violão (+12 anos)

  • Yoga (+16 anos)

Museu abre agendamento para visita guiada à nova exposição

Iniciada em maio, a mostra está aberta para visitação gratuita até 29 de agosto – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O Museu Municipal (Praça Afonso Pena, 29, Centro) abriu o agendamento para visita guiada à exposição Das Paredes ao Museu (Paredes e Afetos) – One More Wall, que reúne mais de 100 obras de 38 artistas.

A mostra, iniciada em maio, está aberta para visitação gratuita até 29 de agosto. O público pode visitar o espaço de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Nesse período, também é possível agendar uma visita guiada, ampliando ainda mais a experiência e conhecendo de perto todos os detalhes de cada obra. Para isso, é necessário enviar e-mail para educativomm@fccr.sp.gov.br.

Saúde mental

Na sexta-feira (27), um grupo do CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) vai conhecer a exposição. O foco, neste caso, está direcionado à saúde mental.

O curador da exposição, Gilberto Marques, tem planos de propor uma produção coletiva de uma instalação que tem a ver com a pesquisa dentro desse campo. “Minha série Encapsulado explora a memória como superação de um processo emocional pessoal. Ao nomear e realocar emoções em novas caixas mentais, crio distanciamento para gerenciar gatilhos.”

A proposta de uma instalação coletiva é transmitir a mensagem de que ninguém está sozinho. A ajuda é necessária para preservar a saúde emocional.

Cena de Mulher apresenta ‘Forrozeiras’ no Palco do Arquivo

A banda Cena de Mulher irá receber as cantoras convidadas Chica Bentes e Fran Valério – Foto: Divulgação.

 

A banda do projeto Cena de Mulher sobe mais uma vez ao Palco do Arquivo na sexta-feira (27), às 20h, para um show especial “Forrozeiras”.

A entrada é gratuita.

Com um repertório que vai reverenciar a música nordestina, que ganhou o Brasil com Luiz Gonzaga, esta edição pretende destacar mulheres importantes que contribuíram para manter essa cultura viva. São nomes como Marinês, Anastácia, Carmélia Alves, Amelinha e Elba Ramalho, além das contemporâneas Mariana Aydar, Mariene de Castro e Verônica Ferriane.

O show vai apresentar muito xote, baião e arrasta-pé. A banda Cena de Mulher irá receber as cantoras convidadas Chica Bentes e Fran Valério.

Sobre as convidadas

Cantora de voz e presença potentes, Chica Bentes nasceu no coração pulsante da Amazônia, de onde traz a força da floresta e a diversidade cultural de sua terra natal. Sua trajetória musical é marcada pela versatilidade e reinvenção artística. Atualmente, dedica-se ao carimbó, ritmo tradicional do norte do Brasil reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do País, e também a outros ritmos brasileiros como o forró.

Desde cedo, Fran Valério demonstra paixão pela música, começando a soltar a voz aos seis anos. Aos 15, já se apresentava em casamentos e bares, impulsionada pela riqueza da música brasileira. Como cantora e triangulista, ela carrega a energia do forró no palco com autenticidade e alma. Fran já dividiu o palco com nomes renomados do forró, como Thaís Nogueira, Nanda Guedes, Os 3 do Nordeste e Joquinha, sempre com a missão de levar o ritmo nordestino a todos os cantos.

Ficha Técnica

Edição “Forrozeiras”

Vocal

Chica Bentes |  Fran Valério

Banda Cena de Mulher

Helena Xavier (direção musical, sanfona e teclado)

Amanda Costa (violão)

Carol Costa (baixo)

Ana Clara Soares (flauta e percussão)

Ana Teresa Faria (bateria)

Curadoria e apresentação: Cinthia Jardim.

Serviço

Palco do Arquivo
Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade, Santana.

Mês do Folclore: 1.380 pessoas são inscritas no primeiro dia

Alunos participam de atividade da programação de 2024, com o grupo de Jongo Mistura da Raça – Foto: Divulgação.

 

Nesta terça-feira (17) foi o primeiro dia de inscrições para o Mês do Folclore 2025, com saldo de 6 escolas (4 de São José, 1 de Igaratá e 1 de Lagoinha) e 1 instituição (São José dos campos), e total de 1.380 pessoas inscritas.

O processo continua na quarta (18) e sexta (20) e vai até o dia 11 de julho, exclusivamente pelo telefone (12) 3924-7318, de terça a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 16h.

A programação deste ano será realizada de 12 a 29 de agosto, com a expectativa de atender até 400 alunos por dia (de manhã e à tarde). Podem participar escolas públicas e particulares de educação infantil, ensino fundamental e médio, bem como grupos de outras instituições.

Tema

O tema escolhido é sobre o Rio Paraíba do Sul e visa promover a valorização do patrimônio imaterial e cultural relacionado a ele, articulando saberes tradicionais, científicos e comunitários ligados ao próprio rio e aos seus territórios.

A proposta é estimular o protagonismo de mestres, mestras, povos indígenas, comunidades quilombolas, ribeirinhos e demais guardiões de saberes, além de propor uma reflexão sobre os impactos ambientais, sociais e culturais sofridos pelo rio ao longo da história, bem como, pensar em possibilidades para o futuro.

Reflexão

O Museu do Folclore quer propor aos participantes uma reflexão sobre o passado, o presente e o futuro do Rio Paraíba do Sul, considerado um símbolo de identidade e memória para a região e as diversas comunidades que vivem em seus arredores.

“O rio é, ao mesmo tempo, espaço sagrado, fonte de vida, cenário de histórias e cultura popular”, enfatiza Maira Domingues, pesquisadora do museu.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

Orquestra Joseense é atração no Festival de Campos do Jordão

A Orquestra Joseense realizou concerto inédito na Sala São Paulo neste ano – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Orquestra Sinfônica Joseense vai se apresentar no 55º Festival de Inverno de Campos do Jordão no próximo dia 19 de julho, às 11h.

O festival, criado em 1970, é reconhecido como o maior e mais tradicional evento de música clássica da América Latina.

O concerto da Orquestra Joseense, regido pelo maestro William Coelho, acontece no Parque Capivari.

A sinfônica executará obras de Heitor Villa-Lobos, Tom Jobim, Clarice Assad, Edmundo Villani-Côrtes e Cibelle J. Donza.

A programação artística acontece de 5 de julho a 3 de agosto e estará distribuída entre quatro palcos em Campos do Jordão e quatro na capital paulista, com eventos na Sala São Paulo e no Instituto Mackenzie.

O Festival de Campos do Jordão é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, da Fundação Osesp, do Ministério da Cultura e do Governo Federal, via Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.


Festival de Inverno de Campos do Jordão começa no dia 5 de julho | Foto: Governo SP.

Apresentações

Serão mais de 75 concertos neste ano, todos eles com entrada gratuita e programados em quatro locais da cidade da Serra da Mantiqueira: o tradicional Auditório Claudio Santoro (apresentações de sexta a domingo); o popular Parque Capivari (todo sábado e domingo, e também no dia 9 de julho); a impactante Capela São Pedro Apóstolo, localizada no Palácio Boa Vista (sábados e domingos, e também em 31 de julho); e o histórico Espaço Cultural Dr. Além, que volta a integrar a programação do Festival depois de seis anos, com agenda distribuída nos dias de semana.

A capital paulista também terá um calendário de apresentações diverso: na Sala São Paulo, elas acontecem aos sábados e domingos na Sala de Concertos; nos dias 8, 9 e 11 de julho na Sala do Coro; e distribuídas ao longo de todo o evento na nova Estação Motiva Cultural. E repetiremos nesta edição a parceria iniciada em 2024 com o Instituto Mackenzie, que receberá três recitais de professores e bolsistas, entre os dias 23 e 25 de julho, dentro da programação da 18ª International Conference on Music Perception and Cognition (ICMPC) – que pela primeira vez será organizada em um país do Sul Global.

“O Festival de Inverno de Campos do Jordão é um símbolo da vitalidade cultural do nosso Estado. Ao reunir grandes artistas, promover novas gerações por meio de bolsas de estudo e formar plateias com acesso gratuito, o evento reafirma nosso compromisso com uma cultura viva, plural e acessível. É uma celebração da excelência artística aliada à política pública que transforma”, disse Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Programa da Orquestra Joseense

CLARICE ASSAD Três pequenas variações sobre o tema “A maré encheu”

EDMUNDO VILLANI-CÔRTES Os Borulóides

CIBELLE J. DONZA Da TERra

HEITOR VILLA-LOBOS Sinfonietta nº 1

TOM JOBIM Passarim [arranjo de Roberto Rodrigues]

Sobre a Orquestra

A Orquestra Joseense é um dos projetos que integram o Programa de Formação Artística da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, destinado a Jovens a partir de 16 anos, com o objetivo de desenvolver suas habilidades técnicas e artísticas, criando oportunidade de educação musical de qualidade a jovens talentos e capacitando-os à profissionalização.

A orquestra acolhe aprendizes de música de diversas iniciativas públicas ou particulares, que demonstram interesse em aprofundar seus estudos, com aulas teóricas, práticas de instrumentos de orquestra e prática de grupo com regência.

O projeto cultural tem o objetivo de formação musical, aperfeiçoamento de músicos instrumentistas, capacitação para a profissionalização artística e difusão da música instrumental.


Orquestra é regida pelo maestro William Coelho|Foto: Paulo Amaral / FCCR.

William Coelho

Doutor e mestre em musicologia pela USP, é professor de regência coral na ECA/USP e regente titular da Orquestra Joseense, da Orquestra Abaporu e da Eos Música Antiga USP. Foi maestro preparador do Coro da Osesp e professor convidado da Academia de Regência da Osesp. É regente convidado de orquestras como a Osesp, a Sinfônica da USP e a Sinfônica de Piracicaba. Foi finalista do Prêmio Jovem Talento 2019 e sua tese de doutorado foi premiada pela USP. Em 2020 e 2022 regeu o Coro da Osesp no Fórum Econômico Mundial em Davos e no Americas Society em Nova Iorque.

Museu do Folclore recebe 2.220 visitantes em maio

Alunos do Colégio Ecoos em visita à exposição do Mês do Folclore durante o mês de maio deste ano – Foto: Divulgação.

 

Maio foi um mês bastante movimentado no Museu do Folclore de São José dos Campos, com um registro de 2.220 visitantes. A maior parte (1.318) é de pessoas que conheceram a exposição de longa duração, tanto de forma espontânea (1.187) como agendada (98). Nos cinco primeiros meses do ano, o museu já recebeu 9.264 visitantes.

Das visitas espontâneas computadas, 810 pessoas são de São José, 365 de outros 17 estados e 85 cidades e 12 do exterior: Estados Unidos (4), Chile (2), Hungria (2), Camarões (1), Colômbia (1), Itália (1 e Peru (1).

Entre as visitas agendadas, foram três escolas e duas instituições.

Em relação aos eventos formativos, as atenções estiveram voltadas para a 23ª Semana de Museus e o Diálogos sobre Folclore, que envolveram outras atividades do mês em suas programações. Juntas, elas reuniram um total de 565 participantes, incluindo uma webinar.

Funcionamento

 As visitas à exposição podem ser feitas de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

Biblioteca e brinquedoteca funcionam de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h30. Visitas em grupo devem ser agendas pelo site do museu, neste link.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

  • Museu do Folclore de São José dos Campos

  • Avenida Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Inscrições para o Mês do Folclore 2025 começam nesta terça

Alunos durante participação na programação do Mês do Folclore realizada no ano passado, no Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

A partir desta terça-feira (17) e até 11 de julho, o Museu do Folclore de São José dos Campos estará com inscrições abertas para a programação do Mês do Folclore, que deverá acontecer de 12 a 29 de agosto. As inscrições devem ser realizadas pelo telefone (12) 3924-7318, de terça a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 16h.

Poderão participar alunos de escolas públicas e particulares de educação infantil, ensino fundamental e médio, bem como grupos de outras instituições. O tema deste ano será sobre o Rio Paraíba do Sul. A expectativa é atender até 400 alunos por dia (de manhã e à tarde).

Segundo explica a gestora do Museu do Folclore, Camila Inês, “como as escolas entram em férias no mês de julho, todo ano antecipamos o período de inscrições para junho, para que os estabelecimentos possam ter tempo de se organizar e participar da programação”.

No ano passado, as atividades reuniram 18 escolas públicas e privadas, além de 9 instituições que atendem públicos diversos, num total de quase 3.000 pessoas. O tema abordado foi Raízes Musicais da Cultura Popular.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

Espetáculo ‘No Varal’ leva circo para o Dom Pedro

No espetáculo, a dupla de palhaços Candango e Torradinho resolve lavar toda a roupa suja e pendurar no varal – Foto: Divulgação.

 

A Casa de Cultura Flávio Craveiro, no bairro Dom Pedro, região sul de São José dos Campos, apresenta na próxima terça-feira (17), às 14h, um espetáculo para divertir a criançada: “No Varal”, da Cia. Trupe Liuds.

A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

No espetáculo, a dupla de palhaços Candango e Torradinho resolve lavar toda a roupa suja e pendurar no varal. A partir daí, a plateia é envolvida de maneira lúdica e divertida no universo desse quintal, que lembra muito a nossa própria vizinhança.

Serviço

Casa de Cultura Flávio Craveiro
Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I

 

  

Arraiá no Chico Triste agita Vila Tesouro com quadrilha e forró

Apresentação da quadrilha junina da Casa do Idoso Leste será atração na festa do próximo dia 27 – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

A Casa de Cultura Chico Triste, na Vila Tesouro, região leste de São José dos Campos, realiza no próximo dia 27 de junho (sexta-feira), às 19h, o tradicional Arraiá no Chico.

A festa vai reunir toda a comunidade para participar de quadrilha, danças e até banda de forró.

A entrada no arraiá é gratuita e livre para todos os públicos.

Programação

19h – Dança junina – apresentação das alunas da oficina de balé das 9h

19h30 – Dança junina – apresentação das alunas da oficina de balé das 10h

20h – Apresentação da quadrilha junina da Casa do Idoso Leste

20h30 – Apresentação da banda de forró Kayera

Serviço

Casa de Cultura Chico Triste

Rua Milton Cruz, s/n°, Jardim São Jorge (Vila Tesouro)

Domingo no Parque terá programação recheada em junho

Atrações acontecem todos os domingos no Parque da Cidade – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

O projeto Domingo no Parque leva para a Arena do Parque da Cidade, em junho, três espetáculos para toda a família.

Neste domingo (15), às 15h, a atração será “Circunflexo”. Eugênio, Madarita, Frizoca e Fubá apresentam famosos números com mágica, malabarismo, bambolê e muita música, poesia e humor.

No domingo seguinte, dia 22, às 15h, será a vez do espetáculo “Itinerantes”. Quatro seres itinerantes cruzam multiversos carregando na bagagem suas histórias e sonhos. Por onde passam, deixam rastros de poesia e levam tudo de arte. São acrobatas, equilibristas e malabaristas que, em encontros inesperados, criam diálogos sensíveis e potentes.

Encerrando a programação do mês, o grupo Punklhaço Clown Show apresenta o espetáculo “Punklhaço na Saturnália”, no dia 29, às 15h.

Neste espetáculo, repleto de surpresas, o Punklhaço não só nos entretém com suas habilidades malabaristicas, palhacescas, acrobáticas e musicais, mas também nos guia por uma jornada emocionante de autodescoberta e celebração.

O Domingo no Parque é gratuito e livre pra toda a família.

Serviço

Arena do Parque da Cidade

Av. Olivio Gomes, 100 – Santana

Museu do Folclore marca presença no 4º Festival Elos da Língua

Da esquerda para a direita: Marcela Souza, Silvia Maria Souza, Janaína Araújo, Camila Inês e Maira Domingues – Foto: Divulgação.

 

A participação do Museu do Folclore de São José dos Campos no 4º Festival Elos da Língua, com um novo lançamento do livro As Receitas que Contam Histórias, foi considerada muito importante pela gestora Camila Inês. A obra é o 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore, publicada este ano pelo museu.

“Foi muito gratificante e importante poder mostrar e falar sobre o livro e a Coleção Cadernos de Folclore, principalmente durante um evento onde a literatura comandou os encontros realizados”, afirmou Camila.

O novo lançamento ocorreu no dia 7 de junho no distrito de São Francisco Xavier, no Dona Xica Café, onde outros três autores também fizeram os lançamentos de suas obras. O Festival Elos da Língua foi promovido entre os dias 30 de maio e 8 de junho.

O livro teve criação e organização de Camila Inês (gestora) e ilustrações de Marcela Souza (pesquisadora), com colaboração de Maira Domingues, Silvia Maria Souza, Janice Aboim, Mariana Boujadi, Janaina Araújo e José Eduardo Ribeiro, que atuaram na concepção, pesquisa, textos, curadoria e revisão.

A obra continua disponível na Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore, onde é possível obter um exemplar gratuitamente. A coleção toda também pode ser lida pelo site do museu no formato PDF ou e-book.

Biblioteca

Especializada em cultura popular, a biblioteca foi criada em 1999 pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos responsável pela gestão do Museu do Folclore.

A biblioteca possui, hoje, um acervo de quase 4.800 documentos, entre livros, CDs, DVDs, fotografias e material de hemeroteca. Este material pode ser utilizado na própria biblioteca e para empréstimos é necessário fazer um cadastro pessoalmente ou pelo e-mail: bibliotecadomuseu@gmal.com

 Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Seu funcionamento é de terça a sexta, das 9h às 17h, e sábados e domingos, das 14h às 17h.

 

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Museu do Folclore segue com 2º módulo do Grupo de Estudos

Atividade é aberta ao público e participantes se reúnem em dois sábados do mês no Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos dará sequência, neste sábado (14), ao segundo módulo do Grupo de Estudos, que aborda o tema Fundamentos do Folclore. A atividade é gratuita e prosseguirá com o mesmo tema no dia 28 de junho e nos dias 12 e 26 de julho, sempre das 14h às 16h, no próprio museu.

O Grupo de Estudos está aberto a interessados em discutir, mensalmente, assuntos relacionados ao folclore e à cultura popular; e até dezembro terá mais dois módulos (veja programação abaixo). Para participar é preciso se inscrever pela plataforma Sympla.

Os temas de cada módulo foram definidos com base no acervo da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore. O 1º módulo, realizado em março e abril, abordou a História do Movimento Folclórico: Institucionalização do folclore no Brasil e no mundo, criação das comissões de folclore, congressos nacionais e regionais.

Módulos e temas

Módulo 2 – Fundamentos do Folclore (14 e 28 de junho / 12 e 26 de julho).

Módulo 3 – Cultura Híbrida e Globalização: Cultura híbrida, cultura em movimento e debate sobre a nomenclatura do termo folclore no mundo moderno (9 e 23 de agosto / 13 e 27 de setembro / 11 e 25 de outubro).

Módulo 4 – Museu do Folclore e Educação: História do Museu do Folclore de São José dos Campos; o Educativo do museu na educação não formal; estudo de texto da folclorista Angela Savastano (8 e 22 de novembro / 6, 13 e 20 de dezembro).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Irmãos de São José dos Campos unem folclore e jogos digitais

Irmãos Matheus e Carolina Capucho: criadores do jogo Gruta da Cuca – Foto: Divulgação.

 

Os irmãos Matheus e Carol Capucho, de São José dos Campos, lançaram neste mês o “Gruta da Cuca”, jogo de aventura para computador, compatível com Windows, inspirado em personagens do folclore brasileiro.

“Gruta da Cuca”, que está disponível para download, acompanha Evie, uma jovem indígena que descobre que os animais de sua aldeia estão sendo controlados pela bruxa Cuca.

Com os conselhos do gato Braum, Evie sai em busca de uma solução, numa jornada mágica, enquanto encontra vários personagens do folclore pelo caminho. Iara, Curupira, Mãe de Ouro, Saci e Tutu estão no game.

Este é o segundo jogo criado pela dupla de irmãos. Em 2023, eles já tinham desenvolvido A Capivara Curiosa. A inspiração foi as capivaras que habitam o Parque da Cidade de São José dos Campos.

O jogador, neste caso, está na figura humanizada da “Capivara Curiosa”, que só quer se divertir num evento cultural. O objetivo do jogo é chegar ao show da “Capibanda”, mas, antes disso, a “Capivara Curiosa” deverá ajudar os músicos a recuperarem seus instrumentos musicais que foram “confiscados” pelo temido “Estrelildo”, o Carrapato Estrela.

