
LUCIANA TANI
“A Voz que a Encontrou: Morgana Novaes, uma Artista em Harmonia”
Há pessoas que não escolhem a arte.
A arte é que as escolhe.
Desde muito cedo, a música encontrou morada em Morgana Novaes.
Ainda criança, enquanto o mundo lhe oferecia brinquedos comuns, seu coração pedia instrumentos, vozes, sons. Não era capricho: era chamado. O que nela nascia como desejo tornou-se, com o tempo, caminho.
Aos sete anos, o palco a reconheceu pela primeira vez, no Teatro Metodista, em Queimados. Não foi apenas uma apresentação: foi um encontro. Ali, sob as luzes, ela compreendeu que havia lugares que não se ocupam — pertencem-se a eles. E o palco passou a ser casa.
Entre primos e encontros familiares, a música cresceu em forma de brincadeira sagrada. Cada canto improvisado era um ensaio de destino. O que parecia leve e simples desenhava, silenciosamente, um propósito: cantar não seria apenas fazer, seria ser.
Mas Morgana não habita apenas a música.
Seu corpo também escuta. Sua alma também dança.
O teatro a acolheu aos onze anos e, desde então, cada espetáculo a atravessa como quem atravessa um espelho: vê-se refletida na cena, reconhece-se no gesto. Balé, jazz, stiletto, danças urbanas — linguagens do corpo que falam o que a voz, às vezes, não alcança. Quando canta, dança ou atua, entrega-se inteira. É ali que ela se encontra consigo.
O tempo abriu portas. Aos doze anos, a arte deixou de ser apenas intimidade e tornou-se ofício. Vieram os palcos dos shoppings, os eventos, os encontros com estranhos que, por alguns minutos, tornavam-se próximos. Hoje, sua voz percorre restaurantes do Rio de Janeiro; no Portella Bar Rio, sua presença já se estende por anos, como quem cria raízes em um lugar que também a escolheu. Casamentos, festas, encontros — celebrações onde sua arte se oferece como ponte.
Houve, ainda, os grandes palcos da própria cidade.
Em Queimados, abrir o show da banda Paralamas do Sucesso foi mais que uma honra: foi confirmação. O palco maior não a intimidou; ampliou o amor que já carregava.
Mas a arte não foi apenas construção de carreira.
Foi abrigo.
Quando o mundo pesou, foi nela que Morgana encontrou chão.
Nos dias de ruína, a arte foi casa.
Nos dias de silêncio, foi voz.
Ela não apenas vive da arte — vive por ela. E é por isso que pode dizer: a arte a salva todos os dias.
Sua missão é simples e imensa:
ligar pessoas por fios invisíveis,
oferecer alegria em forma de som,
acender algo nos olhos de quem escuta.
Ainda sente o frio na barriga antes de cada apresentação — porque o encantamento não se acostuma. E talvez seja isso que a mantém inteira: a coragem de continuar se oferecendo ao instante, de tocar corações sem saber exatamente como, apenas sentindo quando acontece.
A arte, para Morgana Novaes, não é palco.
É travessia.
É morada.
É modo de existir.
Contatos:
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Conheça o estilo de Morgana Novaes. Assista vídeos. Clique nos links abaixo:
Fotos: Divulgação.
RECORDANDO…






Entre Acordes e Almas: A Travessia Sonora das Irmãs Jones
A Banda Sis Jones nasce como nascem as coisas verdadeiras: do encontro entre afinidade, sensibilidade e tempo. Em 2003, sob o sol amplo de Fortaleza, Ceará, duas irmãs decidiram transformar laços de sangue em pontes musicais. Assim surgem Terccia Jones, voz que carrega emoção e presença, e Natasha Jones, violão que traduz silêncio em melodia. Juntas, constroem um território onde a música é identidade, gesto e permanência.
A Sis Jones não pertence a um único gênero — ela transita. Seu som percorre caminhos que atravessam o Pop Rock, o Rock, o Blues, o Country, o Indie e o Pop, costurando influências como quem borda memórias. Cada canção é uma paisagem emocional; cada acorde, uma escolha estética que dialoga com o mundo contemporâneo sem romper com suas raízes.
Raízes que Cantam
Filhas do litoral cearense, as irmãs Jones trazem na música a marca de uma terra onde o vento conversa com o mar e o tempo caminha devagar. Terccia canta como quem narra histórias antigas — sua voz atravessa sentimentos, revela fragilidades e sustenta verdades. Natasha, ao violão, desenha atmosferas, cria caminhos e sustenta a arquitetura sonora que acolhe cada palavra.
Essa fusão resulta numa música que não apenas se ouve, mas se sente. Há ali o calor do Nordeste, a delicadeza do íntimo e a coragem de se expor artisticamente.
A Jornada Sonora
Nos palcos — sejam eles cafés, eventos culturais, festivais ou celebrações — a Sis Jones estabelece um diálogo vivo entre o clássico e o contemporâneo. Suas releituras criativas não são repetições, mas reinvenções; suas canções autorais são confissões poéticas que convidam o público à escuta atenta e à introspecção.
Cada apresentação é um ritual de troca: música como encontro, palco como espaço de partilha.
O Manifesto Autoral
Em 2015, a banda materializa sua identidade no álbum “Sis Jones”, um registro que funciona como manifesto artístico. O disco revela maturidade, liberdade estética e coerência criativa. Nele, a poesia encontra o som com honestidade — ora suave, ora intensa — sempre fiel à essência das irmãs.
Disponível em todas as plataformas digitais, o álbum reafirma a Sis Jones como um projeto que compreende a música não apenas como entretenimento, mas como expressão cultural e existencial.
Música como Ponte
Mais do que uma banda, a Sis Jones é uma travessia. Suas músicas constroem pontes entre o íntimo e o coletivo, entre Fortaleza e o mundo, entre quem canta e quem escuta. Em cada show, não há apenas performance: há presença, afeto e verdade.
A Sis Jones canta para tocar — não apenas os ouvidos, mas os lugares silenciosos do ser.
Confira no link abaixo:
Ficha Técnica
Terccia Jones
📧 contato@sisjones.com.br
📱 WhatsApp: +55 (85) 9 8815-0651
Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.







Você Não Está Sozinha: escrita feminina, acolhimento e circulação cultural
O livro Você Não Está Sozinha consolida-se como uma obra coletiva de forte impacto social e literário ao reunir narrativas femininas que abordam temas como escuta, superação, empoderamento e reconstrução. A obra propõe um espaço de acolhimento por meio da palavra escrita, conectando diferentes histórias e experiências que dialogam diretamente com o público leitor.
A coordenação do livro é assinada por Janaína da Cunha, idealizadora do projeto e responsável por conduzir a obra com sensibilidade. Bisneta de Euclides da Cunha, um dos maiores nomes da literatura brasileira, Janaína carrega em sua trajetória uma herança literária que se reflete no cuidado editorial e na profundidade do projeto. Ao reunir autoras de diferentes trajetórias, ela constrói um livro potente e necessário, no qual vivências individuais se transformam em um coro coletivo de vozes femininas, reafirmando a literatura como instrumento de transformação social e fortalecimento emocional.
Reforçando ainda mais o valor histórico e simbólico da obra, o livro conta com prefácio assinado por Zuleica Tani, tataraneta de Monteiro Lobato, um dos pilares da literatura nacional. A presença de Zuleica no prefácio estabelece um diálogo entre gerações da literatura brasileira e confere à obra um lugar de destaque no cenário contemporâneo, unindo tradição literária e narrativas atuais de mulheres.
Coautoras do livro

O lançamento oficial aconteceu no dia 5 de dezembro, em Resende (RJ), na MR. Book Livraria, reunindo autoras, leitores e representantes da cena cultural local. O evento contou com a presença do professor Júlio Fidélis, presidente do Grêmio Literário de Resende e um dos mais respeitados historiadores da Região Sul Fluminense, cuja participação conferiu relevância intelectual e histórica ao encontro.
Entre as autoras participantes esteve Baby Capone (Helenir Souza), escritora, professora e ativista cultural, coautora da obra, com atuação reconhecida na área da educação e em causas sociais. Sua contribuição integra o conjunto de narrativas que compõem o livro, fortalecendo o caráter coletivo do projeto. Na ocasião, esteve acompanhada de sua filha Débora Souza e de seu esposo, Carlos Capone, produtor cultural, apoiador constante das iniciativas culturais ligadas à literatura e às artes.

A circulação do livro seguiu no dia 6 de dezembro, com lançamento em Quatis (RJ), na Estação Cultural, em um evento que integrou literatura, música e representatividade institucional. A programação contou com a apresentação da Orquestra de Cordas da Corporação Nossa Senhora do Rosário, sob a regência do maestro Isaac Francis. Estiveram presentes a vice-prefeita Ivone Bento, o Secretário de Cultura e Turismo, Carlos Alberto Lopes Réygio, e o Diretor Cultural José Roberto Magroni, reforçando o apoio do poder público às ações culturais e literárias.
A trajetória do livro ganhou novo destaque com a participação na 1ª Bienal Regional do Livro de Bragança Paulista, realizada nos dias 17 a 20 de dezembro, com o tema “O Natal Mais Literário de Bragança Paulista”. O evento marcou o início oficial da bienal na cidade e aconteceu no Centro do Artesão, no Lago do Taboão, reunindo escritores, leitores e agentes culturais. Na ocasião, o livro Você Não Está Sozinha contou com a presença da coautora Baby Capone, no dia 20/12 integrando a programação literária e ampliando o diálogo com o público em um dos principais eventos culturais do município.
O livro foi publicado pela BC Editora.
Flyer de Baby Capone na Bienal.
Fotos: Divulgação.
Na Livraria Mr. Book, lançamento em Resende/RJ (05/12/2025).
Com o produtor cultural Carlos Capone (esposo).
No lançamento em Quatis/RJ com a vice-prefeita dona Ivone.