Os irmãos

A paixão pelos jogos dos irmãos Matheus, de 27 anos, e Carolina, de 23 anos, vem desde cedo.

“Sempre fui um jogador e gosto de compartilhar as experiências do jogo com alguém. Carol estava comigo desde o começo”, afirmou Matheus.

Já Carolina relembra que “meu irmão sempre foi o meu exemplo nessa área. O mundo dos jogos era um universo que conseguia me conectar com ele e passar mais tempo juntos”.

Na faculdade, Matheus teve contato direto com as ferramentas e maneiras de criar jogos, despertando também o interesse da irmã, que logo começou a criar artes digitais. Quando perceberam, um estava complementando o trabalho do outro.

Após buscar inspiração na cidade para criar o primeiro jogo, agora eles usaram o folclore brasileiro como base. Quando perguntado sobre o motivo da inspiração, Matheus responde que “a escolha do folclore como tema tem dois motivos principais: primeiro, a necessidade de representar mais sobre a nossa cultura, que é tão rica, de um jeito descontraído e que atinja os pequenos”. O segundo motivo é a nostalgia. “os contos do nosso folclore sempre me alegraram e estimulavam minha curiosidade sobre o mundo”.

Conheça

Gruta da Cuca está disponível para download gratuito na plataforma itch.io e é um jogo para computador compatível com Windows. Ficou interessado? Neste vídeo, você pode ver o passo a passo de como instalar e jogar.

O desenvolvimento do jogo teve apoio do Fundo Municipal de Cultura e da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

  

 

Cine do Centro exibe filme sucesso de bilheteria na França

Na França, o filme foi sucesso de bilheteria, superando longas extremamente populares dos Estados Unidos – Foto: Divulgação.

 

O filme francês “Les Choristes (Os Coristas)” é o filme em cartaz neste mês no projeto Cine do Centro. O longa será exibido na próxima quarta-feira (11), às 19h, no Museu Municipal, região central de São José dos Campos.

“Les Choristes” fez a sua estreia em 2004 e, no Brasil, foi intitulado “A Voz do Coração”, encantando o público com a sua narrativa, abordando temas como educação, música e juventude. Na França, o filme foi sucesso de bilheteria, superando longas extremamente populares dos Estados Unidos.

A exibição faz parte do Circuito Cultural Central, que fortalece as atividades no centro da cidade.

Sobre o filme

Em um internato para meninos órfãos no interior da França, na década de 1940, após a Segunda Guerra Mundial, a história se desenrola. O orfanato é gerido com pulso firme por Rachin, temido, mas não respeitado pelos garotos. A chegada do professor Clément Mathieu revela um cenário de crianças e adolescentes desafiadores, avessos aos métodos severos do internato. Utilizando sua habilidade musical, Mathieu encontra um meio inovador e eficaz de conquistar os jovens.

Desafiando o diretor Rachin, ele cria um coral, transformando as práticas pedagógicas. O professor, retomando sua paixão pela composição, mostra um talento notável e se torna um maestro renomado, impactando profundamente a vida dos alunos. Contudo, a ousadia de Mathieu e dos estudantes não passa despercebida, e eles enfrentam desafios consideráveis e pagam um preço elevado.

Curiosidade

A Voz do Coração estreou nos cinemas em 2004 e acumulou 8,6 milhões de euros na França. Ele superou filmes extremamente populares como Shrek 2, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban, Homem-Aranha 2 e Os Incríveis. O filme arrecadou mais de 88 milhões de dólares em todo o mundo.

Foi indicado a Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Canção Original no Oscar de 2005.

Na premiação César 2005 levou nas categorias Melhor Partitura Original e Melhor Som.

Já no elenco, entre as crianças, está Pierre Morhange, o primeiro papel no cinema de Jean-Baptiste Maunier. O intérprete e cantor foi descoberto por Barratier quando tinha 12 anos e fazia parte de um coral. O cineasta procurou entre 200 jovens para encontrar as crianças perfeitas para seu filme, pois não queria atores profissionais.

Barratier conta que se inspirou em sua própria experiência, pois quando criança esteve em um internato. Lá conheceu um professor de música que lhe ensinou a cantar e se tornou o soprano líder do coral. Além de suas vivências, o filme também é inspirado no filme La Cage aux rossignols (1945).

Na época das divulgações do filme, Christophe Barratier deu algumas considerações:

“Eu era muito solitário e muito tímido, então esta história vem das minhas lembranças, mas também da minha imaginação”, disse à BBC em 2005.

“Eu era um pouco como todas aquelas crianças”.

Projeto

Desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba, o Cine do Centro tem curadoria de Patrick Houdin, diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.

Les Choristes – Os Coristas

2004

Diretor: Christophe Barratier

Elenco: Gérard Jugnot | François Berléand | Kad Merad | Marie Bunel | Jacques Perrin

Género: Drama | Comédia

Duração: 97 minutos

Classificação indicativa: Livre

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório

Praça Afonso Pena, 29, Centro

Distrito terá exposição, literatura, música e cinema em junho

Literatura, música, cinema e outras atividades artísticas compõem o cardápio do espaço – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Casa de Cultura Rancho do Tropeiro, no distrito de Eugênio de Melo, abre na próxima segunda-feira (9) a exposição “Pontos de Vista: Exposição de desenhos livres”, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 21h.

A mostra, que vai até o dia 30 de julho, é apenas uma das atrações da programação da Casa de Cultura. Literatura, música, cinema e outras atividades artísticas compõem o cardápio do espaço. Confira a programação completa abaixo.

Exposição

A mostra “Pontos de Vista: Exposição de desenhos livres” busca divulgar e ampliar o acesso à produção artística em artes visuais, promovendo a apreciação, reflexão e diálogo sobre diferentes estilos e movimentos.

O artista João Carlos Corrêa, mais conhecido como Cacá, é o responsável pela exposição. Nascido em Queluz (SP) e radicado em São José dos Campos desde 1970, Cacá é retratista, caricaturista, paisagista, artesão e ilustrador itinerante.

Sua trajetória artística começou ainda na escola, com incentivo de professores e se consolidou ao longo dos anos com premiações e colaborações em diversos veículos de comunicação.

Programação

Projeto Pedepoesia

Desde 24 de abril de 2019, a Casa de Cultura disponibiliza poesias de autores regionais, nacionais e internacionais na entrada do espaço, para leitura e retirada gratuita. A proposta estimula a leitura espontânea e valoriza a produção literária local.

Barganha Literária

Ativa desde 10 de abril de 2017, esta ação incentiva a leitura e a circulação solidária de obras literárias. O público pode participar realizando trocas ou doações de livros, contribuindo para o fortalecimento da rede de leitores da cidade.

Todas as terças-feiras

Encontro De Viola Caipira

Das 19h às 21h, a Casa de Cultura recebe os amantes da música caipira para um encontro aberto, com muita prosa e viola. A atividade é conduzida por Israel e promove a valorização da cultura popular brasileira.

Ensaio Do Projeto Amigas Do Ritmo Retrô
Das 19h30 às 21h, acontece o ensaio do projeto social “Amigas do Ritmo Retrô”. Sob a coordenação de Fátima França e Fernanda Silva, a iniciativa busca resgatar a autoestima das mulheres através da dança, além de promover ações solidárias como a doação de cestas básicas para famílias da comunidade.

Quinta -feira, dia 12 de junho

Vivência de Modelagem em Argila, às 9h30.

CINE ERNESTO – Especial Charles Chaplin, dia 17 de junho
Em parceria com o Pontos MIS, o Cine Ernesto, às 9h30, dois clássicos de Charles Chaplin:
O Vagabundo (1916, 34 min)
O Imigrante (1917, 25 min

Classificação: Livre

Café Com Prosas e Sanfonas, dia 25 De junho

Às 15h, roda de sanfona com muita música popular, histórias e causos, promovendo encontros e memórias afetivas através da arte e da cultura popular.

Hiperdia, dia 25 de junho
Às 10h30, acontece o HIPERDIA, no Pátio da Estação. A atividade, realizada em parceria com a UBS Galo Branco, oferece atendimento e orientação de saúde para hipertensos e diabéticos, promovendo qualidade de vida e prevenção.

Rinha Do Galo: Batalha De Mc’s, dia 29 de junho

Às 15h, a Estação Ferroviária Eugênio de Melo recebe mais uma edição da Rinha do Galo — um movimento cultural que fortalece o hip-hop e dá voz à juventude periférica. Criada em 2022 por moradores do bairro Galo Branco, a batalha reúne MC’s e promove arte, educação popular e resistência cultural.

Serviço

Casa de Cultura Rancho do Tropeiro

Rua Ambrósio Molina, 184, Eugênio de Melo

Livro do Museu do Folclore ainda repercute no meio literário

30º volume da Coleção Cadernos de Folclore, o livro As Receitas que Contam Histórias, será lançado durante festival – Foto: Divulgação

 

O livro As Receitas que Contam Histórias, que integra a Coleção Cadernos de Folclore do Museu do Folclore de São José dos Campos, continua repercutindo no meio literário. A obra está entre os lançamentos que vêm ocorrendo no 4º Festival Elos da Língua, realizado no distrito de São Francisco Xavier desde o dia 30 de maio.

O momento ocorrerá no sábado (7), as 17h30, no Dona Xica Café (Rua 25 de Novembro, 104), onde também haverá distribuição do livro. A obra foi produzida pela própria equipe do Museu do Folclore, com criação e organização de Camila Inês (gestora) e ilustrações de Marcela Souza (pesquisadora).

Além destas duas profissionais, também participaram da concepção, pesquisa, textos, curadoria e revisão as colaboradoras Maira Domingues, Silvia Maria Souza, Janice Aboim, Mariana Boujadi, Janaina Araújo e José Eduardo Ribeiro.

Livros que fazem parte da coleção | Foto: Divulgação

A Coleção Cadernos de Folclore já tem 30 volumes publicados. Todos estão disponíveis para leitura e download em PDF pelo site do Museu do Folclore. O livro As Receitas que Contam Histórias também pode ser retirado gratuitamente na biblioteca do museu.

Tema

O festival acontecerá até 8 de junho (domingo) com o tema Toda palavra lavra. A programação conta com mesas literárias, lançamentos de nova obras, feira de livros, shows, peças teatrais, sessões de cinema, oficinas, contação de histórias, intervenções artísticas e atividades para crianças.  

A curadoria é coletiva e formada pelo escritor Marcelino Freire, vencedor do Prêmio Jabuti e do Prêmio Machado de Assis; Patrícia Ioco, da Pi Cultural; Bartira Moura e Maurício Moncosso, idealizadores do projeto.

Abertura do festival realizado em SFX | Foto: Divulgação.

A iniciativa é da Associação Amigos da Biblioteca, de São Francisco Xavier, com apoio da Prefeitura de São José e Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas dependências funcionam desde 1997 na região norte, em Santana, no Parque da Cidade.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Governo de SP seleciona SJC Film Commission para parceria

Lançamento da Film Commission aconteceu em abril deste ano – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

A SJC Film Comission foi selecionada pelo Governo de SP para integrar o grupo de cidades parceiras da São Paulo State Film Commission. O anúncio oficial, ocorrido nesta quinta-feira (29), contempla ainda Atibaia, Caraguatatuba, Campos do Jordão, Eldorado, Hortolândia, Indaiatuba, Itapetininga, Joanópolis, Ribeirão Pires, e Taubaté.

A ação faz parte do Plano de Desenvolvimento da Indústria Audiovisual Paulista e visa não só identificar as cidades foco, mas também mapear as locações e a infraestrutura disponível em cada uma delas.

“É com grande entusiasmo que anunciamos a inclusão de 11 novas cidades na São Paulo State Film Commission. Essa ampliação representa mais do que números: é o fortalecimento da cultura, da economia criativa e do potencial do nosso estado. Cada município traz sua identidade única, sua história e seus cenários que agora estarão ainda mais conectados com o audiovisual brasileiro e internacional,” afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas.

O desenvolvimento da Film Commission estadual também envolve o apoio na criação de comissões municipais, que serão essenciais para fomentar a produção audiovisual em todo o estado. Além de apoiar o mapeamento de locações e infraestrutura, o plano inclui a implementação de protocolos de filmagens e a capacitação de gestores locais, garantindo um ambiente ainda mais favorável para as produções.

A entrada dessas novas cidades demonstra o quanto o audiovisual pode ser uma ferramenta poderosa de transformação, geração de emprego, renda e valorização do patrimônio local.

O Plano de Desenvolvimento da Indústria Audiovisual Paulista está sendo desenvolvido em colaboração com o MIS (Museu da Imagem e do Som) e apoio de uma consultoria técnica especializada. As 10 primeiras cidades paulistas parceiras foram anunciadas durante o Festival de Cinema de Cannes, na França, são elas: Amparo, Bananal, Bauru, Botucatu, Iguape, Itu, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santos e São João da Boa Vista.

SJC Film Commission

A Prefeitura de São José dos Campos e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo lançaram, em abril deste ano, o mais ousado programa de desenvolvimento do setor audiovisual da história da cidade.

A SJC Film Commission nasceu a missão de atrair e facilitar a produção de filmes, séries, documentários, clipes e outros produtos audiovisuais em solo joseense.

A iniciativa integra o Plano de Gestão 2025-2028. Essa novidade transforma o município em terreno fértil para indústria cinematográfica brasileira e mundial.

A SJC Film Commission, na prática, vai atuar como facilitadora em toda a cadeia produtiva do cinema. O suporte inclui apoio técnico e logístico à produção, além da criação de banco de dados com profissionais e fornecedores, caso de hotéis, restaurantes, centros comerciais e empresas de diferentes segmentos.

Com esse lançamento, São José passa a ter um balcão de atendimento personalizado a produtores da cidade, de outros municípios do país e até do exterior, fornecendo auxílio em todas as frentes.

A SJC Film Commission, instituída pelo decreto 19432/2023, é também uma política pública para promover cartões-postais e valorizar as características únicas de São José.

Museu Municipal lança nova exposição na próxima quinta-feira

O público pode visitar a mostra sempre de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

O Museu Municipal de São José dos Campos realiza, na próxima quinta-feira (29), às 19h, o lançamento da exposição “Das Paredes ao Museu (Paredes e Afetos) – One More Wall”.

A nova mostra destaca a produção contemporânea de 23 artistas da região, explorando temas como curadoria, museus, valor e o sistema de arte.

A exposição acontece até 29 de agosto.

O público pode visitar a mostra sempre de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Ao longo do período expositivo, haverá visita guiada pelos artistas, na qual será possível conhecer suas inspirações e técnicas de produção.

Para agendar uma visita guiada ou obter mais informações sobre a exposição “Das Paredes ao Museu (Paredes e Afetos) – One More Wall”, entre em contato com o Museu Municipal (educativomm@fccr.sp.gov.br).

Curador da exposição, Gilberto Marques adianta o que o público pode esperar. “Ao enfrentar essas paredes brancas, às vezes claustrofóbicas, enfrentamos, como artistas, os muitos desafios que envolvem a criação, a produção, e a exibição de obras de arte”, disse.

A exposição levanta questões importantes:

Não há espaço para nossa arte? Onde expor inspiração, anseios e processos artísticos? A obra teria função de divisão ou mera decoração? Ou transcende sentimentos, atacando os sentidos para gerar novas emoções?

E, para além da produção atual, o que podemos chamar de contemporaneidade, a partir do acervo do Museu, com obras de artistas desde a época da Escola de Belas Artes até os dias de hoje?

Cada artista, cada obra, carrega uma mensagem. Permita-se dialogar com as peças, construa seu entendimento e envolva-se na experiência da exposição”, concluiu Gilberto Marques.

Expografia

Galeria 1 – A Escola de Belas Artes do Vale do Paraíba

Criada em 1962 por lei municipal e impulsionada por Johann Gutlich, a Escola focava no desenvolvimento da sensibilidade artística, proporcionando liberdade de criação, segundo Angela Savastano.

Galeria 2 – Os Gravadores

A gravura, técnica acessível e múltipla, democratizou a arte brasileira, unindo o popular e o erudito. Inspirou artistas contemporâneos a explorar novas expressões com elementos da cultura e tradições brasileiras, enriquecendo a arte nacional e promovendo reflexão sobre identidade e inovação.

Sala 1 – Abstrações

A arte abstrata transcende a representação figurativa com formas, cores e linhas, comunicando emoções e ideias subjetivamente. No contexto contemporâneo, reflete a complexidade do mundo, explorando a inovação visual e promovendo a interpretação pessoal.

Sala 2 – Oratório

O sincretismo religioso e o decolonialismo na arte contemporânea desafiam narrativas eurocêntricas, valorizando saberes ancestrais silenciados. Questionam estruturas de poder, refletindo sobre resistência, identidade e autonomia cultural, ampliando a compreensão da diversidade espiritual e cultural.

Sala 3 – Caminhos da Alma

Manifestações inconscientes enriquecem a arte contemporânea, transcendendo a racionalidade para explorar emoções e desejos ocultos através de técnicas como automatismo e surrealismo. Conectam o público a experiências autênticas e instintivas, promovendo a introspecção e a compreensão da condição humana.

Salão – Galeria Na Rua

A Galeria na Rua, criada em 2018 como “ação de guerrilha” artística, ocupa espaços alternativos desde 2019 com obras de artistas locais e regionais. Desde 2023, busca parcerias com outras galerias e movimentos culturais para promover artistas e difundir artes visuais na região, visando um “sistema de arte”. Em 2024, inseriu-se no cenário paulista com o projeto One More Wall, promovendo artistas em início de carreira.

Salão – Outros assuntos na contemporaneidade

Artistas

Jorge Monteiro, Gi Morais, Aline Fideles, Jefferson Candido, Antonio Carlos Cardoso, Clau Epiphanio, Daniela Marton, Daniel Pereira Leite, Fabiolla Canedo, Philzer, Gilberto Marques, Jorge Caxeado, Khristiano, Maurício Galeano, Luis Veri, Renata Freitas, Ricardo Mota, Rildo Carlos, Saint-Clair Pimentel Ramos, Salomão Pirajá, Tania Beta, Alexandre Braga, Alexia Barbosa, Matias Faundez, Nalu Luzio, Pati Prado, Gabriela Oliveira, Lucas Siqueira, Marlene Alves Mariano, Priscila Tomate, Raiane Campos, Rafael Kenji,  Ricardo Banin, Sebá Neto, Társis Aires, Catarina Dantas, Vitor Padroso e Difavela.

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos

Praça Afonso Pena, 29, Centro

 

Museu do Folclore participa do 4º Festival Elos da Língua

Museu continua fazendo a distribuição do livro, como ocorreu no dia do lançamento oficial, em 30 de março – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos realizará, no dia 7 de junho (sábado), as 17h30, um novo lançamento do livro As Receitas que Contam Histórias. O momento acontecerá durante a 4ª edição do Festival Elos da Língua, no distrito de São Francisco Xavier, no Dona Xica Café, (Rua 15 de Novembro, 104).

A obra é o 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore e foi lançada oficialmente no dia 30 de março deste ano. A intenção do museu é aproveitar o evento para divulgar ainda mais o livro, que vem sendo distribuído diretamente na biblioteca do museu Maria Amália Corrêa Giffoni.

A coleção toda também está disponível para leitura e download em PDF pelo site do Museu do Folclore.

Tema

O festival deste ano acontecerá de 30 de maio a 8 de junho e tem como tema Toda palavra lavra. A programação prevê a realização de mesas literárias, lançamentos de nova obras, feira de livros, shows, peças teatrais, sessões de cinema, oficinas, contação de histórias, intervenções artísticas e atividades para crianças.  

A curadoria do festival é coletiva e formada pelo premiado escritor Marcelino Freire, vencedor do Prêmio Jabuti e do Prêmio Machado de Assis; Patrícia Ioco, da Pi Cultural; Bartira Moura e Maurício Moncosso, idealizadores do projeto.