Em Atibaia com os amigos Matheus Klisys e Laura.
Contato:
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Sandro Jean: dos barzinhos, festas populares a semeador de destinos artísticos!
Em São José dos Campos, entre as ladeiras do Vale e os compassos do coração brasileiro, vive Sandro Jean — empresário musical, publicitário por formação e, acima de tudo, semeador de destinos artísticos. Há mais de três décadas, dedica sua vida a transformar talentos anônimos em presenças vivas nos palcos, nos alto-falantes e nas emoções do público.
Sua história começou onde a música pulsa mais próxima da pele: em barzinhos, festas populares, eventos de bairro. Lugares em que a arte ainda não veste o brilho da fama, mas já carrega a verdade da alma. Foi ali que Sandro descobriu sua missão — não apenas impulsionar vozes, mas oferecer direção, apoio e fé aos que ousam sonhar com o estrelato.
E seu olhar nunca se limitou a um único ritmo. Embora tenha suas raízes fincadas no solo fértil da música sertaneja, Sandro Jean abraça a diversidade musical com a naturalidade de quem entende que cada gênero carrega um pedaço do Brasil. Seja no batuque envolvente do forró, na suavidade poética da MPB, nas guitarras do rock ou na leveza pop, ele reconhece o talento onde ele pulsa — e o ajuda a florescer.
No início, produzia CDs — relíquias sonoras que levavam as primeiras canções ao público. Com o tempo, o mundo digital se impôs, derrubando fronteiras e ampliando horizontes. Sandro acompanhou essa transformação com sabedoria, convertendo sua experiência em pontes que conduzem artistas às plataformas que hoje ecoam suas vozes no país e além-mar.
Mais do que um empresário, Sandro é um mentor silencioso, um farol sereno para os que iniciam sua travessia no mar da música. Seu trabalho de assessoria artística não visa lucros — visa legado. É movido pelo desejo puro de ver talentos crescerem, de abrir caminhos onde antes havia apenas desejo.
Sandro Jean não aparece nos holofotes — ele os posiciona. Não disputa palcos — ele os constrói. Seu papel é invisível aos olhos distraídos, mas essencial para que o espetáculo aconteça. É na arte de ouvir, orientar e acreditar que ele se torna indispensável.
Assim, Sandro Jean segue sua jornada: despertando talentos, resgatando sonhos e espalhando canções pelo mundo.
Assista a entrevista completa do Sandro Jean no Podcast Taniart’s da Lucina Tani na ZY3 Rádio e TV. Acesse. Clique no link abaixo:
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📞 (12) 99617-0439
📱 @sandro.jean.9237
Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.
RECORDANDO…














Rafael Santana transformando palavras, momentos, sentimentos e ideais em arte!
Rafael Santana de Sousa (Rafael Santana), ilustrador e cartunista. Nascido e criado em Taubaté, SP, em 21/05/1990. Amante dos desenhos desde criança, ele foi crescendo e se envolvendo mais nesse universo colorido ou preto e branco, sempre buscando aperfeiçoamento e inovação. Ilustrador que parece brincar com seus traços, desde trabalhos detalhados até os mais suaves e graciosos, repletos de curvas e retas, transformando palavras, momentos, sentimentos e ideais em arte de forma eclética.
Em 2009, fez parte do grupo de desenhistas U-Z Uzineiros, que realizava oficinas de desenho como voluntários no programa Escola da Família. Nesse mesmo período até 2019, participou de alguns eventos em escolas com oficinas de desenho com o colecionador de quadrinhos Jorge Hata.
Em 2010, iniciou seus primeiros trabalhos como ilustrador freelancer, desenvolvendo mascotes e personagens para a empresa Simples Informação Digital, onde viu o leque de possibilidades existentes através do desenho.

No ano de 2014, Rafael Santana iniciou novos trabalhos, dessa vez ilustrando livros de diversos autores e gêneros, fazendo isso até os dias de hoje. Foi pensando nessa questão de expressar e contar algo, trazer essa informação visual, que criou o Pena de Bambu ART @penadebambuart, que tem como objetivo ser a “Arte de desenhar os bons momentos da vida” – “Retratar em desenhos, situações e momentos especiais, de forma estilizada e caricata. Essas ilustrações se tornam únicas, por serem inspiradas em pessoas reais e seus momentos. As pessoas, quando veem seus desenhos concluídos, geralmente se sentem muito felizes, pois sabem, mais do que ninguém, o quanto é especial aquele momento retratado”.

Atualmente, trabalha como ilustrador freelancer em casa e também busca sempre maneiras e métodos de melhorar sua forma de se expressar artisticamente.
Assista entrevista completa do Rafael Santana no Podcast da Helô Alves, gravado na ZY3 Rádio e TV em São José dos Campos. Acesse. Clique no link abaixo:
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Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.
RECORDANDO…
















André Profeta: Um Mestre da Música e Guardião das Tradições Culturais
No coração do subúrbio ferroviário de Salvador, no bairro de Plataforma, nasceu e cresceu André Gustavo Bacelar Cardoso Santos, mais conhecido como André Profeta. Desde cedo, André foi imerso em um universo vibrante, cercado por manifestações culturais e artísticas. Esse cenário, repleto de músicos e talentos locais, moldou sua sensibilidade artística e plantou as sementes de uma carreira dedicada à música.
Graduado em Pedagogia e com formações técnicas em contabilidade, instrumento musical, conservação e restauro, André combina múltiplas habilidades com sua paixão pela arte. A música, contudo, foi a grande força que direcionou sua vida. Seu primeiro contato com instrumentos musicais aconteceu em 1990, incentivado pelo irmão mais velho, sua referência musical e inspiração. Em 1993, já explorava os estúdios de gravação de Salvador, como o Estúdio Periferia e o WR Estúdios, iniciando sua trajetória profissional.
Ao longo das décadas, André construiu um vasto legado como músico acompanhante, colaborando com artistas e bandas que marcaram a história da música brasileira. Entre seus trabalhos mais notáveis estão colaborações com nomes como Gilmelândia (ex-Banda Beijo), Laurinha (ex-Banda Cheiro de Amor), e Nara Costa, conhecida como a “Rainha do Arrocha”. André também brilhou em projetos ao lado de grupos icônicos como Banda Reflexu’s e Cortejo Afro, sempre imprimindo sua marca nos palcos e nos estúdios.
A versatilidade é uma de suas maiores qualidades. André transita entre gêneros como o forró, o samba-reggae, o arrocha e o axé, sempre com maestria. Sua trajetória inclui apresentações emblemáticas, como no programa “Universo Axé” da TV Aratu, e shows memoráveis no Carnaval de Salvador, onde acompanhou o cantor Bambam, ex-Banda Parangolé. Recentemente, participou de um show no Réveillon de 2022-2023, integrando a turnê da cantora Rosy Mattos em um cruzeiro pela costa brasileira e América do Sul.
Além de sua atuação nos palcos, André Profeta expandiu sua influência para o campo educacional e literário. Em 2022, foi convidado pela escritora e poetisa Luciana Tani para colaborar no projeto “Cantando e Brincando”, um livro infantil que une literatura e música. André compôs quatro canções originais – “Brincando de Sonhar”, “Castelo Encantado”, “Morceguinho” e “Pássaro Livre.” – que encantam crianças e reforçam a importância da arte na educação.

Devido ao sucesso da canção “Castelo Encantado” com as crianças, a música foi incluída no livro “Tudo Azul no Mundo da Lu”. Além disso, André compôs, em parceria com Luciana Tani, a canção sertaneja “Bom Dia com Bilico”, uma homenagem ao humorista “Bilico, o Caipira Bom de Bico”. A dupla também criou a canção “Tempo ao Tempo”, ampliando ainda mais seu repertório de colaborações artísticas.
Com uma carreira marcada por inovação e respeito às raízes culturais, André segue atuando como músico acompanhante, desenvolvendo projetos de voz e violão e dedicando-se ao ensino de música. Ele representa não apenas o talento de Salvador, mas também a alma vibrante da Bahia, um estado que respira música e arte em cada esquina.
Com sua trajetória única, André Profeta reafirma que a música não é apenas um ofício, mas uma forma de tocar vidas e preservar tradições. Ele continua encantando plateias e inspirando novos talentos, mantendo viva a rica herança cultural do Brasil.
Assista a entrevista do André Profeta no Podcastt TaniArt’s da Luciana Tani na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
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Arthur Pêgo – Um Canto que Nasceu com o Vento
No dia 16 de dezembro de 2015, na cidade de Jacareí, interior paulista, nasceu um menino que já trazia nas veias o sopro da música e nos olhos o brilho de quem veio ao mundo para encantar. Chamava-se Arthur Pêgo — um nome simples que, ao ser pronunciado, parece já soar como um acorde de esperança.
Desde muito cedo, seus gestos pequenos já dançavam com o ritmo do mundo. Com apenas quatro anos, entoava canções em inglês, como se o idioma universal da música fluísse naturalmente de sua alma. Logo, se apaixonou pela riqueza da MPB, mergulhando nas águas profundas da tradição e da brasilidade.
Em um teclado de brinquedo — objeto encantado que seria sua primeira embarcação musical — dedilhava canções como Ciranda, cirandinha e Brilha, brilha, estrelinha, ao mesmo tempo em que se encantava com as cores do xilofone. Foi ali, entre sons infantis e descobertas tímidas, que seu ouvido absoluto começou a despertar, como quem ouve o sussurro das estrelas.
Um dia, seu pai tocava violão, e Arthur, atento ao tempo e ao tom, o acompanhou com naturalidade. Nasceu, então, o presente de um ukulele. Mas o menino não queria apenas dedilhar cordas: seu coração batia pelos sons da sanfona e do teclado — instrumentos que pareciam conversar diretamente com sua essência.
Entre ensaios e afetos, surgiu o momento da estreia: ao ver o pai ser convidado para uma apresentação, exclamou com doçura e convicção:
“Papai, você não vai fazer sucesso se eu não subir com você no palco!”
E assim nasceu o artista…

A primeira canção que ecoou no palco foi O Menino da Porteira, um tributo a Sérgio Reis, ídolo de sua infância e ponte para o universo sertanejo que tanto o fascina — ao lado de nomes como Chitãozinho e Xororó e Trio Parada Dura.
Em outra ocasião marcante, o pai dedilhou Photograph, de Ed Sheeran, e Arthur, sem ensaio, acompanhou em perfeita harmonia. A música era sua segunda língua — ou talvez a primeira.
Vieram os convites. Os aplausos. Os instrumentos. O encantamento com o berrante.
“Você não sabe tocar isso”, disse-lhe a mãe, quando foram a Aparecida.
E ele, com a firmeza dos que ouvem a voz do destino, respondeu:
“Quem disse que eu não sei?”