A iniciativa do festival é da Associação Amigos da Biblioteca, de São Francisco Xavier, com apoio da Prefeitura de São José e Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas dependências funcionam desde 1997 na região norte, em Santana, no Parque da Cidade.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

CultSP Pro abre inscrição para novos cursos em São José

Museu Municipal de São José dos Campos, na região central, terá novos cursos a partir de junho – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O CultSP Pro, maior programa de formação e qualificação voltado ao setor cultural e criativo do Brasil, está com inscrições abertas até 1º de junho para novos cursos em São José dos Campos. São oferecidas 100 vagas em cinco atividades.

Para se inscrever é preciso ser maior de 16 anos, ter concluído o ensino fundamental e entrar no site do CultSP Pro.

Os cursos, oferecidos pela parceria entre Fundação Cultural e o Governo do Estado de São Paulo, abrangem áreas da arte dos games e literatura. Em São José, serão oferecidas aulas de Game Design, Programação de Games, Arte Para Jogos, Autopublicação: Criação e Pensamento e Acompanhamento de Projetos Literários.

“Com cursos pensados para atender às diversas necessidades de artistas, criativos e operadores da cultura em diferentes fases da carreira, o CultSP Pro segue ampliando sua oferta e reforçando o compromisso do Governo de SP com a formação e valorização dos profissionais da cultura. Investimos constantemente em capacitação e oportunidades, com o objetivo de fazer da cultura um motor ainda mais potente de desenvolvimento em todo o estado”, disse Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

O CultSP Pro – Escolas de Profissionais da Cultura é um programa de formação e qualificação do setor cultural e criativo do Brasil. Desde o lançamento, em outubro de 2024, até abril de 2025, o programa já atendeu 22.943 pessoas com cursos, palestras, masterclasses e seminários. Foram 138 cursos realizados, com 3.898 alunos matriculados no período. Em 2024, o Programa atingiu 224 municípios e, no primeiro quadrimestre deste ano, já foram 231.

Cursos em São José

Game Design com Elvis Melo

Descrição: O curso aborda os fundamentos da criação de jogos, incluindo mecânicas, narrativa, dinâmicas e experiência do jogador. Os alunos aprenderão a desenvolver protótipos e a estruturar projetos criativos, explorando diferentes gêneros e plataformas. Indicado para quem deseja atuar na concepção de jogos digitais e analógicos.

Duração: 9 de junho a 28 de outubro (120h)

Horário: Segundas e Terças das 14h às 17h

Vagas: 20

Local: Cephas – R. Tsunessaburo Makiguti, 399 – Floradas de São José

Programação de Games com Arthur Emori

Descrição: Curso focado no desenvolvimento técnico, este curso ensina programação voltada para games, incluindo motores gráficos, lógica de jogo, física e inteligência artificial. Os participantes trabalharão com linguagens e frameworks populares para criar jogos interativos e otimizados, adquirindo habilidades essenciais para a indústria.

Duração: 9 de junho a 28 de outubro (120h)

Horário: Segundas e Terças das 14h às 17h

Vagas: 20

Local: Cephas – R. Tsunessaburo Makiguti, 399 – Floradas de São José

Arte Para Jogos com Bia Bock

Descrição: Curso introdutório aos fundamentos da arte digital para jogos 2D. Aborda desenho, criação de personagens, cenários, UI/UX, pintura digital, animação e integração com Unity. Os alunos desenvolvem projetos colaborativos e um portfólio final, explorando todo o processo de criação visual para jogos digitais, do conceito à aplicação prática em engines.

Duração: 9 de junho a 28 de outubro (120h)

Horário: Segundas e Terças das 14h às 17h

Vagas: 20

Local: Cephas – R. Tsunessaburo Makiguti, 399 – Floradas de São José

Autopublicação: Criação e Pensamento com Bebel Abreu

Descrição: Transforme suas ideias em publicações independentes. O curso abrange todas as etapas da autopublicação, desde o planejamento gráfico e escolha de materiais até técnicas de impressão e estratégias de circulação. Com uma abordagem prática, inclui experimentação com formatos, apresentação de acervos de zines e publicação independente, além de um momento final para compartilhar e discutir os trabalhos produzidos. Ideal para quem deseja dar vida a projetos autorais.

Duração: 28 de junho a 12 de julho (24h)

Horário: Sábado das 9h às 18h

Vagas: 20

Local: Museu Municipal São José dos Campos – Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Acompanhamento de Projetos Literários com Isabella Martino

Descrição: Focado em escritores iniciantes ou intermediários, este curso oferece apoio na estruturação de projetos editoriais. Sob a orientação de Isabella Martino, escritora e psicanalista, os participantes receberão feedback especializado, explorarão referências e aprimorarão suas narrativas. O curso visa proporcionar clareza e segurança no processo de escrita, garantindo um desenvolvimento sólido e coerente de obras capazes de serem publicadas por editoras privadas ou incentivos públicos.

Duração: 14 de junho a 12 de julho (40h)

Horário: Sábado das 9h às 18h

Vagas: 20

Local: Museu Municipal São José dos Campos – Praça Afonso Pena, 29 – Centro

 

 

Museu Vivo especial celebra a Semana Mundial do Brincar

 

Maria Mendes de Jesus, ao lado de Janice Aboim, técnica em museologia, na entrega do livro da Coleção Cadernos de Folclore – Foto: Divulgação.

 

Para celebrar a Semana Mundial do Brincar (24 de maio a 1º de junho), o Museu do Folclore de São José dos Campos preparou uma edição especial do Museu Vivo deste domingo (25). A vivência é aberta ao público das 14h às 17h e contará com as presenças de três detentores da cultura popular regional.

Um deles é o Mestre Laranjeiras (Luis Carlos Laranjeiras), nascido no Rio de Janeiro e com trajetória por São José dos Campos desde 1980, onde passou a morar a partir de 2020. Para este Museu Vivo, Laranjeiras compartilhará as suas “brincantorias”, que mesclam música, prosa e brincadeiras. Saberes presentes em seu repertório de vida, trabalho e pesquisa.

Laranjeiras sempre esteve vinculado aos festejos que marcam o dia do seu nascimento e, assim, a Folia de Reis faz parte de sua vivência, bem como o samba, as danças populares e o futebol. Múltiplo em seus conhecimentos, Laranjeiras também atua no teatro e na educação, além de ser escritor e um eterno brincante.

Mestre Laranjeiras | Foto: Divulgação.

Roda de Fogo

Para continuar no clima das brincadeiras, a mineira Maria de Lourdes Leal de Souza (78 anos) compartilhará com o público seu saber em fazer um brinquedo que aprendeu com um pessoal de circo lá da Bahia: a roda de fogo ou balangandã, como também é conhecido.

Morando em São José desde 1976, Maria de Lourdes já se considera uma joseense e tudo que é arte lhe agrada. Detentora de diversas vertentes artísticas e culturais, ela conta que aprendeu sobre música com seu pai, que acompanhava Folia de Reis.

“Com minha mãe, que era uma costureira prendada, aprendi a costurar. Com a minha prima, a fazer tricô e com minha avó, macramê”, conta ela satisfeita.

Maria de Lourdes | Foto: Divulgação.

Arroz Doce

Para adoçar a tarde de brincadeiras, a mineira Maria Mendes de Jesus (72 anos), de Água Boa, fará uma gostosa receita de arroz doce. Ela conta que aprendeu todas as receitas que sabe com a sua mãe e sua avó. Elas cozinhavam muito e em grande quantidade para as festas regionais. “Gosto muito de cozinhar e acho gratificante ver a reação das pessoas com aquilo que faço”, disse.

Dona Mendes, como era chamada na Fundação Cultural Cassiano Ricardo, onde trabalhou por um bom tempo, é uma das protagonistas do 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore – As Receitas que contam Histórias –, lançado em março pelo Museu do Folclore. A publicação traz uma receita sua de biscoito de polvilho.

Maria Mendes de Jesus | Foto: Divulgação.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas dependências funcionam desde 1997 na região norte, em Santana, no Parque da Cidade.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Jazz no Galpão agita o Parque da Cidade com show de Joabe Reis

A sonoridade do artista é marcada pela forte influência do hip hop, incorporando elementos do jazz e do funk – Foto: Divulgação.

 

O Jazz no Galpão apresenta na próxima sexta-feira (30), às 20h, no Palco do Arquivo, o show de Joabe Reis, com um repertório que mescla o jazz contemporâneo e o neo-soul.

A atração é totalmente gratuita.

A sonoridade do artista é marcada pela forte influência do hip hop, incorporando elementos do jazz e do funk.

A noite também conta com a apresentação do DJ Goulart que é o curador do projeto.

Sobre o Artista

O trombonista, compositor e produtor Joabe Reis, destaque no jazz nacional com apresentações no Rock in Rio e turnê europeia em 2024, também transita no pop, sendo convidado para o The Town 2025 e retornando à Europa para shows no Ronnie Scott e Jamboree.

Seu aclamado álbum de estreia, “Crew in Church” (2020), contou com Toninho Horta e Elliot Mason. Influenciado por Hip-Hop, Neo Soul, Funk e Pop, lançou “Homem Pássaro” com Paula Lima e “I Just Wanna Breathe” com Síntese, além de parcerias com Toninho Horta e Macy Gray.

Em 2024 lançou “028”, homenagem a Cachoeiro de Itapemirim com Bob Mintzer e outros, e realizou turnês e shows com Robin Eubanks, Marshall Gilkes e Ed Motta.

Serviço

Palco do Arquivo

Av. Olivo Gomes, 100 – Parque da Cidade, Santana

Nova edição do Cine Rock acontece na próxima quinta

Beto Bruno se apresenta na próxima quinta-feira, no Parque da Cidade – Foto: Divulgação.

 

Vem aí a nova edição do Cine Rock.

O Palco do Arquivo recebe, na próxima quinta-feira (29), os shows das bandas Carbônica, Bellini Rock, Beto Bruno (Cachorro Grande) & os filhos do Toninho e o DJ Rooffs.

Food trucks prometem deixar a noite ainda mais saborosa. O evento é para maiores de 18 anos e a entrada é gratuita.

Confira a programação

18h30 – DJ Rooffs

20h – Bellini
Cantor, compositor e poeta, que está desde 2017 em carreira solo, depois de gravar 4 discos como baterista. Seu show conta com um repertório 100% autoral.

21h – Carbônica
Banda com mais de 18 anos de estrada, eles convidam todos a mergulhar em seu universo inflamável, onde se cruzam ecos do tropicalismo de Tom Zé e da Jovem Guarda de Erasmo Carlos, com a vibração dos sons urbanos e a energia da música contemporânea.

22h – Beto Bruno (Cachorro Grande) & Os Filhos do Toninho
Beto Bruno é vocalista da banda Cachorro Grande, com quem lançou oito álbuns de estúdio, e vem com seu show em parceria com Os Filhos do Toninho, banda da Hocus Pocus.

Serviço

Palco do Arquivo – Parque da Cidade

Endereço: Avenida Olivo Gomes, 100

Museu de Arte Sacra recebe Coro de Câmara do Vale do Paraíba

 

Atração integra o Circuito Cultural Central, programa que visa incentivar a vida artística no coração da cidade – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

O Coro de Câmara do Vale do Paraíba apresenta neste sábado (24), às 10h, no Museu de Arte Sacra, o projeto “O Feminino no Repertório Coral”.

A apresentação é gratuita e livre para todos os públicos. A atração integra o Circuito Cultural Central, programa que visa incentivar a vida artística no coração da cidade, revitalizar a região, fortalecer o comércio e dar mais qualidade de vida às pessoas.

O Coro de Câmara do Vale do Paraíba, formado em 2016 por 11 músicos de quatro cidades, explora a expressividade da voz, divulga repertório coral a cappella (do renascimento ao contemporâneo, incluindo música colonial e novas composições) e busca cativar o público com a organicidade do canto coletivo. Seus integrantes, com formação lírica e experiência em projetos como o Coral Jovem do Estado e o Coro Jovem de São José dos Campos, dedicam-se à performance e ao ensino na região do Vale e em São Paulo.

O repertório

“O Feminino no Repertório Coral” apresenta uma performance comentada de música vocal de câmara a cappella, celebrando a contribuição feminina na música, tanto em personagens quanto em compositoras pioneiras como Hildegard von Bingen, Maddalena Casulana, Fanny Mendelssohn e Clara Schumann. O concerto destaca também a brasileira Celeste Jaguaribe e o arranjo de Silvia Körbes para Chiquinha Gonzaga, culminando na apresentação da sessão feminina do coro. O programa inclui compositoras contemporâneas como Imogen Holst e Sally Beamish, buscando maior reconhecimento para mulheres na música clássica. Intervenções didáticas contextualizam as personagens femininas e a abordagem poética dos textos.

Serviço

Museu de Arte Sacra

Travessa Chico Luiz, 67 – Centro

 

 

20ª Semana Chico Triste movimenta região leste em junho

A abertura oficial acontece em 5 de junho, às 20h, com apresentação da Banda Regimental de Música da Polícia Militar – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

A 20ª da Semana Chico Triste, a partir do próximo dia 5 de junho, terá uma programação variada e para todos os gostos na Vila Tesouro, região leste de São José dos Campos.

Todas as atividades acontecem na Casa de Cultura Chico Triste. A abertura oficial acontece às 20h, com apresentação da Banda Regimental de Música do CPI-1 (Comando de Policiamento do Interior – 1), da Polícia Militar.

Criada em 1939, a banda possui um repertório diversificado, que vai do erudito à música popular, e realiza apresentações em diversas cidades do interior paulista.

A semana celebra a trajetória de Francisco Pereira da Silva, mais conhecido como Chico Triste. Major reformado da Polícia Militar, foi também professor, jornalista, folclorista e uma figura marcante da cultura popular regional. Participou ativamente de instituições voltadas ao estudo do folclore, como a Comissão Paulista de Folclore e a Associação Brasileira de Folclore, sendo um dos grandes nomes na valorização dos saberes populares.

Atrações

A programação também conta com a exposição de mosaicos “Paixão – Estações da Cruz”, do artista Valdir Innocentini. A mostra reúne obras inspiradas na Via Sacra e em outros temas, como bailarinas flamencas, flores e cenas urbanas.

O artista é pesquisador aposentado do Inpe e, desde 2022, dedica-se à arte do mosaico, desenvolvendo um estilo próprio sob a orientação do mosaicista Evaldo Eras.

O evento é uma homenagem ao legado cultural de Chico Triste e um convite ao público para conhecer e valorizar as expressões artísticas e populares da nossa região.

Exposição

Período da exposição: de 5 a 30 de junho

Horário de visitação: das 8h às 12h e das 13h às 21h

Serviço

Casa de Cultura Chico Triste

Rua Milton Cruz, s/n°, Jardim São Jorge

Domingo no Parque recebe ‘Vivência Eco Circo’

A apresentação é livre para todos os públicos. Basta chegar à Arena do Parque da Cidade e aproveitar o domingo – Foto: Divulgação.

 

Quem visitar o Parque da Cidade neste domingo (25), às 15h, poderá participar da vivência “Eco Circo”, do Grupo Coletivo Circo no Quintal.

A atividade para toda a família integra a programação do Domingo no Parque, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e da Prefeitura de São José dos Campos.

A apresentação é livre para todos os públicos. Basta chegar à Arena do Parque da Cidade e aproveitar o domingo.

Domingo no Parque

O Projeto Domingo no Parque, desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, consiste em apresentações de espetáculos teatrais de rua, circo, performances e contação de histórias, preferencialmente para crianças e seus familiares.

Além de despertar e estimular grupos teatrais a pesquisarem essas linguagens e o próprio espaço público, o projeto dá oportunidades aos atores, grupos e companhias representantes do teatro joseense e da região.

O projeto é realizado, habitualmente, todos os domingos, às 15h, no Anfiteatro (Arena) do Parque da Cidade, em Santana.

Ficha Técnica

Leandro Silva Delgado

Gabriela Duarte

Jueri de Fatima Silva

Amarildo Rufino Barbosa

Gênero: Vivencias

Recomendação Etária: Livre

Duração:  3 h

Serviço
Parque da Cidade
Avenida Olivo Gomes, 100, Santana

Terças com Museologia propõe reflexão sobre Semana de Museus

A museóloga Mariana Boujadi é responsável pela mediação durante a realização dos encontros do Terças com Museologia – Foto: Divulgação.

 

Abrir espaço para reflexão e discussão sobre a importância das atividades realizadas durante a Semana Nacional de Museus, promovida anualmente pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus). Esta é a proposta do Terças com Museologia deste mês, que acontece no próximo dia 27, das 9h às 11h30.

O Terças com Museologia ocorre virtualmente pelo Google Meet, sempre na última terça-feira do mês. As inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla, gratuitamente. Esta é a 20ª edição do encontro, destinado a pesquisadores, professores, educadores e interessados.

“Além de planejar o que fazer durante a Semana de Museus, é importante entender o que motiva os museus participantes e se as ações realizadas podem ecoar para além deste período”, enfatiza a museóloga do Museu do Folclore, Mariana Boujadi, responsável pela mediação do Terças com Museologia.

Mobilização

Criada para celebrar o Dia Internacional dos Museus (18 de maio), a Semana de Museus é uma das principais ações de mobilização do campo museal brasileiro, que convida instituições de todo o país a refletirem e atuarem em torno de um tema anual, estimulando práticas participativas, educativas e inclusivas.

O tema da 23ª Semana de Museus, ocorrida de 12 a 18 de maio, foi O futuro dos museus em comunidades em rápida transformação. E como ocorre anualmente, o Museu do Folclore promoveu uma programação própria baseada no tema proposto.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Ele está instalado no Parque da Cidade, na região norte, desde 1997.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Sexta Encena leva circo para o bairro Dom Pedro

 

A entrada é gratuita e o ingresso ficará disponível para retirada no site – Foto: Divulgação.

 

Tem circo em dose dupla na próxima sexta-feira (23)na Casa de Cultura Flávio Craveiro, região sul de São José dos Campos.

Para começar, às 9h30, acontece o espetáculo “Gran Cirque de Duá – Le Classique Show”. As palhaças Funúncia e Panqueca decidem contar as mais clássicas histórias infantis de todos os tempos. E, para isso, investem todo o seu charme e elegância (mais ou menos isso) nessa empreitada.

Encerrando o dia, também com palhaçada, às 19h30, tem a peça “O Manual de Como Encontrar Um Bom Partido”, dessa vez Funúncia é uma MC sonhadora, que tem o desejo de se tornar uma grande artista internacional e conhecer o mundo. No entanto, ela é confrontada pelos estereótipos e padrões impostos às mulheres. Com isso, começa a questionar se precisa fazer o que a sociedade espera dela.

A entrada é gratuita e o ingresso ficará disponível para retirada no site.

Serviço

Casa de Cultura Flávio Craveiro

Endereço: Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I

Museu do Folclore teve mais de 1.400 visitantes em abril

Um dos destaques do mês foi a participação do grupo literário “Nós das Letras” na edição especial do Museu Vivo (dia 27) – Foto: Divulgação.

 

Em abril, passaram pelo Museu do Folclore de São José dos Campos 1.422 pessoas, entre visitantes da exposição (833), biblioteca (60) e brinquedoteca (67), além de participantes de atividades como Museu Vivo (407), Roda de Fazeres (26), Grupo de Estudos (16) e Terças com Museologia (13). Ao todo, 7.044 pessoas já visitaram o museu este ano.

Um dos destaques do mês foi a participação do grupo literário Nós das Letras na edição especial do Museu Vivo (dia 27), dedicado à literatura, gerando muita interação com o público. O momento, inclusive, foi oportuno para uma nova etapa de distribuição do 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore, o livro As Receitas que Contam Histórias.

Entre as pessoas que tiveram oportunidade de conhecer a exposição de forma espontânea (751), chama atenção as que se identificaram como sendo de outros estados (13) e municípios (54) e até do exterior 11 (México: 3, Colômbia: 2, Itália: 2, China: 1, EUA: 1, França: 1 e Suécia: 1). As demais 519 eram de São José dos Campos.

 

Integrantes do CEJA em visita ao museu| Foto: Divulgação.

Com relação às visitas agendadas, o museu recebeu 56 pessoas atendidas pela AADAS (Associação de Atenção ao Deficiente Auditivo e Surdo), IFSP (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo) e do Ceja (Centro de Educação de Jovens e Adultos).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade, em Santana, na região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Fundação dá novo passo para construção do Plano de Cultura

O Plano Municipal de Cultura e o Conselho Municipal de Política Cultural é um instrumento para organizar, regular e orientar a política cultural do município – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo dá mais um passo na construção do Plano Municipal de Cultura e do Conselho Municipal de Política Cultural. Depois dos estudos iniciais, abertos em 2024, a instituição nomeou uma comissão para discutir ideias e possibilidades para o futuro do setor em São José dos Campos.