Soprou, então, com tamanha leveza e domínio que encantou quem passava, como se o berrante falasse de amor, de boiadeiros, de horizontes.
Cantou no palco do Zé Mira, onde cresceu como artista e encontrou novos mestres. Conheceu Tiãozinho (da dupla Tiãozinho e Alessandro), Xonadão (do Trio Parada Dura), e muitos outros com quem trocou acordes e histórias. Cantou também em inglês, sem abandonar suas raízes.
Teve um momento difícil, quando uma professora tentou moldar sua arte. Queria que cantasse música gospel, mas o coração do menino pulsava pelo sertanejo. Quando ouviu que Chitãozinho e Xororó “não faziam sucesso no exterior”, quase desistiu.
Mas não!
Seus pais foram sua base, sua terra firme. Com amor e incentivo, o menino seguiu. Hoje, carrega consigo mais de 200 canções — como se cada uma fosse um pedaço de céu guardado na memória.
Em 2024, subiu ao palco do Parque da Cidade ao lado de seu grande ídolo, Sérgio Reis. Também cantou com Lady Laura no Espaço Zé Mira, tocou berrante com Adriana Farias no evento dos Mineiros e realizou outro sonho: ganhou um berrante profissional — instrumento que carrega agora como extensão de sua própria voz.
Arthur também é conhecido por assobiar durante o dia inteiro, como quem dialoga com os passarinhos, com o tempo, com a brisa.
Hoje, ele segue dividindo sua vida entre a escola —o tradicional Hexagonal, antigo Anglo — e os palcos que o acolhem como filho da arte.
Seu caminho ainda é longo, mas o que já trilhou é digno de poesia.
Arthur Pêgo é mais que um jovem talento.
É um espírito antigo, renascido no corpo de um menino, que canta e encanta, toca e transforma.
É a promessa viva de que a música é eterna — e de que a arte, quando nasce do amor, floresce em qualquer coração.
E seus sonhos?
Ah… esses não cabem numa biografia.
Eles moram nas canções que ainda estão por vir.
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RECORDANDO…














🌟 Manu Aisha – A Voz que Encanta Sonhos 🌟
No coração de uma menina de 10 anos mora um universo inteiro de luz, melodias e sonhos bordados com fitas de imaginação. Manu Aisha é o nome dessa estrela miúda que já brilha com a força dos grandes astros, mesmo antes de alcançar o céu.
Cantora mirim, apresentadora de podcast e repórter cheia de encantos, Manu é daquelas crianças que vivem com o coração aberto para o mundo e um microfone na mão. Seus olhos curiosos não apenas veem! eles escutam histórias, observam gestos e transformam tudo em afeto e aprendizado.
Em seus dias coloridos, entre cadernos e canções, ela dança com a leveza de quem tem asas invisíveis, toca violão com a doçura de quem conversa com as notas, e sobe ao palco como quem sobe ao topo de uma nuvem. Nas aulas de teatro, sua imaginação veste personagens como quem troca de sonhos, ora princesa, ora apresentadora, ora quem ela quiser!
Seu maior desejo? Ser uma cantora famosa e uma designer de moda.
Manu Aisha quer criar roupas que abracem pessoas como versos, que façam das cores uma forma de dizer “estou aqui”. Seus vídeos, sempre cheios de energia e criatividade, são pequenos retratos do seu mundo: Vibrante, gentil, curioso e sonhador.
Manu também é apaixonada por contos de fadas pois sabe que toda história bem contada, tem um toque de verdade escondido entre as linhas. Por isso, adora entrevistar gente de todo tipo para ouvir, aprender e para descobrir o que pulsa dentro de cada pessoa.
Nas coberturas de eventos, ela se move como quem espalha sorrisos. Seu microfone vira varinha mágica, e sua voz, uma ponte entre as pessoas.
Mais que uma artista, Manu Aisha é um poema em construção! Uma menina que canta com a alma, sonha com os pés no arco-íris e se conecta com o mundo como quem escreve um livro com o próprio coração.
E assim, pra com laços no cabelo, pra com seu chapéu na cabeça e, principalmente com brilho no olhar, ela segue viajando entre as possibilidades, construindo seu futuro e espalhando sua luz por onde passa porque há sonhos que já nascem sabendo o caminho, e Manu Aisha é um deles.
Manu Aisha ao lado do seu empresário. O produtor cultural e artístico, Sandro Jean que tem contribuído de maneira ativa na carreira de vários outros artistas e tem dedicado seu tempo e seu talento na parceria com nossa promissora artista.
Assista a entrevista completa da Manu Aisha no Podcast TaniArt’s na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
Contatos:
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Maestro Fernando Ortiz de Villate
Entre sons, destinos e sinfonias do tempo…
Há almas que nascem predestinadas a reger não apenas orquestras, mas a pulsação sensível do mundo — e uma dessas almas é a do Maestro Fernando Ortiz de Villate. Natural de Lima, no coração musical do Peru, foi ainda menino — aos seis anos — que iniciou sua travessia pelos mares infinitos da música. Entre partituras e sonhos, mergulhou em estudos no Conservatório Particular de Lima, Universidade Nacional de Música, Fundação de Orquestras Juvenis do Chile, Sistema Nacional da Venezuela, Conservatório de Tatuí, Faculdade Claretiano, até alcançar os mais altos degraus da formação acadêmica: Licenciatura e Mestrado em Música e Regência Orquestral.
Seu aprendizado, porém, não se limita às paredes do saber formal. Fernando foi discípulo de grandes mestres como Roberto Tibiriçá, Isaac Karabtchevsky, Neil Thomson, Osvaldo Ferreira, Wilfried Mitterer, Eduardo Browne, entre tantos nomes que marcaram sua condução com saberes multiculturais. No piano, deixou-se moldar por mãos de lenda: Aldo Rossi, Helena Ichikawa, Larissa Belotserkovskaia, que vislumbraram nele um intérprete de alma refinada, promissor tanto nas teclas quanto na batuta.
Ao longo de sua jornada, o maestro cruzou geografias e palcos com a mesma leveza com que as notas se atravessam no ar. Regeu no Teatro Nacional de Lima, no Teatro de Viña del Mar no Chile, e levou sua arte para Bolívia, México, Paraguai, Estados Unidos e diversas cidades do Brasil, ecoando música onde havia silêncio. Sua batuta guiou grandes solistas — Emmanuele Baldini, Karin Fernandes, Toninho Carrasqueira, Olga Kopylova, Lars Hoefs, Ransom Wilson e tantos outros — em concertos memoráveis, envoltos por paixão, precisão e sensibilidade.
Em 2005, foi chamado a comandar uma orquestra com 500 músicos de todo o continente americano em Washington, nos Estados Unidos — feito histórico que o reconheceu como o regente mais jovem do Peru. Em outros momentos, presidiu júris de concursos líricos internacionais, ladeado por figuras como Niza Tank e Kohdo Tanaka, e apresentou-se como pianista em festivais como o de Campos do Jordão, interpretando obras monumentais como a “Fantasia Coral” de Beethoven.
Não bastasse sua destreza com a regência, é também tenor por vocação e pesquisador da voz por dedicação. Estudou com Josefina Brivio e Damares Matheus, integrou corais acadêmicos no Peru e no Brasil, e, recentemente, dedica-se ao estudo da viola clássica — como quem, insaciável, busca novos timbres do infinito.
No Brasil, sua presença é símbolo de excelência. Regeu as principais orquestras sinfônicas do país: de Sorocaba a Ribeirão Preto, de Goiás a Pernambuco, da Unicamp à Heliópolis. Desde 2016, é Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Botucatu, cidade que o acolheu como cidadão e onde também coordena pedagogicamente a Orquestra Filarmônica da UNESP.
Em 2023, aceitou a missão de também dirigir a Orquestra Sinfônica de Barretos, consolidando sua atuação em duas grandes orquestras no estado de São Paulo. Nesse mesmo ano, cativou plateias em El Salvador, foi condecorado como Chanceler da Academia de Música do Brasil pela Ordem dos Músicos e seguiu encantando multidões por onde passa.
O ano de 2024 o viu brilhar como jurado no Carnaval do Recife — sendo, logo após, convidado a reger a tradicional Orquestra Sinfônica da capital pernambucana. Já para 2025, uma agenda luminosa se desdobra entre concertos na América Latina e Europa.
Fernando Ortiz de Villate é mais que maestro — é alquimista de sons, semeador de harmonias, ponte entre culturas, tempo e eternidade. Sua música não apenas ecoa: ela toca, transforma e permanece.
🎶 “Entre o gesto da batuta e o silêncio da alma, vibra o sopro da eternidade…”
Assista entrevista completa do Fernando Ortiz de Villate no Podcast TaniArt’s da Luciana Tani na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
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Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.