O Plano Municipal de Cultura e o Conselho Municipal de Política Cultural são instrumentos para organizar, regular e orientar a política cultural do município.

Em São José, a Comissão de Elaboração do Plano Municipal de Cultura é formada por sete representantes do poder público e sete representantes da sociedade civil (confira os integrantes abaixo).

Até o momento, duas reuniões já foram realizadas. O cronograma para as discussões públicas está em fase de estudo e os encontros acontecem ainda neste primeiro semestre.

O trabalho da comissão terminará após a conclusão das redações da minuta do projeto de lei do Plano Municipal de Cultura e do Conselho Municipal de Política Cultural.

Representantes do poder público:

FCCR – Washington Benigno de Freitas – diretor presidente

FCCR – Antonio Carlos Oliveira da Silva

FCCR – Camila de Claudio Morais

FCCR – Érika Siqueira Santos Lima

FCCR – Silvia Tereza de Araujo

Comissão de Cultura e Esportes da Câmara – Renato Camargo Santiago

Secretaria de Assuntos Jurídicos: Henrique Sarzi

Representantes da Sociedade Civil:

Academia Joseense de Letras: Carlos Eduardo Caetano de Souza

OSC Cia Cultural Bola de Meia: Jacqueline Baumgratz

Sociedade Civil – Pessoa Física – Fernando Alves de Christo

OSC Caeb – Ema Ely Salomão Bonetti

OSC CECP – Manoela Horácio da Silva Mourão

Sesc – Henrique Ramos Rubin

Museu do Folclore quer estreitar relacionamento com educadores

Museu montou uma instalação com objetos do seu acervo didático para que o público possa manuseá-los – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos quer estreitar o relacionamento com educadores do município, propondo uma reflexão e uma discussão sobre a abordagem trabalhada no museu a respeito de folclore e as possíveis interações com as atividades pedagógicas voltadas ao tema.

“Sobretudo no período que se refere ao mês de agosto, quando educadores movimentam este assunto junto aos seus alunos e o museu realiza o Mês do Folclore, recebendo grupos escolares para participarem de uma programação interativa”, explica Camila Inês, gestora do museu.

Para efetivar este propósito, o Museu do Folclore realizará nos dias 14, 21 e 28 de maio uma nova edição do projeto Diálogos sobre Folclore (de forma presencial e virtual), que tem como tema Re-conhecendo: Patrimônio Imaterial e Educação em Diálogo. A atividade é gratuita e aberta a outros interessados, além de educadores.

“A relação entre o folclore, como saber único e plural, e a educação, como espaço de encontro, troca e transmissão de conhecimentos, é fundamental para a valorização da cultura e da identidade. É por meio da educação formal (escolas, universidades) e informal (família, comunidades, coletivos) que os saberes são transmitidos, reinterpretados e recriados”, enfatiza a pesquisadora Maira Domingues.

Programação

Dia 14 (quarta): 14h às 16h, aberto ao público

Proposta para uma exposição itinerante – A sala de exposições temporárias será ocupada com objetos do acervo didático (que podem ser manuseados e utilizados para fins lúdicos, educativos e de acessibilidade) propondo aos participantes a montagem de uma exposição itinerante.

Dia 21 (quarta): 19h30 às 21h, webinar (pelo Google Meet)

Patrimônio Imaterial e Educação: Saberes que Transformam – Encontro para pensar os saberes e práticas pedagógicas que vão além das salas de aula. Como as culturas populares e os saberes tradicionais podem dialogar com a educação, ampliando repertórios e propondo ferramentas. Participação da educadora Lilian Pacheco e do pesquisador e contador de histórias Márcio Caires. Inscrições pela plataforma Sympla.

Educadora Lilian Pacheco e o pesquisador Márcio Caires | Foto: Divulgação.

Dia 28 (quarta): 14h às 16h

Reunião aberta – Levantamento e avaliação de propostas temáticas para o Mês do Folclore.

Vivência de Repertórios Culturais para Educadores (ainda sem data definida) – Troca de saberes onde a arte-educação se encontra com a cultura popular, onde serão trabalhados repertórios e reflexões sobre práticas pedagógicas inspiradas nas tradições populares, com foco nas cantigas e brincadeiras, que podem dinamizar aulas e fortalecer a interação com os alunos. Agendamento com o Educativo via WhatsApp: (12) 99686-0526.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas dependências funcionam desde 1997 na região norte, em Santana, no Parque da Cidade.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

  

 

Oficina sobre novelas reunirá amantes da TV no Cine Santana

A oficina terá a duração de 4 horas, das 18h às 22h, e contará com um certificado dos Pontos MIS – Foto: Divulgação.

 

A importância das telenovelas para o mercado do audiovisual e da cultura será tema da próxima oficina no Cine Santana, na próxima terça-feira (20), das 18h às 22h.

A oficina Telenovela: Um Bate-Papo é uma parceria da Fundação Cultural Cassiano Ricardo com o MIS (Museus da Imagem e do Som).

A atividade é voltada para maiores de 12 anos, em especial nostálgicos, interessados e estudiosos do gênero, como jornalistas, roteiristas, estudantes de audiovisual ou área correlata, atores e profissionais do meio. Pessoas que acompanham ou já acompanharam novelas e têm interesse em discutir seu impacto cultural também podem participar.

O oficineiro, Raphael Scire, é jornalista e autor do livro Crimes no Horário Nobre – um passeio pela obra de Silvio de Abreu. Ele também foi roteirista do primeiro documentário brasileiro original da Netflix: Laerte-se (2017).

A oficina terá a duração de 4 horas, das 18h às 22h, e contará com um certificado dos Pontos MIS.

São 20 vagas disponíveis. As inscrições poderão ser feitas de 14 a 19 de maio pelo aplicativo São José Viva.

Serviço

Cine Santana

Endereço: Av. Rui Barbosa, 2005, Santana

Museu do Folclore participa da 23ª Semana Nacional de Museus

Profissional do Museu do Folclore realiza higienização de um dos objetos que faz parte do acervo técnico – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos participará, de 12 a 17 de maio, da 23ª Semana Nacional Museus, promovida pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Museus) em comemoração ao Dia Internacional de Museus (18). O tema deste ano é “O futuro dos museus em comunidades em rápida transformação”.

Para esta participação, o museu preparou uma programação específica e gratuita que prevê diferentes ações: formação sobre ODS, ocupação do espaço da exposição temporária com peças do acervo didático do museu, edições especiais do Terças com Museologia, Roda de Fazeres e Lendo no Quintal, além de uma parceria com o coletivo Santos de Casa.

A proposta é que os participantes também sejam protagonistas das ações programadas, atendendo ao tema sugerido pelo Ibram, que estimula os museus a se prepararem cada vez mais para a rápida transformação das comunidades onde estão inseridos.

Programação

Dia 12 (segunda): 14h às 17h, aberto ao público

Perspectivas Culturais dos ODS – Atividade de formação em parceria com o Ecomuseu Campos de São José, visando abordar as perspectivas culturais de três novos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável): Igualdade Étnico-Racial, Arte, Cultura e Comunicação, e Direitos dos Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais.

Dia 13 (terça): 14h às 15h30, aberto ao público

Acervos Didáticos: Exposição em Movimento – Edição especial do Terças com Museologia (presencial), com reabertura da sala de exposições temporárias, que será ocupada com peças do acervo didático do Museu do Folclore. A intenção é propor aos participantes uma reflexão sobre as possibilidades de interação e aproximação que este acervo didático pode proporcionar.

Dia 14 (quarta): 14h às 16h, aberto ao público

Proposta para uma exposição itinerante – Abertura da atividade Diálogos sobre Folclore (Re-conhecendo: Patrimônio Imaterial e Educação em Diálogo). A partir do acervo didático disponibilizado na sala de exposições temporárias, propor aos participantes a montagem de uma exposição circulante.

Dia 15 (quinta): 14h às 16h, aberto ao público

Oficina de Conta em Conta – Edição especial da Roda de Fazeres, onde os participantes serão convidados a adornarem fios com contas que representem sua memória ou saber tradicional aprendido com alguém da família ou da comunidade (como uma receita, uma história, uma brincadeira, uma crença, um modo de fazer). Os fios serão amarrados posteriormente, para formar uma cortina que será colocada na entrada da exposição temporária.

Dia 16 (sexta): 14h às 16h

Tem Figureira no Museu – Reconhecimento de obras de figureiras do Vale do Paraíba no acervo técnico do Museu do Folclore, em parceria com o coletivo Santos de Casa.

Dia 17 (sábado): das 14h30 às 16h30, aberto ao público

Leitura no Quintal – Mediação de leitura utilizando parte do acervo da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, em especial as obras de literatura infantil.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas dependências funcionam desde 1997 na região norte, em Santana, no Parque da Cidade.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

 

 

Filme sobre últimos meses de Van Gogh será exibido no Museu

A exibição de filmes franceses acontece mensalmente no Museu Municipal de São José dos Campos – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

O Cine do Centro exibe, na próxima quarta-feira (14), às 19h, o filme “Van Gogh”, dirigido por Maurice Pialat, que conta a história dos últimos meses da vida do pintor holandês, Vincent van Gogh. O longa é gratuito e legendado em português.

A exibição de filmes franceses acontece toda 2ª quarta-feira do mês, no Museu Municipal de São José dos Campos.

Sinopse

Na primavera de 1890, Vincent Van Gogh muda-se para uma pequena cidade próxima a Paris, ficando sob os cuidados do Dr. Gachet. O filme narra os 67 dias em que o pintor residiu na pousada, período em que recebe a visita de seu irmão Théo e da cunhada. Desse encontro, surgem conflitos que levam a questionamentos sobre sua obra e suas realizações artísticas.

Curiosidade

O ator Jacques Dutronc ganhou o Prêmio César de Melhor Ator em 1992 por interpretar Van Gogh por este filme. A narrativa o apresenta como um homem comum e real, que enfrenta sua doença enquanto busca aprimorar sua arte.

Quem foi Vincent van Gogh?

Ele foi um pintor pós-impressionista holandês, amplamente reconhecido como um dos maiores e mais influentes artistas da história da arte ocidental. Ele nasceu em 30 de março de 1853, na Holanda, e morreu em 29 de julho de 1890, na França. Durante sua vida, Van Gogh teve pouco reconhecimento e vendeu apenas algumas obras, mas hoje é considerado um dos pilares da arte moderna.

Van Gogh desenvolveu um estilo único, com pinceladas marcantes, uso intenso de cores vibrantes e uma abordagem emocional e expressiva da pintura.

Ele pintou retratos, autorretratos, paisagens e naturezas-mortas, muitas vezes inspiradas pelo campo francês e por sua experiência pessoal.

Projeto

Desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba, o Cine do Centro tem curadoria de Patrick Houdin, diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.

Obras famosas

A Noite Estrelada (1889)

Os Girassois (série, 1888)

O Quarto em Arles (1888)

Campo de Trigo com Corvos (1890)

Ficha técnica

Van Gogh

Direção de Maurice Pialat

Com Jacques Dutronc | Alexandra London | Bernard Le Coq

Ano: 1991

Duração: 158 minutos

Gênero: Drama

Classificação indicativa: 14 anos

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório
Praça Afonso Pena, 29, Centro

Film Commission prepara encontro para empresas e produtores

Nesta semana, os formulários passaram por modernização para melhor atender à classe – Foto: Ilustração.

A plataforma criada pela SJC Film Commission, para cadastro de profissionais do setor audiovisual e de empresas de apoio às produções, completa um mês na próxima quarta-feira (14) com novidades.

Todos os cadastrados serão convidados a participar do 1º encontro para discussão, apresentação de demandas e de escuta de sugestões para o setor na cidade, que acontece na primeira quinzena de junho. O preenchimento dos formulários, portanto, é essencial para o mapeamento, definição da data e do local do evento.

Esta é a oportunidade de contribuir neste novo momento do audiovisual em São José dos Campos. O lançamento da SJC Film Commission, realizado pela Prefeitura e pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em abril deste ano, é o mais ousado programa de desenvolvimento do setor na história do município.

Cadastro

O cadastro aberto pela SJC Film Commission, realizado por meio de formulário, visa mapear a área, conectar talentos, empresas e oportunidades para as produções na cidade. O banco de dados atualizado facilitará a articulação entre realizadores, produtoras, empresas e projetos que desejam filmar em São José.

Formulário para profissionais e produtoras audiovisuais.

Formulário para empresas de apoio.

Nesta semana, os formulários passaram por modernização para melhor atender à classe. Quem já se cadastrou tem a oportunidade de atualizar os dados na página.

Film Commission

A SJC Film Commission tem a missão de atrair e facilitar a produção de filmes, séries, documentários, clipes e outros produtos audiovisuais em solo joseense.

A iniciativa integra o Plano de Gestão 2025-2028. Essa novidade transforma o município em terreno fértil para a indústria cinematográfica brasileira e mundial.

A SJC Film Commission, na prática, vai atuar como facilitadora em toda a cadeia produtiva do cinema. O suporte inclui apoio técnico e logístico à produção, além da criação de banco de dados com profissionais e fornecedores, caso de hotéis, restaurantes, centros comerciais e empresas de diferentes segmentos.

Com esse lançamento, São José passa a ter um balcão de atendimento personalizado a produtores da cidade, de outros municípios do país e até do exterior, fornecendo auxílio em todas as frentes.

Um catálogo digital, disponível pela internet, apresenta cenários urbanos e rurais que poderão ser utilizados para a produção audiovisual cinematográfica, televisiva ou publicitária, incluirá tabela atualizada de custos e taxas relativas às filmagens e gravações.

A iniciativa serve de estímulo à economia criativa, gerando emprego e renda para trabalhadores de São José dos Campos, já que haverá contratação de mão de obra local nas produções.

Esta é, portanto, uma oportunidade para que os profissionais, e as empresas da cidade se estruturem e se profissionalizem, para que cresçam e se tornem cada vez mais competitivas no mercado do audiovisual.

A SJC Film Commission, instituída pelo decreto 19432/2023, é também uma política pública para promover cartões-postais e valorizar as características únicas de São José.

Formação

Para atender a essa nova demanda, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo investirá na formação de profissionais do audiovisual e da rede que envolve o setor. Serão oferecidas na cidade cursos, oficinas e workshops com temas relacionados a diferentes áreas da sétima arte.

Os interessados em gravar em São José dos Campos a partir de agora poderão preencher requerimentos para realizar filmagens na cidade pelo site https://sjcfilmcommission.sjc.br.

Projeto Pernaltas leva 2 oficinas a espaços da Fundação Cultural

As oficinas são gratuitas e destinadas a artistas com vivência ou não em perna de pau – Foto: Divulgação.

 

A Trupe Baião de 2 ministra, a partir da próxima segunda-feira (12), às 14h, no Galpão Altino Bondesan, duas oficinas pelo projeto Pernaltas.

As oficinas são gratuitas e destinadas a artistas com vivência ou não em perna de pau, sendo uma delas exclusiva para pessoas surdas e com deficiência auditiva.

Para participar é necessário fazer a inscrição, que pode ser confirmada até as 22h de sábado (10). A produção da oficina entrará em contato com os selecionados.

Cronograma

12, 13 e 15 de maio – 15h às 18h – Oficina exclusiva para pessoas surdas e com deficiência auditiva.
São 10 vagas disponíveis por dia.
Inscrições aqui.

15 e 16 de maio – 15h às 18h – Oficina – Variações na Perna de Pau para Pernaltas.
São 15 vagas disponíveis para uma turma.
Inscrições aqui.

O que esperar da atividade?

  • Encontro prático com troca de experiências entre artistas

  • Exercícios técnicos de perna de pau e acrobacias

  • Abordagens sobre dramaturgia corporal e criação coletiva

  • Reflexão sobre o corpo na cidade e o brincar como linguagem

Quem pode participar?

Artistas com vivência ou não em perna de pau, teatro, dança ou circo contemporâneo. O participante deverá levar suas próprias pernas de pau e joelheiras

Sobre o projeto

A Trupe Baião de 2, com 10 anos de experiência em perna de pau, apresenta o projeto “Pernaltas”: criação coletiva com sete artistas explorando a perna de pau como linguagem circense e brinquedo popular. Durante a circulação, oferecerão oficinas de Variações na Perna de Pau para pernaltas e outra exclusiva para surdos e deficientes auditivos, ambas focadas em colaboração, técnica, criação cênica e espaço urbano.

Serviço

Galpão Altino Bondesan

Av. Olívio Gomes, 100 – Parque da Cidade – Santana

Grupo de Estudos do Museu do Folclore inicia segundo módulo

Grupo de Estudos já conta com a participação de 12 pessoas; encontros são gratuitos e acontecem quinzenalmente aos sábados – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos iniciará, neste sábado (10), o segundo módulo de assuntos discutidos pelo Grupo de Estudos, abordando os Fundamentos da cultura popular: A escola de folclore. Os encontros são gratuitos e prosseguirão nos dias 24 de maio, 14 e 28 de junho, sempre das 14h às 16h.

As inscrições devem ser feitas pela plataforma Sympla e valem apenas para os encontros de maio e junho. Para os próximos encontros, será aberto um novo processo de inscrição. Para se inscrever para o 2º módulo não é preciso ter participado do 1º.

Os temas de cada módulo foram definidos com base no acervo da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore. A intenção é atender a área acadêmica e outros interessados pelos temas propostos.

Até o momento, 12 pessoas já participaram dos 4 encontros iniciais (1º módulo), ocorridos em março e abril, que abordaram a História do Movimento Folclórico: Institucionalização do folclore no Brasil e no mundo, criação das comissões de folclore, congressos nacionais e regionais.

Para a joseense Ana Carolina Maciel, 27 anos, que participa pela primeira vez, a atividade contribui muito para o seu trabalho como circense e recreadora infantil. “Além disto, tenho muito interesse por temas sobre cultura popular e folclore”, enfatiza. Atualmente, ela cursa faculdade de Educação Física.

Módulos e temas

Módulo 2 – Fundamentos da cultura popular: A escola de folclore (dias 10 e 24 de maio, 14 e 28 de junho e 12 e 26 de julho).

Módulo 3 – Cultura Híbrida e Globalização: Cultura híbrida, cultura em movimento e debate sobre a nomenclatura do termo folclore no mundo moderno (dias 9 e 23 de agosto, 13 e 27 de setembro e 11 e 25 de outubro).

Módulo 4 – Museu do Folclore e Educação: História do Museu do Folclore de São José dos Campos; o Educativo do museu na educação não formal; estudo de texto da folclorista Angela Savastano (dias 8 e 22 de novembro e 6, 13 e 20 de dezembro).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Temporada CET define a programação de maio

Todas as peças são gratuitas, com ingresso solidário (um pacote de trigo ou fubá) – Foto: Divulgação.

 

O CET (Centro de Estudos Teatrais) será palco para inúmeros espetáculos dos mais variados gêneros em maio. A tradicional temporada de teatro começa no próximo sábado (10), às 21h, com o espetáculo “O Arquiteto e o Imperador da Assíria”, do Grupo de Teatro BlasFêmeas, que aborda um clássico sobre autoritarismo e desigualdades.

Todas as peças são gratuitas, com ingresso solidário (um pacote de trigo ou fubá). As reservas eletrônicas podem ser feitas neste site.

Programação

Todos os sábados

10 de maio – 21h – Com intérprete de Libras

O Arquiteto e o Imperador da Assíria (Lei Paulo Gustavo)

Grupo de Teatro BlasFêmeas

Gênero: Drama

Classificação: 16 anos

Duração: 90 minutos

Em isolamento após acidente, sobrevivente manipula nativo ingênuo, explorando sua inocência para estabelecer um reinado baseado em valores étnicos e morais distorcidos. Clássico sobre autoritarismo e desigualdades.