Bruno Black – O Poeta que Vive de Seus Sonhos
Bruno Black é mais do que um nome: é um movimento, uma fagulha de esperança acesa nas vielas da Comunidade do Fumacê, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro. Poeta, escritor infantil, produtor cultural, agente literário, educador social, ativista sociocultural e apresentador nato, ele construiu uma trajetória brilhante com os próprios passos, escrevendo sua história com a tinta viva da resistência e da criatividade.
É considerado um dos artistas mais produtivos da cena literária carioca e nacional nos últimos dez anos, com 30 livros publicados e uma vida inteiramente dedicada à arte — vive, com dignidade e paixão, da palavra e de seus livros.
Idealizador das antologias “Se tens um dom, seja!”, que em 2025 completa seu 13º volume, Bruno reúne escritores de todos os estilos e de todas as partes do mundo, incluindo representantes do Brasil, da Europa e do continente africano. Sua missão é clara: multiplicar oportunidades, romper silêncios e fazer ecoar vozes historicamente silenciadas.
Em seu vasto repertório de realizações, estão projetos como:
Sarau do Bruno Black
Programa Xexelento da Peri
Programa Tô Com Bruno Black
Projeto Domdomdom (oficinas de dons e escrita criativa)
Festa Literária do Fumacê
Clube das Palavras
Livro da Comunidade do Fumacê
Turnês literárias por cidades brasileiras desde 2015, passando por SP, MG, RJ, BA, PR, ES, DF, CE e SE
Sua voz já ecoou nas principais Bienais do Livro do Brasil, em feiras internacionais (virtuais) e nacionais (presenciais), sempre levando consigo a mensagem transformadora de que “se tens um dom, seja!” — um lema que, mais que bordão, tornou-se norte para muitos, salvando vidas e despertando vocações adormecidas.
Seu livro #TarjaPreta, que aborda com coragem e sensibilidade o tema da saúde mental, alcançou o status de best-seller e consolidou seu nome como autor de relevância social e literária.
Bruno é também responsável por levar autores periféricos e moradores da favela do Fumacê para grandes palcos como a Bienal do Livro, a Expo Favela e escolas públicas, graças ao apoio da Editora Conejo. Nessa jornada, o poeta sorteia livros solos a cada nova antologia lançada, inserindo novos talentos no mercado literário com generosidade e visão de futuro.
Sua trajetória é marcada por quase 50 prêmios, entre eles:
Liderança Negra 2022 (CAERJ – Câmara da Indústria e Comércio do RJ, no Theatro Municipal)
Excelência Artística 2023 (APPERJ – Associação Profissional de Poetas do RJ)
Prêmio Mestre dos Mestres 2023 (Arte em Movimento – SP)
Prêmio FLISC 2024 (Festa Literária de Santa Cruz – Categoria Poeta)
É atração principal do Ler Festival do Leitor, reunindo diariamente cerca de 800 alunos de escolas públicas em seu sarau vibrante e afetivo. É também presença marcante na FAVELIVRO, onde inaugura bibliotecas públicas com seus versos e abraça a missão de democratizar a leitura.
Amparado por grandes nomes da cultura, como Zélia Duncan, sua madrinha artística, e os padrinhos David Santana (produtor cultural do RJ) e Luiz Eudes (multiartista e escritor baiano), Bruno Black segue elevando a literatura das periferias à sua mais pura e legítima nobreza.
Em 2024, com recursos advindos de suas obras, reforma sua própria sala na Comunidade do Fumacê e inaugura o Clube de Palavras, espaço cultural dedicado a acolher e lançar novos autores da favela e do Brasil. O clube promove saraus, oficinas, lançamentos e a produção de livros de pessoas que jamais imaginaram ser escritores.
Ainda em 2024, será inaugurada a Casa de Cultura Bruno Black, em Campo dos Goytacazes (RJ). E em 2025, será o autor homenageado da Festa Literária de Queimados (RJ) e terá uma biblioteca com seu nome em Quissamã, interior fluminense.
No mesmo ano, lança com alegria seu terceiro livro infantil, “Cadê Tia Sueli?”, uma doce homenagem à sua tia de 78 anos, reafirmando o poder da literatura em preservar memórias afetivas e transformar vidas.
Bruno Black é, antes de tudo, a prova viva de que onde há palavra, há ponte. E onde há sonho, há caminho.
Acredite.
Se tens um dom, seja.
Instagram: @brunoblackoficiall
LinkedIn | YouTube | Facebook: Bruno Black
Assista entrevista do completo do Bruno Black no Podcast TaniArt’s da Luciana Tani. Clique no link abaixo:
Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.
Peu Junior
Uma vida de Música e Paixão
Com 25 anos de carreira artística, Peu Junior é músico, cantor e compositor, nascido no dia 11 de março de 1971 na cidade de Pindamonhangaba/SP, radicado em Taubaté/SP desde 1981.
É neto do também músico, compositor e nacionalmente conhecido, Alcides Ferreira.
Em Dezembro de 1999 Peu Junior lançou seu 1o CD, “NÓS DOIS”, contendo 11 faixas, todas de autoria própria (músicas e letras).
Em 2006 lançou seu 2o CD, “POR ONDE ANDEI”, esse disco traz a canção “Aonde Está Você?” música que tocou em várias rádios do Brasil e também em rádios brasileiras dos USA, Japão e Portugal.
Por esse fato, Peu Junior recebeu em 2008 na cidade de São Paulo, o prêmio “Artista Revelação 2008”, oferecido pela produtora e gravadora GRC Music. Em 2009 lançou o CD TODO DIA, que traz 12 canções inéditas, uma delas é o hit “Apenas Um Alguém” que tocou em várias rádios de todo o Brasil. Por esse fato, ainda em 2009 recebeu duas nomeações ao GRAMMY LATINO nas categorias: Melhor Álbum Pop e Artista Revelação 2009. Se tornando o primeiro artista do Vale do Paraíba/SP a participar de uma edição do prêmio GRAMMY em todos os tempos.