17 de maio – 21h

“Pernaltas”

Trupe Baião de 2

Categoria: Circo

Classificação: Livre

Duração: 50 min

A Trupe Baião de 2 apresenta “Pernaltas!”, um espetáculo circense inovador que celebra a perna de pau e a união entre gerações. O projeto terá apresentações com sete artistas explorando a perna de pau como elemento central de uma narrativa lúdica. “Pernaltas!” é um laboratório cênico que usa a “pernalturgia” para desenvolver as capacidades dos artistas através de uma dramaturgia original, promovendo a interação com o ambiente urbano.

24 e 31 de maio – 21h

Por trás da casa fechada

Núcleo de Interpretação WR

Gênero: drama

Classificação: 12 anos

Duração: 50 minutos

Ambientado em 1957, o espetáculo acompanha a trajetória do casamento de Cecília e Domingos. Inicialmente marcado por juras de amor, o relacionamento chega ao fim devido a um mal-entendido. A peça Por trás da casa fechada propõe uma reflexão sobre a durabilidade dos laços matrimoniais, explorando a conhecida máxima “Até que a morte os separe”, e questiona a busca pela perfeição. A montagem também aborda o impacto destrutivo das fake news.

Serviço

CET – Centro de Estudos Teatrais

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana

Curso de História da Arte começa na segunda-feira

Turma assiste ao curso de História da Arte no Museu Municipal em 2024 – Foto: Paulo Amaral/FCCR

 

O curso de História da Arte Brasileira, oferecido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, começa na próxima segunda-feira (5), às 19h, no Museu Municipal de São José dos Campos.

Um grupo de 120 alunos inicia a série de 10 aulas com duração de duas horas cada. Os encontros acontecerão às segundas-feiras, das 19h às 21h. O curso segue até 7 de julho.

O curso será ministrado pelo professor Guilherme Tosetto e oferece uma imersão na história da arte, por meio da qual é possível compreender a evolução da criatividade humana e o seu percurso estético até a atualidade.

Os participantes irão explorar o desenvolvimento artístico por meio de referências visuais e com análise crítica das obras mais influentes do cenário brasileiro.

Professor

Guilherme Tosetto é pesquisador e curador independente. Doutor em Belas Artes pela Universidade de Lisboa, mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp, especialista em Fotografia, e graduado em Comunicação Social pela Universidade de Londrina. Atualmente, trabalha como editor de imagem e é professor no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Temas

Aula 1: Introdução à arte brasileira

Aula 2: Arte colonial

Aula 3: O barroco e o rococó no Brasil

Aula 4: Neoclassicismo e a missão artística francesa

Aula 5: Entre o segundo reinado e a belle époque

Aula 6: Modernismo e a Semana de Arte Moderna de 1922

Aula 7: A consolidação do modernismo e as vanguardas brasileiras

Aula 8: Arte popular

Aula 9: Arte contemporânea

Aula 10: Novas mídias e a arte brasileira no século XXI

Cronograma das aulas

Maio

5 – Segunda-feira

12 – Segunda-feira

19 – Segunda-feira

26 – Segunda-feira

Junho

2 – Segunda-feira

9 – Segunda-feira

16 – Segunda-feira

23 – Segunda-feira

30 – Segunda-feira

Julho

7 – Segunda-feira

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório
Praça Afonso Pena, 29, Centro

Orquestra Joseense se apresenta pela 1ª vez na Sala São Paulo

No último domingo (27), Orquestra Joseense se apresentou no aniversário de 101 anos do Parque Vicentina Aranha – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Orquestra Joseense vai fazer história no próximo domingo (4), às 10h50, quando se apresenta pela primeira vez na Sala São Paulo.

O concerto, com repertório de compositores brasileiros, é gratuito. Os ingressos começaram a ser distribuídos gratuitamente ao meio-dia desta segunda-feira (28). As reservas são limitadas a quatro por pessoa.

Saiba mais aqui.

A Orquestra Joseense, um dos projetos que integram o Programa de Formação Artística da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, terá a oportunidade de se apresentar no palco nobre da música clássica nacional.

Com qualidade acústica ímpar, a Sala São Paulo oferece um palco ideal para a música de concerto, desde apresentações sinfônicas até recitais de música de câmara.

A qualidade de som do espaço, reconhecida mundialmente, só é possível graças a uma variedade de elementos. A disposição dos balcões e seus desenhos frontais, o posicionamento do palco, a inexistência de carpetes ou cortinas, a espessura da madeira do palco, o desenho das poltronas, as paredes pesadas e, claro, o forro móvel que se tornou nossa marca registrada.

Programa

O concerto na Sala São Paulo, neste próximo domingo, terá composições de artistas brasileiros:

CLARICE ASSAD Três pequenas variações sobre o tema “A maré encheu”

ERNANI AGUIAR Quatro Momentos nº3

CARLOS DOS SANTOS Batuque de umbigada

CIBELLE J. DONZA Da Terra

EDMUNDO VILLANI-CÔRTES Os Borulóides

HEITOR VILLA-LOBOS Sinfonietta nº 1

William Coelho

Doutor e mestre em musicologia pela USP, é professor de regência coral na ECA/USP e regente titular da Orquestra Joseense, da Orquestra Abaporu e da Eos Música Antiga USP. Foi maestro preparador do Coro da Osesp e professor convidado da Academia de Regência da Osesp. É regente convidado de orquestras como a Osesp, a Sinfônica da USP e a Sinfônica de Piracicaba. Foi finalista do Prêmio Jovem Talento 2019 e sua tese de doutorado foi premiada pela USP. Em 2020 e 2022 regeu o Coro da Osesp no Fórum Econômico Mundial em Davos e no Americas Society em Nova Iorque.

Sobre a Orquestra

A Orquestra Joseense é um dos projetos que integram o Programa de Formação Artística da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, destinado a Jovens a partir de 16 anos, com o objetivo de desenvolver suas habilidades técnicas e artísticas, criando oportunidade de educação musical de qualidade a jovens talentos e capacitando-os à profissionalização.

A orquestra acolhe aprendizes de música de diversas iniciativas públicas ou particulares, que demonstram interesse em aprofundar seus estudos, com aulas teóricas, práticas de instrumentos de orquestra e prática de grupo com regência.

O projeto cultural tem o objetivo de formação musical, aperfeiçoamento de músicos instrumentistas, capacitação para a profissionalização artística e difusão da música instrumental.

Mostra Abril pra Dança começa neste domingo

Cia de Dança de São José dos Campos apresenta o espetáculo “Samba e Amor” na Mostra Abril pra Dança – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A mostra Abril pra Dança começa neste domingo (27), às 19h, no Cine Teatro Benedito Alves, região central de São José dos Campos. Todas as apresentações e atividades ocorrem no mesmo local. O encerramento será na próxima quarta-feira (30).

O espetáculo de abertura “Sim, é possível”, do Instituto Jovens de Coração – Arte e Longevidade, está marcado para o domingo, às 19h30. A coreografia é de Aline Carneiro, Kleber Santos e Joaquim Santana.

A reserva de ingressos é gratuita e pode ser feita por meio deste link.

No domingo, também acontece um workshop e uma aula, abertos a todos os interessados.

Às 14h, haverá o workshop de hip hop dance, com Paulo Cocera. Mais tarde, às 16h, acontece a aula de dança charme com Marcus Azevedo.

Não é necessária inscrição. As atividades são livres para todos os públicos.

A Mostra Abril pra Dança leva toda a diversidade de academias, companhias, alunos e bailarinos da região para apresentações de dança de todos os estilos e promete tirar o fôlego do grande público.

Cia de Dança

A Cia de Dança de São José dos Campos vai subir ao palco na segunda-feira (28), às 19h, com o espetáculo “Samba e Amor”, com coreografia e direção de Lili de Grammont.

Inspirado na canção de Chico Buarque, o trabalho mergulha nas nuances do amor, do desejo, das obrigações e do cansaço. Uma obra de dança contemporânea que emociona e provoca reflexões profundas sobre as relações humanas.

Saiba mais

O Dia Internacional da Dança é comemorado em 29 de abril. Essa data foi criada em 1982 pelo Comitê de Dança do Instituto Internacional do Teatro, ligado à Unesco, em homenagem ao nascimento de Jean-Georges Noverre (1727–1810), considerado o criador do balé moderno.

A ideia por trás do Dia Internacional da Dança é celebrar a arte da dança em todas as suas formas — do balé clássico à dança de rua, passando por danças folclóricas, contemporâneas, e muitas outras — e promover sua importância cultural, social e educacional no mundo todo.

A celebração tem como objetivo honrar a diversidade da arte da dança em suas inúmeras manifestações – abrangendo desde o balé clássico até as danças urbanas, folclóricas, contemporâneas e muitas outras. Buscando enfatizar a relevância cultural, social e educacional da dança em escala global.

Serviço

Cine Teatro Benedito Alves da Silva
Rua Rui Dória, 935 – Centro

Terças discute a “Conexão entre museus, arquivos e bibliotecas”

O 26º volume da Coleção Cadernos de Folclore (2020), exposto na biblioteca, conta a história do museu – Foto: Divulgação.

 

Para finalizar as atividades de abril dedicadas à literatura, o Museu do Folclore de São José dos Campos abordará na edição deste mês do Terças com Museologia, no dia 29, o tema “Conexões entre museus, arquivos e bibliotecas”.

A atividade ocorre virtualmente pelo Google Meet, das 9h30 às 11h30, e as inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla, gratuitamente. Esta é a 19ª edição do programa, destinada a pesquisadores, professores, educadores e interessados.

“Queremos discutir os pontos em comum entre estas três instituições que têm compromisso com a preservação da memória, mas que operam com lógicas, métodos e públicos distintos”, enfatiza a museóloga Mariana Boujadi, mestra em Memória Social e Patrimônio Cultural, mediadora dos encontros.

O Terças com Museologia acontece toda última terça-feira do mês, sempre abordando um tema relacionado à museologia. Na primeira edição deste ano, no dia 25 de março, a atividade reuniu 42 pessoas. Os vídeos dos encontros passados estão à disposição na página do museu no YouTube.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Ele está instalado no Parque da Cidade, na região norte, desde 1997.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Museu recebe workshop direcionado a artistas de São José

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo aplicativo São José Viva até 12 de maio – Foto: PMSJC.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abriu, nesta terça-feira (22), as inscrições para o workshop “Gestão para Carreira Artística”, que acontece no Museu Municipal a partir de 21 de maio.

As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo aplicativo São José Viva até 12 de maio.

O workshop será ministrado pela artista e produtora cultural Cinthia Jardim.

A atividade é gratuita. A idade mínima para participar é 16 anos.

O workshop vai orientar artistas de São José dos Campos sobre a formalização de contratos e inscrições em editais culturais, incluindo LIF, FMC e ProAC.

Serão abordados os seguintes tópicos:

  • Elaboração de minibiografia, currículo, portfólio, sinopse, roteiro de espetáculo e rider técnico.

  • Mídias sociais (incluindo informações de contato, vídeos e fotos relacionados à carreira).

  • Abertura de MEI, benefícios MEI e CNAEs artísticos.

  • Certidões, modelo de contrato e orçamento.

  • Elaboração de projetos (incluindo objetivo, justificativa, cronograma, orçamento, ficha técnica, divulgação, público-alvo e prestação de contas).

O workshop terá duração de 6 horas e será dividido em 2 turmas.

Turma 1: 21 e 22 de maio, das 19h às 22h

Turma 2:  24 e 31 de maio, das 9h às 12h

Cinthia Jardim

Artista musical com uma trajetória de mais de 23 anos, atuando também como produtora cultural e curadora do projeto Cena de Mulher. Possui vasta experiência, superior a 10 anos, na criação de projetos culturais.

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório

Praça Afonso Pena, 29, Centro

SJC Film Commission abre cadastro para profissionais e empresa

Banco de dados atualizado facilitará a articulação entre realizadores, produtoras, empresas e projetos que desejam filmar em São José – Foto: Ilustração.

 

A SJC Film Commission, lançada na última segunda-feira (14), está com cadastro aberto para profissionais e produtoras audiovisuais e para empresas de apoio de São José dos Campos.

Esse cadastro, feito por meio de formulário, visa conectar talentos, empresas e oportunidades para as produções na cidade. O banco de dados atualizado facilitará a articulação entre realizadores, produtoras, empresas e projetos que desejam filmar em São José.

Formulário para profissionais e produtoras audiovisuais.

Formulário para empresas de apoio.

Lançamento

Prefeitura de São José dos Campos e Fundação Cultural Cassiano Ricardo lançaram, na segunda-feira, o mais ousado programa de desenvolvimento do setor audiovisual da história da cidade.

A SJC Film Commission terá a missão de atrair e facilitar a produção de filmes, séries, documentários, clipes e outros produtos audiovisuais em solo joseense.

A iniciativa integra o Plano de Gestão 2025-2028. Essa novidade transforma o município em terreno fértil para indústria cinematográfica brasileira e mundial.

A SJC Film Commission, na prática, vai atuar como facilitadora em toda a cadeia produtiva do cinema. O suporte inclui apoio técnico e logístico à produção, além da criação de banco de dados com profissionais e fornecedores, caso de hotéis, restaurantes, centros comerciais e empresas de diferentes segmentos.

Com esse lançamento, São José passa a ter um balcão de atendimento personalizado a produtores da cidade, de outros municípios do país e até do exterior, fornecendo auxílio em todas as frentes.

Um catálogo digital, disponível pela internet, vai apresentar cenários urbanos e rurais que poderão ser utilizados para a produção audiovisual cinematográfica, televisiva ou publicitária, incluindo tabela atualizada de custos e taxas relativas às filmagens e gravações.

A iniciativa servirá de estímulo à economia criativa, gerando emprego e renda para trabalhadores de São José dos Campos, já que haverá contratação de mão de obra local nas produções.

Esta é, portanto, uma oportunidade para que as empresas da cidade se estruturem e se profissionalizem, para que cresçam e se tornem cada vez mais competitivas no mercado do audiovisual.

A SJC Film Commission, instituída pelo decreto 19432/2023, é também uma política pública para promover cartões-postais e valorizar as características únicas de São José.

Formação

Para atender a essa nova demanda, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo investirá na formação de profissionais do audiovisual. Serão oferecidas na cidade cursos, oficinas e workshops com temas relacionados a diferentes setores da sétima arte.

Os interessados em gravar em São José dos Campos a partir de agora poderão preencher requerimentos para realizar filmagens na cidade pelo site https://sjcfilmcommission.sjc.br.

Assista ao vídeo institucional da SJC Film Commission.

 

 

Museu recebe mais de 5.000 pessoas de janeiro a março

Lançamento de mais uma livro da Coleção Cadernos do Folclore foi um dos bons momentos ocorridos em março – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos já recebeu um total de 5.622 visitantes nos 3 primeiros meses do ano. Só em março, 1.468 pessoas passaram pelas exposições (de longa duração e temporária), biblioteca e brinquedoteca, e participaram das muitas atividades realizadas durante o mês.

Destaque para o lançamento do 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore – As Receitas que Contam Histórias –, ocorrido juntamente com uma edição especial do Museu Vivo, e a instalação da exposição temporária Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente (aberta de março a abril).

Além destas, também foram realizadas as seguintes atividades em março: Terças com Museologia (30), Roda de Fazeres (20), Grupo de Estudos (15) e Formação de Monitoria (14).

Visitas

Em relação às visitas (espontâneas e agendadas) especificamente, o Museu do Folclore recebeu 952 pessoas nas exposições, 30 na biblioteca e 62 na brinquedoteca.

Foram 631 visitantes de São José, 275 de outros estados (15) e cidades (66) e 14 do exterior (EUA 3, Áustria 2, Canadá 1, Dinamarca 2, Estônia 2, Alemanha 1, Portugal 1, Suécia 1 e País de Gales 1).

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos. Suas instalações estão localizadas no Parque da Cidade, em Santana.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Curso de História da Arte Brasileira abre nova turma

Aluno do curso de História da Arte Brasileira realizado em 2024 no Museu Municipal – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre, nesta segunda-feira (14), as inscrições para o curso de História da Arte Brasileira, que acontecerá no Museu Municipal de São José dos Campos.

As inscrições para as 120 vagas serão feitas exclusivamente pelo aplicativo São José Viva até 28 de abril. Para participar, é necessário ter no mínimo 16 anos.

A confirmação da matrícula se dará pela ordem de inscrição.

As atividades começam no dia 5 de maio, às 19h, e seguem até 7 de julho, totalizando 10 aulas com duração de duas horas cada. Os encontros acontecerão nas segundas-feiras, das 19h às 21h.

O curso ministrado pelo professor Guilherme Tosetto oferece uma imersão na história da arte, através da qual é possível compreender a evolução da criatividade humana e o seu percurso estético até a atualidade.

Os participantes irão explorar o desenvolvimento artístico por meio de referências visuais e com análise crítica das obras mais influentes do cenário brasileiro.

Professor

Guilherme Tosetto é pesquisador e curador independente. Doutor em Belas Artes pela Universidade de Lisboa, mestre em Multimeios pelo Instituto de Artes da Unicamp, especialista em Fotografia, e graduado em Comunicação Social pela Universidade de Londrina. Atualmente, trabalha como editor de imagem e é professor no Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Temas

Aula 1: Introdução à arte brasileira

Aula 2: Arte colonial

Aula 3: O barroco e o rococó no Brasil

Aula 4: Neoclassicismo e a missão artística francesa

Aula 5: Entre o segundo reinado e a belle époque

Aula 6: Modernismo e a Semana de Arte Moderna de 1922

Aula 7: A consolidação do modernismo e as vanguardas brasileiras

Aula 8: Arte popular

Aula 9: Arte contemporânea

Aula 10: Novas mídias e a arte brasileira no século XXI

Cronograma das aulas

Maio

5 – Segunda-feira

12 – Segunda-feira

19 – Segunda-feira

26 – Segunda-feira

Junho

2 – Segunda-feira

9 – Segunda-feira

16 – Segunda-feira

23 – Segunda-feira

30 – Segunda-feira

Julho

7 – Segunda-feira

Serviço 

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório

Praça Afonso Pena, 29, Centro

São José lança Film Commission para fortalecer cinema na cidade

 

A SJC Film Commission terá a missão de atrair e facilitar a produção de filmes, séries, documentários, clipes e outros produtos audiovisuais em solo joseense – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

A Prefeitura de São José dos Campos e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo lançaram nesta segunda-feira (14) o mais ousado programa de desenvolvimento do setor audiovisual da história da cidade.

A SJC Film Commission terá a missão de atrair e facilitar a produção de filmes, séries, documentários, clipes e outros produtos audiovisuais em solo joseense.

A iniciativa integra o Plano de Gestão 2025-2028. Essa novidade transforma o município em terreno fértil para indústria cinematográfica brasileira e mundial.

A SJC Film Commission, na prática, vai atuar como facilitadora em toda a cadeia produtiva do cinema. O suporte inclui apoio técnico e logístico à produção, além da criação de banco de dados com profissionais e fornecedores, caso de hotéis, restaurantes, centros comerciais e empresas de diferentes segmentos.

Com esse lançamento, São José passa a ter um balcão de atendimento personalizado a produtores da cidade, de outros municípios do país e até do exterior, fornecendo auxílio em todas as frentes.

Um catálogo digital, disponível pela internet, vai apresentar cenários urbanos e rurais que poderão ser utilizados para a produção audiovisual cinematográfica, televisiva ou publicitária, incluindo tabela atualizada de custos e taxas relativas às filmagens e gravações.

A iniciativa servirá de estímulo à economia criativa, gerando emprego e renda para trabalhadores de São José dos Campos, já que haverá contratação de mão de obra local nas produções.

Esta é, portanto, uma oportunidade para que as empresas da cidade se estruturem e se profissionalizem, para que cresçam e se tornem cada vez mais competitivas no mercado do audiovisual.

A SJC Film Commission, instituída pelo decreto 19432/2023, é também uma política pública para promover cartões-postais e valorizar as características únicas de São José.

Formação

Para atender a essa nova demanda, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo investirá na formação de profissionais do audiovisual. Serão oferecidas na cidade cursos, oficinas e workshops com temas relacionados a diferentes setores da sétima arte.

Os interessados em gravar em São José dos Campos a partir de agora poderão preencher requerimentos para realizar filmagens na cidade pelo site https://sjcfilmcommission.sjc.br.

História

As film commission surgiram nos Estados Unidos na década de 1940, momento de ouro do cinema do país. Havia, naquele momento, a necessidade de um mecanismo institucional para fazer a ponte entre os estúdios e o governo da Califórnia.

A missão, ao longo dos anos, jamais mudou: atrair e facilitar as produções audiovisuais, atuando em todas as etapas da cadeia produtiva.

Nostalgia do circo é tema de exposição na Vila Tesouro

A exposição na Vila Tesouro é um convite a uma experiência nostálgica e educativa – Foto: Divulgação.

A Casa de Cultura Chico Triste, na Vila Tesouro, região leste de São José dos Campos, inaugurou nesta semana a exposição “Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente”.

A visitação é gratuita e acontece até 9 de maio, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 21h.

A exposição “Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente” é um convite a uma experiência nostálgica e educativa, para todas as idades relembrarem a infância e descobrirem a importância da sustentabilidade.

O projeto apresenta brinquedos antigos feitos de sucata e exibe peças clássicas que marcaram a infância de muitas gerações nas décadas de 1980 e 1990.

Entre os brinquedos expostos, os visitantes podem encontrar a peteca de sacola e papel, bilboquê e boliche de garrafa pet, telefone de lata, dama e jogo da velha feitos com papelão, prato de equilíbrio, pé de lata, e bambolê de mangueira, entre outros.

Além da exposição, os visitantes podem participar de oficinas para aprender a confeccionar e brincar com alguns dos brinquedos ou acessar vídeo aulas pelos QR Codes instalados em cada obra.

Curadoria

Com direção e curadoria do artista e brinquedeiro Leandro Delgado, a exposição reúne 21 peças que incentivam a conscientização sobre o reaproveitamento de materiais recicláveis, além de resgatar memórias afetivas.

Realizada pelo Coletivo Circo no Quintal a exposição é beneficiada pelo Edital PNAB nº 001/FCCR/2024, Projetos de Fomento para Diversas Formas de Manifestações Culturais.

Serviço

Casa de Cultura Chico Triste

Rua Milton Cruz, s/n° – Jardim São Jorge (Vila Tesouro)

Novo livro da Coleção Cadernos de Folclore é distribuído

 

Lançado no último dia 30 de março pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, o livro “As Receitas que Contam Histórias” continua sendo distribuído gratuitamente a interessados. A obra pode ser retirada na Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, no Museu do Folclore, de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h30.

Desde esta data, o museu já fez a entrega de 253 livros. A publicação corresponde ao 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore, com obras lançadas desde 1987. O livro também pode ser lido pelo site do museu, no formato PDF ou E-book.

A nova publicação foi produzida pela equipe do Museu do Folclore, com criação e organização de Camila Inês e ilustrações de Marcela Souza; e participação de Maira Domingues, Silvia Maria Souza, Janice Aboim, Mariana Boujadi, Janaina Araújo e José Eduardo Ribeiro, na concepção, pesquisa, textos, curadoria e revisão.

Em sua apresentação, o livro traz a seguinte frase: “As receitas que contam histórias são aquelas que vão além dos ingredientes e modos de fazer, são as que têm sabor de lembrança, as que criam elos no tempo, que conectam pessoas, que perduram e se perpetuam por meio de cada novo preparo”.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos, com sede em São José dos Campos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Fundação Cultural abre inscrições para o Festidança 2025

 

Os interessados em participar do festival devem realizar as inscrições até 26 de maio – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abriu, nesta quinta-feira (3), as inscrições para a seleção artística do “Festidança 2025 – 35ª Edição”, que acontece de 13 a 21 de junho.

Os interessados em participar do festival devem realizar as inscrições até 26 de maio, exclusivamente pela plataforma Prosas, conforme condições e prazos previstos no edital.

Poderão participar grupos, companhias e bailarinos amadores e profissionais de todo o território nacional, com idade superior a 12 anos completos até o último dia de inscrição.

Neste ano, o evento volta ao formato competitivo, com o objetivo de incentivar a criação coreográfica e o intercâmbio cultural entre bailarinos, coreógrafos e profissionais da dança de todo o território nacional.

O concurso artístico é aberto a pessoas jurídicas ou MEIs (Microempreendedores Individuais) de natureza cultural.

O Festidança 2025 terá Mostra Competitiva, Mostra Infantil, Mostra Comentada de Artistas Independentes, Mostra Comentada de Dança de Salão, Danças Étnicas e Populares, além de Batalha de Street Dance – All Style.

Cine do Centro exibe ‘A filha do seu pai’ na quarta-feira

O filme é recomendado para maiores de 12 anos e é legendado em português – Foto: Divulgação.

 

O projeto Cine do Centro exibe, na próxima quarta-feira (9), às 19h, no Museu Municipal, o filme “La fille de son père – A filha do seu pai”.

A sessão é gratuita, sem necessidade de ingresso e faz parte do Circuito Cultural Central, que visa incentivar a vida artística no centro de São José dos Campos.

O filme, recomendado para maiores de 12 anos, é legendado em português.

Ao término da sessão, os espectadores são convidados a participar de uma conversa sobre o filme com o curador do projeto, Patrick Houdin.

O filme conta a história de Étienne, que tinha 20 anos quando se apaixona por Valérie. Não passa muito tempo até o nascimento da filha dos dois, Rosa. Até que um dia, Valérie sai de casa e nunca mais volta. Ele escolhe não fazer um drama disso e constrói uma vida feliz com a menina. Dezesseis anos depois, quando Rosa começa a seguir sua própria vida, Étienne reconhece a antiga companheira em uma reportagem de TV. O passado ressurge brutalmente, lançando pai e filha em uma derradeira jornada familiar caótica.

Sobre o projeto

O “Cine do Centro” prevê sessões de filmes franceses gratuitas toda segunda quarta-feira do mês, no Museu Municipal de São José dos Campos. Desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba, o projeto tem curadoria de Patrick Houdin, diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.

Ficha técnica

La fille de son père – A filha do seu pai

Direção de Erwan Le Duc

Com Nahuel Pérez Biscayart | Céleste Brunnquell | Mercedes Dassy | Maud Wyler | Mohammed Louridi

Ano: 2023

Duração: 91 minutos

Gênero: Ficção | Comédia | Drama

Faixa etária: 12 anos

Serviço

Museu Municipal de São José dos Campos – Auditório
Praça Afonso Pena, 29, Centro

Biblioteca de São Francisco realiza novo encontro de leitura

O livro do mês está disponível para empréstimo na Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa – Foto: Divulgação.

O Clube de Leitura de São Francisco Xavier realiza novo encontro no próximo dia 24, às 19h. O livro deste mês será “O Estranho Caso do Cachorro Morto”, de Mark Haddon.

O encontro é gratuito e será mediado por Hellen Santos.

O livro está disponível para empréstimo na Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa. Para checar a disponibilidade desta obra entre em contato pelo WhatsApp (12) 99669-4691

A edição também está disponível na Biblioteca Virtual da BibliON, em formato e-book.

Ao término do encontro é oferecido um café comunitário.

O Estranho Caso do Cachorro Morto

Um dia, Christopher Boone encontra o cachorro da vizinha morto, transpassado por um forcado de jardim. Fã das histórias de Sherlock Holmes, o adolescente de 15 anos decide iniciar sua própria investigação e escrever um livro relatando o passo a passo para a resolução do mistério. Apesar de sonhar em ser astronauta, Christopher nunca foi além de seu próprio mundo e a busca pelo assassino do cãozinho Wellington o fará descobrir um universo inteiramente novo.

Clube de leitura

A Associação Amigos da Biblioteca de São Francisco Xavier criou o Clube do Livro, que acontece uma vez por mês. A reunião é presencial e conta com 25 vagas disponíveis para cada encontro.

Serviço

Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa
Praça Cônego Manzi, 48, centro, São Francisco Xavier

Arte nos Bairros abre inscrições para vagas remanescentes

As inscrições devem ser feitas, exclusivamente, pelo aplicativo São José Viva – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O Programa Arte nos Bairros abriu as inscrições para vagas remanescentes nas oficinas culturais de diferentes linguagens artísticas (música, dança, teatro, circo, cultura digital, economia criativa, gestão cultural, entre outras) para crianças, jovens e adultos.

O período de inscrições segue até 30 de abril.

As inscrições devem ser feitas, exclusivamente, pelo aplicativo São José Viva. Para participar, não é preciso ter experiência. Basta escolher a oficina que está sendo oferecida na Casa de Cultura mais próxima.

As oficinas começaram em 10 de março para as turmas formadas na primeira etapa das inscrições.

As oficinas do programa Arte nos Bairros, o maior programa de ação descentralizada da região, também atende aos alunos da rede municipal de Educação e às crianças e adolescentes da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza).

Sobre o Arte nos Bairros

O Programa Arte nos Bairros disponibiliza espaços, em todas as regiões de São José dos Campos, destinados às atividades culturais que dão oportunidades de aprendizagem, novas vivências, experimentação e contato com várias linguagens e técnicas, possibilitando a difusão cultural, a formação de público e de profissionais para o setor cultural.

As oficinas culturais atendem crianças, jovens, adultos e idosos. As atividades possibilitam o acesso, de forma gratuita, ao aprendizado e ao exercício da arte, podendo adaptar-se aos mais variados formatos e contextos com o objetivo de oferecer o melhor atendimento à comunidade.

Exposição ‘Gütlich – entre mundos’ é prorrogada até 17 de abril

O Museu Municipal funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

Última chance para conferir a exposição “Gütlich – entre mundos”, que acontece no Museu Municipal de São José dos Campos e homenageia o centenário do pintor holandês Johann Gütlich e os seus 70 anos de Brasil. A Fundação Cultural Cassiano Ricardo prorrogou o período de visitação até 17 de abril para atender à demanda do público.

A exposição, iniciada em abril de 2024, ajuda o público a dimensionar a vida e a obra do artista em diferentes momentos de sua história, incluindo as três décadas em São José dos Campos, onde criou a Escola de Belas Artes.

O visitante tem a oportunidade de conhecer um conjunto de obras que dá conta de iluminar os diferentes mundos imaginários do artista. A obra de Gütlich é apresentada sob a ótica do afeto com que ele foi descobrindo a sua arte ao longo da vida.

São cinco salas a serem percorridas na exposição: Trópicos, Inverno, Personagens, Fase branca e Desenhos e guaches. Esses ambientes abordam a ideia de atmosferas emanadas dos grupos de obras, como se estes fossem mundos poéticos habitados pelo artista (confira abaixo os detalhes de cada sala).

Parte dos quadros do artista pertence ao acervo do Museu Municipal, responsável pelo trabalho de restauro das peças. Outras foram cedidas em comodato.

A exposição, sucesso de público ao longo de 2024, marca a nova fase do Museu Municipal, após a reforma geral no prédio, entregue à população em janeiro deste ano.

Vida

Nascido em Roterdã, em 29 de agosto de 1920, o pintor holandês completou 100 anos em 2020, durante no auge da pandemia de Covid-19, o que tornou silenciosa a comemoração do centenário.

Chegou ao Brasil em 1953, após a Segunda Guerra Mundial. Já era um artista maduro e foi convidado por um grupo de intelectuais brasileiros para expor no Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O renomado artista desembarcou em São José dos Campos em 1962. Convidado pela Prefeitura, criou e dirigiu a Escola de Belas Artes, que esteve em atividade entre 1962 e 1970.

A condição de habitar um país com uma cultura muito diferente da sua, impôs ao pintor o desafio de compreender a paisagem e o homem. No começo, as paisagens de inverno ainda o perseguiam. Aos poucos, novos lugares e personagens foram surgindo. A figura do cangaceiro foi marcante, a paisagem da caatinga e do cerrado também.

Foi por este meio que inicia uma série de buscas que principiam na substituição dos temas, até em 1969, quando envereda pelo caminho do expressionismo abstrato.

Visitação

O Museu Municipal funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

Serviço

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Museu lança o 30º volume da Coleção Cadernos de Folclore

Novo livro, As Receitas que Contam Histórias, foi produzido pela equipe do Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

Por trás de uma boa receita culinária sempre há uma boa história. Esta afirmação pode ser comprovada nas muitas receitas e histórias registradas no 30° volume da Coleção Cadernos de Folclore, do Museu do Folclore de São José dos Campos, que será lançado neste domingo (30), às 14h, durante uma edição especial do Museu Vivo.

A obra ganhou o nome de As Receitas que Contam Histórias, e o lançamento deverá contar com a presença de praticamente todos os 26 protagonistas (detentores da cultura popular): Adélia Alexandre dos Santos Cunha, Andréa Aparecida, Laudeni de Souza, Sofia de Faria Ramos e Saturnino de Barros Silva, entre outros.

A edição especial do Museu Vivo reunirá, de uma só vez, 11 representantes da cultura popular regional na área da culinária. Serão 11 receitas sendo compartilhadas com o público, numa vivência inusitada do programa (confira abaixo). O encontro contará ainda com a presença do grupo de viola Saudade da Minha Terra.

Autoras e receitas

  • Adélia Alexandre Cunha (doce de abóbora)

  • Andréa Aparecida Martins dos Santos (bolo de banana)

  • Damiana Francisco (bolinho caipira)

  • Elenice Santos da Costa (farofa de banana)

  • Joana Cavalcante Rocha (canjica)

  • Marise Cristina Batista (bolo de fubá)

  • Rosemary Laranjeira David (bolinho de chuva)

  • Silvia Caetano Silva (bolo de coco)

  • Sofia de Faria Ramos (cuscuz)

  • Solange Cristina Moreira (rosquinha)

  • Vera Lúcia de Souza (doce de banana)

Produção do livro

O livro foi produzido pela própria equipe do Museu do Folclore, com criação e organização de Camila Inês e ilustrações de Marcela Souza. A concepção, pesquisa, textos, curadoria e revisão envolveram as profissionais Maira Domingues, Silvia Maria Souza, Janice Aboim, Mariana Boujadi, José Eduardo Ribeiro e Janaina Araújo.

A publicação traz na apresentação que “as receitas que contam histórias são aquelas que vão além dos ingredientes e modos de fazer, são as que têm sabor de lembrança, as que criam elos no tempo, que conectam pessoas, que perduram e se perpetuam por meio de cada novo preparo”.

Esta não é a primeira vez que a culinária ganha destaque numa edição da Coleção Cadernos de Folclore e sua produção se inspirou nas muitas receitas realizadas nestes anos todos de Museu Vivo. O tema já foi abordado no 18º volume (2008), no 22º (2012) e 23º (2013).

Distribuição

Assim como já aconteceu anteriormente, o atual volume será distribuído gratuitamente durante o lançamento e, posteriormente, poderá ser retirado pessoalmente na biblioteca do museu. O livro também ficará disponível para leitura online, em formato e-book e PDF.

A Coleção Cadernos de Folclore é uma realização conjunta da Prefeitura de São José dos Campos, Fundação Cultural Cassiano Ricardo, CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular) e Museu do Folclore. O lançamento deste 30º volume tem apoio do Mercadinho Piratininga.

Gestão

A gestão do Museu do Folclore é feita pelo CECP, organização da sociedade civil sem fins lucrativos. O espaço está localizado no Parque da Cidade, em Santana, onde funciona desde 1997.

Museu do Folclore

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana

  • 3924-7318 ou 3924-7354

www.museudofolclore.org

  

 

Casas de Cultura oferecem oficinas de arte sustentável e upcycling

No Rancho do Tropeiro, em Eugênio de Melo, a novidade é o upcycling – Foto: Divulgação.

 

Quem frequenta as atividades oferecidas pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo já sabe que o ano inteiro tem dança, artes plásticas, música, teatro ou circo. Uma modalidade artística, entretanto, tem chamado a atenção na cidade.

Você, aliás, já ouviu falar em upcycling? Esse termo, que vem do inglês, significa reaproveitamento, em tradução livre. Ou seja, reciclagem criativa de materiais. As Casas de Cultura oferecem a oficina com ou sem necessidade de inscrição.


Na Casa Chico Triste, aulas livres às 14h: basta chegar e participar.

Ao frequentar a aula, o participante usa a criatividade para reaproveitar objetos e materiais, criando novos itens. Inclusive, novas roupas. “O upcycling consiste em técnica de reaproveitamento de peças que já existem, tem um impacto no planeta”, explica a estilista Isabela Almeida.

A modalidade é oferecida nas Casas de Cultura Chico Triste (aulas livres de reutilização de papel, sem necessidade de inscrição), Rancho do Tropeiro (moda sustentável), Eugênia da Silva (moda sustentável) e Júlio Neme (vivência, sem necessidade de inscrição).

Endereços

Casa de Cultura Chico Triste

  • Rua Milton Cruz, Jardim São Jorge (Vila Tesouro)

Casa de Cultura Rancho do Tropeiro

  • Ambrósio Molina, 184, Eugênio de Melo

Casa de Cultura Eugênia da Silva

  • Rua dos Carteiros, 110, Novo Horizonte

Casa de Cultura Júlio Neme

  • Praça Cônego Antônio Manzi, São Francisco Xavier

Fundação Cultural divulga os habilitados para o Revelando SP

Propostas foram inscritas em 3 categorias: culinária, artesanato e manifestações artístico-culturais – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo publicou nesta terça-feira (25) o resultado das propostas habilitadas para o Revelando SP 2025, que é promovido pelo Governo do Estado e será realizado no Parque da Cidade entre os dias 24 e 27 de julho. O documento inclui os 16 habilitados, os quatro suplentes e os inabilitados.

Os interessados tinham a possibilidade de inscrever propostas em três categorias: culinária, artesanato e manifestações artístico-culturais. A lista da Fundação Cultural será encaminhada à APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte), que organiza o festival e fará a seleção final dos participantes, que serão anunciados no dia 25 de abril.

Assim como em 2024, o Revelando SP passará por cinco cidades neste ano, sempre com entrada gratuita. Com investimento que ultrapassa R$ 12 milhões, a expectativa é que o programa contemple mais de 150 municípios e atraia cerca de 230 mil pessoas nesta temporada.

Evento

Maior festival de economia criativa e cultura tradicional do estado, o Revelando SP tem como propósito valorizar o patrimônio imaterial paulista. Com mais de 60 edições realizadas ao longo de quase três décadas, é uma festa gratuita que reúne a pluralidade da culinária tradicional, o artesanato, a música e as diversas manifestações da cultura popular regional.

O encontro destaca os talentos locais, promovendo suas obras e facilitando a conexão com o público e investidores, além de promover a troca de experiências, a articulação entre comunidades, o intercâmbio de saberes e fazeres e a geração de renda.

Fundação promove encontro com profissionais de dança da cidade

Representantes da área trocaram ideias e discutiram sugestões para o Festidança – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

Na segunda-feira (17), a Fundação Cultural Cassiano Ricardo recebeu representantes de academias de dança da cidade para um debate sobre a próxima edição do Festidança.

A ideia da reunião, realizada na sede da instituição, foi entender as demandas que podem ser incorporadas ao festival, um dos maiores eventos de dança do Brasil, previsto para ocorrer em junho.

A bailarina Ana Araújo elogiou a condução do debate pela diretora artística da Cia. de Dança de São José dos Campos, Lili de Grammont. “Fiquei entusiasmada com a iniciativa e animada de saber que o Teatro Municipal estará pronto para o Festidança. Foi muito importante para todos.”

Bruna Miragaia, da Compasso Cia de Dança, destacou a importância dessa reunião para ouvir escolas, professores e coreógrafos sobre a realização do festival. “Valorizar quem está na linha de frente da dança é essencial para construir um evento que realmente atenda às necessidades da comunidade”, disse.

“Construir o evento com a participação de quem vive e entende a dança no dia a dia é fundamental para garantir um festival mais forte e representativo”, concluiu ela. O encontro abriu as portas para entender o que funcionou das outras edições e quais as sugestões para novos formatos.

“Acredito que esse diálogo seja fundamental para traçar um perfil real daqueles que trabalham a dança em nossa cidade”, afirmou Mathilde Mathias. “Também demonstra a atenção à opinião de cada um e isso com certeza resulta em uma soma positiva.”

Para ela, a diversidade de ideias, conceitos e opiniões é que faz com que tudo seja repensado de forma equilibrada. “E destaco nesse encontro justamente essa abertura de uma imersão que refletirá na integração entre a fundação e nós, artistas da dança.”