Ao longo de sua carreira Peu Junior já se apresentou em todas as capitais do Brasil e participou de vários programas de TV e rádios em rede nacional e também programas locais.
Em 2016 criou o projeto “Total Kids”, para crianças e jovens, um show musical com uma oficina de instrumentos musicais feita com material reciclado, que tem como objetivo promover a educação através da diversão, a inclusão social e a conscientização da reciclagem.
Em 2018 lançou o CD Monteiro Lobato Cantado, um tributo ao escritor Monteiro Lobato, criador do Sítio do Pica Pau Amarelo. Esse CD traz 14 músicas inéditas que contam a vida e obra do escritor.
Em 2020 criou o show “Tributo Roberto Carlos” com os maiores sucessos do rei Roberto Carlos desde a época da Jovem Guarda até os dias atuais. Em 2022, Peu Junior gravou e lançou seu primeiro DVD Oficial e Autoral “Um Sonho Bom”, que traz canções dos três primeiros álbuns de sua carreira além da música inédita “Um Sonho Bom”.
Tributo Roberto Carlos

Imagine um show com 1h30m de duração, repleto de sucessos que marcaram gerações, e momentos especiais na sua vida, e na vida de cada um de nós?
O cantor Peu Junior revisita a carreira do rei Roberto Carlos, interpretando os maiores clássicos desde a época da Jovem Guarda, até os dias atuais.
O show apresenta um formato intimista para você cantar junto, se emocionar e compartilhar a energia do amor, em homenagem ao dia dos namorados.
“Prepare seu coração e vamos juntos nessa viagem musical.”
Peu Junior.
Show no Dia das Mães no Via Vale Shopping Taubaté
No próximo dia 11 de maio (domingo), Dia das Mães, acontece no Via Vale Shopping em Taubaté, o show “Tributo Roberto Carlos, às 12:30, em homenagem às mães e a entrada é gratuita.
Assista entrevista completa do Peu Junior no Podcast TaniArt’s da Luciana Tani na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
Contatos:
Whatsapp (12) 99111-1040.
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/ peu junior – topic
https://www.instagram….
/ peujuniorcantorecompos…
/ peu.junior.18
Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.