Terças com Museologia discute museus e inteligência artificial

O encontro destacará como a IA pode auxiliar na catalogação e preservação de acervos – Foto: Divulgação.

 

Os encontros virtuais do Terças com Museologia, realizados pelo Museu do Folclore de São José dos Campos, estão de volta. Neste mês o tema é Museus e Inteligência Artificial: Desafios e Oportunidades. As discussões acontecerão no dia 25, das 9h30 às 11h30, com transmissão pelo Google Meet.

Sempre na última terça-feira do mês, a atividade é gratuita e dirigida a pesquisadores, professores, educadores e demais interessados pelos assuntos propostos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pela plataforma Sympla. Todos os participantes inscritos receberão certificados.

O encontro destacará como a inteligência artificial (IA) pode auxiliar na catalogação e preservação de acervos, acessibilidade e mediação cultural, além de questionar os impactos éticos e técnicos. Este será o 1º encontro do ano e o 18º já realizado de janeiro de 2023 a novembro de 2024, período em que 13 temas foram abordados.

Transformações

“A inteligência artificial está transformando diversas áreas do conhecimento, e os museus não são exceção”, ressalta a museóloga do museu Maria Boujadi, mediadora do evento. “Este encontro abordará como as tecnologias de IA podem ser aplicadas às mais diversas áreas dos museus.”

Por ser um tema recente e ainda em desenvolvimento no campo da museologia, a intenção não é esgotar o assunto, mas levantar reflexões iniciais sobre as possibilidades, desafios e contribuições para os museus.

“Nosso objetivo é estimular ideias sobre o futuro da IA nos museus e como esta tecnologia pode dialogar com as práticas museológicas já existentes”, complementa Mariana.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que está instalado desde 1997 no Parque da Cidade, em Santana. A gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • 3924-7318 e 3924-7354

  • museudofolclore.org

  

Exposição de cerâmica é atração no Bosque dos Eucaliptos

A exposição fica aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A exposição “DesConstrução”, da renomada artista Misae Odo, está em cartaz na Casa de Cultural Tim Lopes até o próximo dia 28 de março.

Com uma abordagem única em cerâmica, a mostra convida o público a refletir sobre o conceito de transformação e ressignificação dos materiais e formas.

A exposição fica aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h. A entrada é livre para todos os públicos.

Sobre a exposição

A ideia da série “DesConstrução” nasceu em 2002.

Depois de produzir dezenas de garrafas em cerâmica de alta temperatura, participando de algumas exposições com a série “Garrafas”, Misae Odo produziu três peças que as chamou de “descontruídas”, cortando em algumas partes e as colando formando outra peça, mas mantendo a suas finalidades como garrafas.

 A ideia era dar continuidade a essa série, com garrafas desconstruídas, só retornando em meados de 2020, durante a pandemia de covid-19. Foram construídas dez duplas. Para cada peça, outra desconstruída. A primeira exposição foi realizada em agosto de 2023 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, na Casa de Cultura Júlio Neme, então com 20 duplas. Algumas se quebraram, mesmo assim, foram reaproveitadas para a exposição.

Serviço

Casa de Cultura Tim Lopes

Av. Ouro Fino, 2520 – Bosque dos Eucaliptos

Fundação contrata quase 100 arte-educadores para oficinas

Oficina de jazz na Casa de Cultura Chico Triste, na região leste de São José dos Campos – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A abertura das oficinas culturais em São José dos Campos, na segunda-feira (10), marcou também o início das atividades para 97 orientadores artísticos da cidade.

O grupo de arte-educadores é responsável por ministrar as aulas para os 2.500 matriculados nas 150 oficinas culturais de diferentes linguagens artísticas (música, dança, teatro, circo, cultura digital, economia criativa, gestão cultural, entre outras) para crianças, jovens e adultos.

A professora Khadija Souza está empolgada com o retorno às aulas nas casas de cultura. “Recebi muitas crianças pela primeira vez, que diziam sonhar por anos fazer ballet. Palavras que me aquecem o coração. Um dia fui uma dessas crianças que sonhavam em começar no ballet. Hoje, estar compartilhando dessa arte que tanto amo é gratificante. São elas que me motivam a melhorar e a continuar todos os dias.”

Além de estimular a economia criativa, a contratação de artistas da cidade para as oficinas nos bairros é um incentivo da Fundação Cultural Cassiano Ricardo à criação artística e ao intercâmbio de saberes.

“Voltar a ensinar cerâmica para adultos e crianças tem sido uma experiência profundamente gratificante”, afirmou a professora Valéria Barsaglini, a Leca Barsa. “Ver a alegria nos olhos de cada aluno ao moldar o barro, experimentar texturas e transformar ideias em peças concretas é um privilégio. A cerâmica ensina paciência, criatividade e conexão com o momento presente. Poder compartilhar esse conhecimento com pessoas de diferentes idades torna o processo ainda mais especial.”

As oficinas do programa Arte nos Bairros, o maior programa de ação descentralizada da região, também atende alunos da rede de ensino municipal e crianças e adolescentes da Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza), alcançando cerca de 10 mil pessoas.

Arte nos Bairros

O programa Arte nos Bairros disponibiliza espaços em todas as regiões destinados às atividades culturais que dão oportunidades de aprendizagem, novas vivências, experimentação e contato com várias linguagens e técnicas, possibilitando a difusão cultural, a formação de público e de profissionais para o setor cultural.

As oficinas atendem crianças, jovens, adultos e idosos. As atividades possibilitam o acesso, de forma gratuita, ao aprendizado e ao exercício da arte, podendo adaptar-se aos mais variados formatos e contextos com o objetivo de oferecer o melhor atendimento à comunidade.

 

  

Clube de Leitura em São Francisco Xavier acontece no dia 20

Clube do Livro acontece uma vez por mês em São Francisco Xavier – Foto: Divulgação.

 

O Clube de Leitura da Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa, em São Francisco Xavier, realiza um novo encontro no próximo dia 20 de março (quinta-feira), a partir das 19h.

A obra literária da vez é ‘Fahrenheit 451’, de Ray Bradbury. O encontro, que é gratuito, será mediado por Hellen Santos.

O livro está disponível para empréstimo na Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa. Para checar a disponibilidade do livro, entre em contato via WhatsApp: (12) 99669-4691.

Ao fim do encontro, o clube abre espaço para um café comunitário, onde os participantes podem levar comida e bebida.

Fahrenheit 451 foi escrito durante a era do macartismo – a sistemática censura à arte promovida pelo governo americano nos anos 1950. Em um futuro onde livros são proibidos e bombeiros os queimam, Montag, um bombeiro, começa a questionar seu trabalho após conhecer Clarisse e vivenciar uma crise pessoal. O livro, um clássico da literatura distópica, explora temas como censura, o poder da palavra e o impacto da tecnologia na sociedade.

Curiosidades

Fahrenheit 451 foi escrito originalmente como um conto: “O bombeiro”, contido no volume Prazer em Queimar: histórias de Fahrenheit 451. Incentivado pelo seu editor, Ray Bradbury transformou a ideia inicial em um romance, que se tornou um dos livros mais influentes de sua geração – e também um dos mais censurados e banidos de todos os tempos. Foi adaptado para o cinema duas vezes, a primeira pelas mãos do lendário cineasta francês François Truffaut, e depois para diversos formatos.

Clube de leitura

A Associação Amigos da Biblioteca de São Francisco Xavier criou o Clube do Livro, que acontece uma vez por mês.  A reunião é presencial e conta com 25 vagas disponíveis para cada encontro.

Serviço

Biblioteca Solidária Sidnei Pereira da Rosa

Praça Cônego Manzi, 48, centro, São Francisco Xavier

Exposição celebra força e sensibilidade feminina na poesia

A exposição, livre para todos os públicos, começa nesta sexta-feira (7) e segue até o dia 28 – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

Em homenagem ao Mês da Mulher, a Fundação Cultural Cassiano Ricardo realiza o “Espaçopoema, com Mulheres Poetas”, que acontece na Casa de Cultural Tim Lopes, no Bosque dos Eucaliptos, região sul de São José dos Campos. A atração celebra a força e a sensibilidade feminina na poesia.

A exposição, livre para todos os públicos, começa nesta sexta-feira (7) e segue até o dia 28. A Casa de Cultura fica aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h.

Serão 12 poemas de 12 mulheres: Adri Aleixo, Adalgisa Nery, Geni Mariano Guimarães, Cecília Meireles, Cora Coralina, Orides Fontela, Gilka Machado, Marina Tsvietáieva, Anna Akhmátova, Muna Almassdar, Wislawa Szymborska e Sophia de Mello Breyner Andresen.

Serviço

Casa de Cultura Tim Lopes

Endereço: Av. Ouro Fino, 2.520, Bosque dos Eucaliptos
Horário de Atendimento: segunda a sexta – das 8h às 17h
Telefone: (12) 3924-7322

  

Protagonismo feminino será tema de filmes no Cine Santana

A primeira sessão acontece na próxima segunda-feira (10), às 19h30, com o filme  ‘A Hora da Estrela’ – Foto: Divulgação.

 

O Cine Santana, na região norte de São José dos Campos, recebe em todas as segundas-feiras de março sessões de cinema gratuita do Ponto MIS (Museu da Imagem e do Som).

A primeira sessão acontece na próxima segunda-feira (10), às 19h30, com o filme “A Hora da Estrela”.

A programação oferecerá ao público quatro produções brasileiras que têm a mulher como tema central.

As atrações integram o Mês da Mulher da Fundação Cultural, uma série de atividades voltadas à luta, celebração e reconhecimento das conquistas femininas.

Não é necessária a reserva de ingressos, basta chegar e curtir.

Programação

10 de março – “A Hora da Estrela”
Sessão: 19h30

17 de março – “Tudo o Que Você Podia Ser”
Sessão: 19h30

24 de março – “Sofia Foi”
Sessão: 19h30

31 de março – “60 Mulheres: O Brilho das Coreanas-Brasileiras”
Sessão: 19h30

Ponto MIS

O Ponto MIS é um programa de formação e difusão cultural em todo o Estado de São Paulo. As cidades parceiras recebem programações de sessões de cinema, oficinas, palestras, exposições e formação em gestão cultural, visando a formação de novos públicos para a cultura e para o cinema.

Filmes

A Hora da Estrela

Direção: Suzana Amaral

Tempo de duração: 96min

Ano: 1986

Classificação etária: 12 anos

Sinopse: Macabéa trabalha como datilógrafa em uma pequena firma na capital paulista e divide o quarto com outras três mulheres. Apesar de sentir desejos e querer um namorado, Macabéa não tem ambições. Um dia ela conhece Olímpico, um operário metalúrgico com quem inicia um namoro.

Tudo o Que Você Podia Ser

Direção: Ricardo Alves Jr.

Tempo de duração: 73min

Ano: 2024

Classificação etária: 12 anos

Sinopse: Aisha vive seu último dia em Belo Horizonte, ela está de partida e encara um dia especial junto de suas melhores amigas, construindo uma mensagem poderosa sobre a amizade e construção de família. Entre risos e lágrimas, confissões e encontros afetuosos, é hora de celebrar até o limite, quando o nascer do sol se irradia sobre a beleza tocante e sincera dessa amizade.

Sofia Foi

Direção: Pedro Geraldo

Tempo de duração: 68min

Ano: 2024

Classificação etária: 16 anos

Sinopse: A obra mistura ficção e documentário, acompanhando a jornada de Sofia Tomic, uma jovem tatuadora que, após ser despejada de seu apartamento, passa uma madrugada vagando pelo campus da Universidade de São Paulo. O longa destaca momentos de encontros e reflexões que marcam esse período decisivo em sua vida. O filme explora a sensação de deslocamento e a busca por pertencimento, evidenciando as dificuldades enfrentadas pela personagem em um momento de incerteza.

60 Mulheres: O Brilho das Coreanas-Brasileiras

Direção: Yoo Na Kim

Tempo de duração: 94min

Ano: 2023

Classificação etária: Livre

Sinopse: O documentário apresenta 60 mulheres entrevistadas, filhas de coreanas, das mais variadas profissões. Gravado em diversas cidades brasileiras, o filme destaca como no ramo de confecção que a comunidade coreana se destacou o papel da mulher, da jornada dupla cuidando do negócio e da família.

Serviço

Cine Santana

Endereço: Av. Rui Barbosa, 2005, Santana
Telefone: (12) 3924-7306
E-mail: csantana@fccr.sp.gov.br

Cine do Centro terá nova sessão na próxima quarta-feira

Os interessados podem assistir sem a necessidade de reservar ingresso – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O projeto Cine do Centro realiza, na próxima quarta-feira (12), às 19h, mais uma sessão de filme francês no auditório do Museu Municipal. Em cartaz, o longa Making-of (BRA Cinema é uma Droga Pesada). A atração integra o Circuito Cultural Central, que visa incentivar a vida artística no centro de São José dos Campos.

O filme, que é legendado em português, tem classificação indicativa de 12 anos. Os interessados podem assistir sem a necessidade de reservar ingresso.

Making-of (BRA Cinema é uma Droga Pesada) é um longa-metragem do diretor francês Cédric Kahn que conta a história de Simon (Denis Podalydès) um experiente e renomado diretor que começa a rodar um filme sobre a luta dos trabalhadores para salvar a sua fábrica de ser realocada. Mas as coisas não saem conforme o planejado, sua produtora quer reescrever o final, a equipe entra em greve, sua vida pessoal está em ruínas e para completar, o ator principal é egocêntrico e desagradável. Nesta situação, Joseph, um jovem que deseja entrar na indústria do cinema, aceita dirigir o making of da produção. Ele acaba se empolgando em sua função e começa a registrar toda a confusão que acontece nos bastidores, mostrando que às vezes o making of pode ser melhor do que o próprio filme.

Curiosidade

Segundo o diretor, o filme é uma junção de três projetos cinematográficos, sendo eles: os trabalhadores em greve, o diretor que enfrenta suas próprias contradições e a filmagem do making of que mostra a realidade por trás deste meio, centrado nos trabalhadores e não no filme em si.

Sobre o projeto

O “Cine do Centro” prevê sessões de filmes franceses gratuitas toda segunda quarta-feira do mês, no Museu Municipal de São José dos Campos. Desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba, o projeto tem curadoria de Patrick Houdin, diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.

Ficha técnica

Making-of – Cinema é uma Droga Pesada

Direção de Cédric Kahn

Com Denis Podalydès | Jonathan Cohen | Stefan Crepon | Souheila Yacoub | Emmanuelle Bercot

Ano: 2023

Duração: 118 minutos

Gênero: Ficção | Comédia | Drama

Faixa etária: 12 anos

Serviço

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Museu do Folclore recebe exposição de brinquedos circenses

Exposição também é itinerante e já foi mantida em espaços culturais de outras cidades do Vale do Paraíba – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore de São José dos Campos receberá, a partir desta sexta-feira (7), a exposição temporária Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente. A mostra reúne 21 peças que incentivam a conscientização sobre o reaproveitamento de materiais recicláveis, além de resgatar memórias afetivas.

Com direção e curadoria do artista e artesão de brinquedos Leandro Delgado, a exposição seguirá aberta até 7 de abril, com brinquedos antigos feitos de sucata e peças clássicas que marcaram a infância de muitas gerações nas décadas de 80 e 90.

Entre os brinquedos expostos será possível encontrar peteca de sacola e papel, bilboquê, boliche de garrafa pet, telefone de lata, entre outros. As visitas poderão ser feitas de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. A entrada é gratuita.

Telefone sem fio é um dos brinquedos que fazem parte da exposição – Foto: Divulgação

Oficinas

Os visitantes também poderão participar de oficinas durante a Roda de Fazeres nos dias 13, 20 e 27, das 14h às 16h, para aprender a confeccionar e brincar com alguns dos brinquedos ou acessar vídeo aulas por meio de QR Codes instalados em cada obra.

A exposição Eco Circo Brinquedos Circenses e de Antigamente é uma realização do Coletivo Circo no Quintal, de São José dos Campos, e conta com fomento da Lei Aldir Blanc, por meio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo); além do apoio do Museu do Folclore.

Gestão

O Museu do Folclore fica no Parque da Cidade, em Santana, onde está instalado desde 1997. É um espaço da FCCR, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore 
Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)
(12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354
site: www.museudofolclore.org

 

Museu do Folclore inicia uma nova fase do Grupo de Estudos

Grupo de Estudos será retomado com outra dinâmica, a partir deste sábado – Foto: Divulgação.

O Museu do Folclore de São José dos Campos iniciará, no próximo dia 22 (sábado), uma nova fase do Grupo de Estudos. A partir desta data, os encontros ocorrerão quinzenalmente no Museu do Folclore, sempre aos sábados, das 14h às 16h. A participação é gratuita, mas é necessário se inscrever por este link.

A atividade é ligada ao Educativo do museu e propõe debates e reflexões sobre temas relacionados ao folclore e cultura popular, que passarão a ser abordados em 4 módulos trimestrais. Os temas foram levantados juntos a livros, textos, vídeos e hemeroteca do acervo da Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni, do Museu do Folclore.

O cronograma de encontros tem as seguintes datas: março (8 e 22), abril (12 e 26), maio (10 e 24), junho (14 e 28), julho (12 e 26), agosto (9 e 23), setembro (13 e 27), outubro (11 e 25), novembro (8 e 22) e dezembro (6, 13 e 20).

Público-alvo

Inicialmente criado para o público interno, o Grupo de Estudos também quer envolver a área acadêmica e pessoas interessadas pelo mesmo assunto, independente do grau de instrução, área de atuação ou idade.

A frequência nos encontros, inclusive, poderá ser revertida em horas complementares para alunos de licenciatura.

Temas

História do Movimento Folclórico (módulo 1): A institucionalização do folclore no Brasil e no mundo, criação das comissões de folclore, congressos nacionais e regionais.

Fundamentos da cultura popular (módulo 2): A escola de folclore, superstições no Brasil.

Cultura Híbrida e Globalização (módulo 3): Cultura híbrida, cultura em movimento e debate sobre a nomenclatura do termo folclore no mundo moderno.

Museu do Folclore e Educação (módulo 4): História do Museu do Folclore de São José dos Campos; o Educativo do museu na educação não formal; estudo de texto da folclorista Angela Savastano.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

(12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

www.museudofolclore.org

Museu apoia criação de aplicativo cultural colaborativo

Prédio no centro da cidade, onde funciona hoje o Museu Municipal, é um dos patrimônios materiais do município – Foto: Adenir Britto/PMSJC.

 

São José dos Campos ganhará este mês um aplicativo cultural (App) que, além de trazer informações dos patrimônios culturais do município (material e imaterial), também será colaborativo, possibilitando que o usuário insira manifestações, formas de expressão, objetos, lugares de memória e outras.

Inspirado na metodologia de inventários participativos do Iphan (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural), o aplicativo será lançado dia 15, as 14h30, na Sala das Panelas do Museu do Folclore de São José dos Campos. O encontro é aberto ao público, dispensa inscrição e terá tradução simultânea em Libras.

Batizado de Inventário Participativo Digital: Nossa Sanja, o aplicativo foi financiado pelo Fundo Municipal de Cultura, gerido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, e desenvolvido pelo programador Franklin Adson Roque, com o apoio da historiadora e professora Zuleika Stefânia Sabino, ambos de São José dos Campos.

Motivação

Além do apoio, o Museu do Folclore também motivou a criação do aplicativo. “O museu é uma referência em patrimônio imaterial e há muito tempo realiza um trabalho de pesquisa cultural imaterial, que pode ser conferido em dois de seus projetos, o Museu Vivo e o Mapa dos Saberes e Fazeres”, destaca Zuleika Sabino.

Durante fevereiro também serão realizados 4 workshops: em escolas públicas de ensino médio, no Coletivo Abatesma e no Ponto de Cultura Jongo Mistura da Raça. A intenção é dialogar com o público em rodas de conversa, visando detalhar o conteúdo e a funcionalidade do aplicativo.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore de SJC

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

 

Museu apoia lançamento de novo site do Instituto Chão Caipira

Página já está ativa na internet e faz parte do projeto de digitalização do acervo – Foto: Divulgação.

Com apoio do Museu do Folclore de São José dos Campos, o Instituto Chão Caipira Malvina Borges de Faria, de Paraibuna, lança neste sábado (1º) seu novo site. O produto faz parte de um projeto de digitalização do acervo do instituto, financiado pela Lei Paulo Gustavo.

O evento é gratuito e acontecerá na Sala das Panelas do Museu do Folclore, a partir das 15h, no Parque da Cidade.

Jornalista João Rural durante gravação| Foto: Divulgação.

O lançamento do novo site também é uma homenagem ao jornalista João Evangelista de Faria, o João Rural, responsável pela criação do instituto, juntamente com sua família. Formado em turismo, ele também era culinarista, folclorista, fotógrafo, escritor, pesquisador e historiador.

Além do lançamento do site, serão apresentados detalhes do projeto de digitalização do acervo do instituto, que terá o conteúdo disponibilizado ao público, inclusive com recursos de acessibilidade.

Ainda sem data marcada, um segundo lançamento ocorrerá em Paraibuna, cidade natal de João Rural.

Museu

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. A gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • 3924-7318 ou 3924-7354

  • museudofolclore.org

Instituto

O Instituto Chão Caipira tem a finalidade de pesquisar, preservar, valorizar, promover e divulgar a cultura caipira, além de contribuir para a conservação e preservação do meio ambiente e o desenvolvimento sustentável.

Desde a fundação, o instituto também desenvolve atividades voltadas à preservação e divulgação do capital histórico-cultural, turístico e ambiental do Vale do Paraíba Paulista.

Instituto Chão Caipira

  

 

Lixo Tour é opção nas férias escolares

As visitas devem ser agendadas previamente no site da Urbam – Foto: Lucas Cabral/PMSJC.

O Lixo Tour é uma opção diferenciada para as famílias no período de férias escolares. São muitas atrações no Museu Interativo do Lixo e na Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos de São José dos Campos.

O programa de educação ambiental da Urbam é um verdadeiro aprendizado e tem o objetivo de atrair a atenção para a importância da separação e destinação correta dos resíduos sólidos, reforçando, por exemplo, a necessidade da população aderir à coleta seletiva.

As abordagens são dinâmicas por meio de apresentações, vídeos e tour. Os visitantes participam de palestra na Sala Ambiental, conhecem o Museu Interativo do Lixo, a Recicloteca e o Centro de Triagem dos materiais recicláveis. Em seguida, realizam o trajeto de ônibus pelo aterro sanitário, transbordo de resíduos críticos, central de geração de energia elétrica por meio do biogás do aterro sanitário, viveiro de mudas e lagoas de chorume.

Museu Interativo

O museu é uma das principais atrações. Com apelo para a sustentabilidade, ele funciona dentro de contêineres marítimos metálicos reutilizados. O recurso da realidade aumentada permite contar a história das peças do museu fazendo um paralelo sobre a importância da coleta seletiva e da preservação ambiental.

As peças encontradas no lixo continuam sendo o destaque do museu, mas o local também conta com outras curiosidades, como a mostra “Atitude que Salva”, que objetiva a reflexão sobre o impacto do descarte inadequado de resíduos no meio ambiente. O papel de bala, o plástico e a garrafinha que parecem “tão inofensivos” quando jogados nas ruas e calçadas podem percorrer longos caminhos até afetar os ecossistemas marinhos com consequências devastadoras para a fauna e flora do planeta.

A concepção do espaço foi planejada com conceitos sustentáveis reaproveitando materiais, como os próprios contêineres e os bancos feitos de plástico. Na Recicloteca, os visitantes aprendem técnicas para fazer brinquedos e objetos a partir de materiais recicláveis.

Serviço

As visitas devem ser agendadas previamente neste link.

A duração é de cerca de duas horas, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 10h30 ou das 14h às 16h.
Endereço: Estrada Municipal José Augusto Teixeira, nº 400, Jardim Torrão de Ouro 2.

Fundação Cultural divulgará agenda na plataforma Viva SP

Plataforma foi lançada em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes em agosto de 2024. Imagem: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP – Foto: Divulgação.

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo oferece, a partir desta terça-feira (7), mais um canal para divulgação dos eventos na cidade.

Basta acessar a plataforma digital Agenda Viva SP, lançada pelo Governo de SP. A ferramenta vai agregar informações sobre eventos das mais variadas áreas, como cultura, turismo, negócios e gastronomia.

A agenda, que utiliza recursos de busca em inteligência artificial, é um grande guia de eventos no estado.

O acesso é pelo endereço agendavivasp.com.br. O usuário vai encontrar eventos cadastrados e aprovados.

“A plataforma vai facilitar tanto os turistas quanto os munícipes a encontrarem opções de atividades de seu interesse em todo o Estado, de maneira simples, rápida e intuitiva”, disse Marília Marton, secretária de Cultura, Economia e Indústria Criativas.

A Agenda Viva SP tem o intuito de se tornar um grande guia de eventos no Estado e, em especial, de atividades gratuitas, democratizando a divulgação de iniciativas para todos os públicos e rendas.

Cadastro de atividades

O novo portal foi desenvolvido para ser colaborativo e permite o cadastro de eventos em diferentes áreas também por artistas, organizadores e produtores paulistas. A partir de um cadastro gratuito no site, é possível começar a inserir as informações sobre o evento em qualquer cidade do estado. Todas as inserções passam por curadoria da APAA antes de serem adicionadas, a fim de filtrar conteúdos que violem os termos de uso da plataforma.

Recursos de Inteligência Artificial

Um dos destaques da Agenda Viva SP é o uso do Chatbot com Inteligência Artificial localizada na aba do site. A inteligência Chat Viva SP fica à disposição para responder perguntas dos usuários, com base no banco de dados da plataforma. Perguntas como “O que fazer em dia de chuva em Caraguatatuba?” ou “O que fazer neste final de semana em São José dos Campos”, por exemplo, podem ser feitas para o Chatbot, que irá se aprimorar ainda mais à medida que interage com o público.

Para facilitar a escolha, a Agenda Viva SP possui destaques de programação na home. O usuário pode procurar atrações pela busca principal, utilizando filtros para refinar os resultados. Todos os eventos cadastrados terão informações sobre venda ou retirada de ingressos, data e local. Pelo filtro, também é possível filtrar apenas as atividades gratuitas.

A plataforma oferece ainda um mapa interativo do Estado de São Paulo com a geolocalização das atrações e eventos cadastrados. Nele, o usuário pode inserir a própria localização para encontrar atividades próximas do seu local. Também já está disponível no site um Manual Operacional com o passo-a-passo para o produtor cadastrar o seu evento.

A agenda conta também com acessibilidade para libras e tradução em voz, e prevê a criação de filtros automáticos com Inteligência Artificial para impedir conteúdos impróprios.

São Francisco Xavier inaugura exposição de artista mexicana

A Casa de Cultura Júlio Neme, no distrito de São Francisco Xavier, abre nesta terça-feira (7) a exposição “Metadiário – O registro de uma vida acontecendo” – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

A Casa de Cultura Júlio Neme, no distrito de São Francisco Xavier, abre nesta terça-feira (7) a exposição “Metadiário – O registro de uma vida acontecendo”, da artista mexicana María Gavaldón.

A proposta da artista é alimentar a exposição com uma nova imagem todos os dias, fazendo com que ela seja inédita a cada visita.

A exposição é gratuita e fica aberta para visitação até 14 de fevereiro.

Sobre a exposição

O metadiário é resultado de uma pesquisa de cinco anos de registro diário sobre a vida, que resulta em uma poética particular de registrar o cotidiano.

Esta exposição é uma instalação viva, onde cada dia se registra algo sucedido. É um experimento que expõe os temas diários que parecem ser individuais e cotidianos à luz da comunidade, para assim comprovar as redes imaginárias que nos conectam em nossas vidas. As ideias estão no ar.

María Gavaldón

Mexicana, María Gavaldón é atriz, criadora e pesquisadora cênica. Atualmente, faz parte do núcleo de pesquisa do El Cuerpo Que Crea.

Serviço

Casa de Cultura Júlio Neme

Praça Cônego Manzi, s/nº, centro, São Francisco Xavier

Museus promovem diversão e conhecimento para todos

Em frente ao Mercado Municipal, o Museu de Arte Sacra realiza a exposição ‘Elos perdidos de Ateliê’ – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

Durante as férias, uma ótima opção de passeio é visitar os museus de São José dos Campos. Além de ser divertido, o passeio garante novos aprendizados.

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo oferece uma programação especial em três espaços: Museu Municipal, Museu de Arte Sacra e Museu do Folclore. As atividades são gratuitas e para toda a família.

Museu Municipal

O Museu Municipal de São José dos Campos prorrogou até 31 de março a exposição “Gütlich – entre mundos”. A visitação acontece de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h.

O visitante entenderá a dimensão da vida e obra do artista em diferentes momentos de sua história, incluindo as três décadas em São José dos Campos, onde criou a Escola de Belas Artes.

Ao todo, são cinco salas a serem percorridas na exposição: Trópicos, Inverno, Personagens, Fase branca e Desenhos e guaches.

Museu do Folclore

O Museu do Folclore, no Parque da Cidade, terá durante todo o mês as exposições de longa duração, a brinquedoteca e a biblioteca Maria Amália Côrrea Giffoni.

Ainda em janeiro, o Museu do Folclore terá a 27ª Chegada das Bandeiras, no dia 26, e mais uma etapa do programa Férias no Museu, entre os dias 21 e 31.

A chegada das bandeiras acontecerá das 9h às 17h, com encerramento do Ciclo de Natal e fechamento do presépio do museu. O encontro deverá contar com a participação de 14 Folias de Reis da região e do Sul de Minas.

Museu de Arte Sacra

Em frente ao Mercado Municipal, o Museu de Arte Sacra realiza a exposição “Elos perdidos de Ateliê”. A mostra pode ser visitada até 31 de março.

A exposição é composta por pinturas sobre tela, aborda as temáticas próprias da poética do artista, que se mantém fiel ao seu processo criativo e inspiração ao longo do tempo. A mostra nos convida a mergulhar nesse universo de expressão, reflexão e memórias que o inspira.

Serviço

Museu Municipal

Endereço: Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Museu do Folclore
Endereço: Avenida Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

Museu de Arte Sacra
Endereço: Travessa Chico Luiz, 67 – Centro

A exposição, iniciada em abril deste ano, ajuda o público a dimensionar a vida e a obra do artista em diferentes momentos de sua história – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

O Museu Municipal de São José dos Campos prorrogou, até 31 de março de 2025, a exposição “Gütlich – entre mundos”, que homenageia o centenário do pintor holandês Johann Gütlich e os seus 70 anos de Brasil.

A exposição, iniciada em abril deste ano, ajuda o público a dimensionar a vida e a obra do artista em diferentes momentos de sua história, incluindo as três décadas em São José dos Campos, onde criou a Escola de Belas Artes.

O visitante tem a oportunidade de conhecer um conjunto de obras que dá conta de iluminar os diferentes mundos imaginários do artista. A obra de Gütlich é apresentada sob a ótica do afeto com que ele foi descobrindo a sua arte ao longo da vida.

São cinco salas a serem percorridas na exposição: Trópicos, Inverno, Personagens, Fase branca e Desenhos e guaches. Esses ambientes abordam a ideia de atmosferas emanadas dos grupos de obras, como se estes fossem mundos poéticos habitados pelo artista (confira abaixo os detalhes de cada sala).

Parte dos quadros do artista pertence ao acervo do Museu Municipal, responsável pelo trabalho de restauro das peças. Outras foram cedidas em comodato.

A exposição, sucesso de público ao longo de 2024, marca a nova fase do Museu Municipal, após a reforma geral no prédio, entregue à população em janeiro deste ano.

Vida

Nascido em Roterdã, em 29 de agosto de 1920, o pintor holandês completou 100 anos em 2020, durante no auge da pandemia de Covid-19, o que tornou silenciosa a comemoração do centenário.

Chegou ao Brasil em 1953, após a Segunda Guerra Mundial. Já era um artista maduro e foi convidado por um grupo de intelectuais brasileiros para expor no Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.


Johann Gütlich e Tarsila do Amaral.

O renomado artista desembarcou em São José dos Campos em 1962. Convidado pela Prefeitura, criou e dirigiu a Escola de Belas Artes, que esteve em atividade entre 1962 e 1970.

A condição de habitar um país com uma cultura muito diferente da sua, impôs ao pintor o desafio de compreender a paisagem e o homem. No começo, as paisagens de inverno ainda o perseguiam. Aos poucos, novos lugares e personagens foram surgindo. A figura do cangaceiro foi marcante, a paisagem da caatinga e do cerrado também.

Foi por este meio que inicia uma série de buscas que principiam na substituição dos temas, até em 1969, quando envereda pelo caminho do expressionismo abstrato.


Expôs no Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Visitação

O Museu Municipal funciona de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h. O espaço oferece visitas guiadas à exposição mediante agendamento prévio, para grupos com até 35 participantes. As visitas duram em torno de 1 hora.

Para agendar uma visita entre em contato com o Museu Municipal pelo e-mail educativomm@fccr.sp.gov.br.

Dentro da programação anual de Artes Visuais, estão previstas outras exposições de curta duração, com destaque para artistas joseenses que produzem arte contemporânea.

Salas da exposição

Trópicos

Neste momento, o que se busca é apresentar a cor e a luz do Brasil como elementos incorporados no sonho pictórico de Gütlich. Espaço é um convite à imersão na pintura como uma entrega a um sonho fantástico. O artista vivia sonhando acordado e se encantava com cores e formas em todos os lugares.

Inverno

O último inverno da Segunda Guerra Mundial foi o mais rigoroso do século 20 e marcou profundamente a experiência de vida do jovem pintor. No entanto, uma cena de esperança surgiu em 1944 durante uma caminhada na região da Frísia, uma província do Norte da Holanda. Ouviu ao nascer do dia o som de um coral de meninas cantando uma ária de Bach… “Você está comigo”. Nesse momento, o que se propõe é um envolvimento nessa atmosfera, onde tudo parece um manto branco sobre a terra desolada, mas há algo que está prestes a romper o limite da dor e anunciar uma nova vida.

Personagens

O retrato foi sempre um desafio para Gütlich. Representar o ser humano era como compreender uma paisagem de sentimentos, de dores e alegrias, reflexões. Nunca se valeu de uma fotografia, que ele considerava um meio de expressão por si. Dessa forma, os modelos posavam para ele durante muitas sessões, pois precisava conhecer as pessoas e fazer aflorar o retrato, ou eram buscadas na imaginação, a exemplo da obra Dom Quixote. Nesse momento, a grande transição do mundo holandês ao brasileiro se deu com a substituição do camponês meditativo pelo cangaceiro, que tanto fascinou o pintor.

Fase branca

O último período de abstração, e ocorrido na década de 1990, ficou marcada por uma paleta com predomínio de brancos e cores de uma luz e vivacidade que só uma vida inteira de pintar com o coração poderiam engendrar. Esta imersão decorreu de um longo encanto pelos ideogramas e pinturas japoneses. Ele mesmo nomeava esse conjunto como sua fase branca.

Desenhos e guaches

Por esta seleção, pode-se ver como a ideia da pintura se afirmava no exercício do desenho. A busca de massa de luz e sobra e o forte modelado dos volumes correspondem à ideia do gesto do pincel, num mundo onde a linha passa a ser um valor abstrato.

Os guaches sempre foram presentes em toda a sua trajetória. São mais que ensaios, são pinturas com um timbre diferente do óleo, ele se encantava com a opacidade e o caráter aveludado da tinta. O uso das tintas com fortes impactos marca a formação e a tradição holandesa.

Ficha técnica

Curadoria, Arte e Educação: Fabio Sapede e Claudia Paranhos

Suporte e Montagem: Rafael Marotti

Fotografia: Mário Lúcio Sapucahy

Consultoria de edição e texto: George Rembrandt Gütlich

Projeto Gráfico: Patrícia Brandstatter

Design: Mário Lúcio Sapucahy e Patrícia Brandstatter

Serviço

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Cultura de São José alcança ‘alto grau de satisfação’, diz Indsat

Orquestra Joseense, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, durante apresentação no Parque Vicentina Aranha – Foto: Claudio Vieira/PMSJC.

 

A ações culturais desenvolvidas em São José dos Campos alcançaram “alto grau de satisfação” no último trimestre de 2024. É o que mostra a mais recente pesquisa Indsat (Indicadores de Satisfação dos Serviços Públicos), divulgada na última segunda-feira (9).

A Cultura recebeu 704 pontos em uma escala que vai de 200 a 1.000 pontos.

O índice de satisfação é calculado a partir de uma metodologia criada pela Indsat, que leva em conta os critérios avaliativos de “ótimo”, “bom”, “regular”, “ruim” e “péssimo”.

A Cultura de São José dos Campos recebeu 62,7% de “ótimo” e “bom”, 24,4% de “regular” e 12,9% de “ruim” ou “péssimo”.

O novo levantamento supera os dois anteriores, em abril e julho, quando a cultura alcançou 59,1% e 62,2% de “ótimo e bom”, respectivamente.

A pesquisa teve a participação de 600 moradores maiores de 16 anos. O nível de confiança é de 95%.

Festivais

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo realizou, com sucesso, grandes eventos em 2024. Destaque para o Festidança, que teve 381 espetáculos inscritos de 26 cidades do Brasil em junho deste ano.

O Festivale, que aconteceu em novembro, recebeu a inscrição de 179 peças de 12 cidades de todo o país. Semana da Música, Festa do Mineiro e Festa do Tropeiro também movimentaram a cidade.

O Revelando SP, um dos maiores festivais de cultura tradicional do Estado de São Paulo, reuniu um público estimado de 100 mil pessoas no Parque da Cidade, entre os dias 4 e 7 de julho.

Museu

No início do ano, o Museu Municipal de São José dos Campos foi entregue à população. A obra faz parte do programa Urbaniza Centro, que está transformando praças, parques, vias públicas e prédios históricos da região central.

As obras do Museu Municipal, que começaram em janeiro de 2023, incluíram a substituição da rede elétrica, manutenção do telhado, pinturas externa e interna, forro, recuperação do piso, recuperação do amadeiramento, criação de um banheiro família, troca das longarinas e adequação para melhoria da acessibilidade das pessoas, como alargamento de portas e instalação de elevador. Antes disso, o museu também recebeu tratamento de impermeabilização no entorno do prédio.

Economia criativa

São José está na rota dos grandes investimentos nas áreas de cultura e economia criativa. Por meio de parcerias com o Governo de São Paulo e com o Sebrae, tem oferecido capacitação de qualidade para que os artistas aproveitem as oportunidades no setor.

Os cursos do CultSP Pro, do governo estadual, abriram 300 vagas para oito atividades em São José. As aulas, gratuitas e presenciais, são oferecidas em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo e a Prefeitura de São José dos Campos.

Destaque para as aulas de games, VJ e videomapping, que capacitam os participantes a criar conteúdo e entender os principais formatos audiovisuais, incluindo o mercado de E-sports.

Outra iniciativa importante é o curso Empretec, que, no último dia 7 de dezembro, entregou cerificados a 20 empreendedores culturais.

O Empretec é o principal programa de formação de empreendedores do mundo, desenvolvido pela ONU (Organização das Nações Unidas), promovido em 40 países e exclusivo do Sebrae no Brasil.

A profissionalização do setor fica nos últimos anos merece destaque. O número de artistas cadastrados na Fundação Cultural saltou de 400 para 1.507, no período entre 2016 e 2024.

Arte nos Bairros

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo também ofereceu, em 2024, oficinas culturais nos bairros, com mais de 10.000 aprendizes ao longo do ano, incluindo os alunos das escolas municipais.

O leque de atividades inclui vivências em música, dança, arte circense, entre outros segmentos artísticos.

As leis de fomento à cultura (Lei de Incentivo Fiscal e Fundo Municipal de Cultura) disponibilizaram recursos para projetos. No caso da LIF, por exemplo, foram disponibilizados para o período 2023/2024 um total de R$ 2,620 milhões.

O Circuito Cultural Central foi consolidado e ampliado em 2024, incentivando a vida artística no centro da cidade. O programa, integrado ao programa Urbaniza Centro, da Prefeitura de São José dos Campos, faz parte do esforço para revitalizar a região, fortalecer o comércio e dar mais qualidade de vida às pessoas.

A iniciativa oferece um roteiro pelo centro histórico da cidade, com atividades culturais gratuitas para todas as idades.

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