🎶Show com Renato Gabbiani na Festa de Quiririm🎶

Prepare o coração e afine a emoção: a 36ª Festa da Colônia Agrícola Italiana de Quiririm recebe Renato Gabbiani, um dos maiores intérpretes da música italiana no Brasil!
Com mais de 58 anos de carreira, Renato Gabbiani — que adotou esse nome artístico em sintonia com a alma italiana de sua arte — é presença marcante nas grandes celebrações da cultura italiana. Em Quiririm, sua voz ecoa como tradição viva, arrebatando o público com clássicos como “’O Sole Mio”, “Santa Lucia”, “Mattinata”, “Champagne”, “Il Mare Calmo della Sera”, “Perdere l’Amore”, entre tantas outras joias da canção napolitana e romântica.
📍 Onde? 36ª Festa da Colônia Agrícola Italiana de Quiririm – Taubaté/SP
📅 Quando? Sábado 03/05/2025 – Palco Principal – 16h00 –
🎤 Quem? Show com Renato Gabiani – o carisma e a elegância de uma voz que traduz o amor, a saudade e a alegria do povo italiano.
🌿✨ Sobre a Festa de Quiririm✨🌿
Fundada por imigrantes italianos no final do século XIX, a Colônia Agrícola de Quiririm transformou-se num pedacinho da Itália no Vale do Paraíba. A festa, realizada desde 1989, chega à sua 36ª edição, homenageando a memória dos colonos que ali plantaram raízes e construíram história.
Com desfiles típicos, culinária irresistível, danças folclóricas e shows inesquecíveis, o evento é hoje um dos maiores encontros culturais ítalo-brasileiros do país.
🎼✨ Venha sentir a Itália em cada nota! ✨🎼
Renato Gabbiani é mais que um cantor: é um contador de histórias em forma de música, um ponte entre o passado nostálgico e o presente vibrante das tradições italianas.
De Quiririm para o coração do Brasil, o Show com Renato Gabiani é uma viagem sonora por gerações, um abraço melódico na alma de quem ama, sonha e canta.
Não perca! Viva la música, viva Quiririm, viva Gabbiani!
Assista entrevista completa do Renato Gabbiani no Programa da Luciana Tani na Sua TV. Clique no link abaixo:
Fontes:
Prefeitura de Taubaté.
https://www.instagram.com/reel/DJA6Frvgqzt/
Eliete Santos
O Corpo que Pensa, a Alma que Dança.
Nasceu em São José dos Campos, em 26 de fevereiro de 1975, e desde cedo fez do corpo um instrumento de escuta, expressão e resistência. Eliete Cristina dos Santos, conhecida como Eliete Santos, é bailarina, criadora, intérprete e arte-educadora — mas mais do que títulos, é matéria viva que dança a vida e transforma o gesto em linguagem.
Aos sete anos, iniciou o balé clássico como quem desperta para uma outra forma de existir no mundo. Estudou na Escola Municipal de Artes Maestro Fêgo Camargo, em Taubaté, e aos dezesseis já habitava os palcos do primeiro grupo municipal de dança contemporânea da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em sua cidade natal.
Teve como mestres não apenas professores, mas alquimistas do movimento: Eleonora Oliosi, Ismael Guiser, Rainer Vianna — nomes que lhe ofereceram não passos, mas chaves para acessar o invisível. Foi com Lenira Rengel que descobriu Rudolf Laban, não como método, mas como filosofia corporal — um mapa interno que a guiaria por todas as suas criações.
Na década de 1990, trabalhou com o fotógrafo Emídio Luisi, traduzindo imagens em movimento e movimento em imagem. Dançou em obras como Elos Cruzados, de Leda Ornelas, e passou a trilhar sua jornada entre palcos e salas de aula, entre a filosofia e a história, entre o silêncio e a palavra. Licenciou-se em Filosofia e História, não como quem coleciona diplomas, mas como quem busca compreender os tempos e os gestos da humanidade.
Sua arte não cabe em molduras — ela transborda. Esteve no Festidança de São José dos Campos por três anos consecutivos (2013, 2014, 2015), apresentou um solo na Mostra de Artes da Canção Nova, e dançou no filme Aparecida: O Milagre, dirigido por Tizuka Yamasaki. Foi personagem literária no livro Ventos Antigos, da escritora Sônia Gabriel — uma alma dançante registrada em palavras.
Em 2017, alçou voo para a Europa, onde concluiu o mestrado em Práticas Artísticas pela Universidade de Évora, Portugal. Ali, sua arte se expandiu em várias direções. No festival “Artes à Rua”, apresentou o solo inspirado na lenda do Boi de Beja, ressignificando mitos em dança-teatro diante da catedral de Évora. Participou do projeto “Artes à Escola”, onde nasceu sua criação visual “Assemblage porté” — máscaras de animais feitas de objetos do cotidiano, em diálogo com o consumo e a natureza. Uma dança de protesto, de consciência, de reencantamento do real.
Em 2021, foi retratada pelo fotógrafo Carlos Alves em uma homenagem aos espaços urbanos de Évora. Ainda nesse período, sua linguagem artística,
se estendeu às artes visuais com exposições individuais e coletivas, revelando novas camadas de sua sensibilidade.
Em 2023, no Dia Mundial da Criatividade, compartilhou sua trajetória na palestra “Foguete não dá ré. Uma bailarina sempre pronta”, em que mergulhou na coragem de seguir dançando, mesmo nos tempos mais escuros. No mesmo ano, apresentou o espetáculo “Zoológico no Quintal” para escolas públicas, buscando semear em crianças o elo ancestral entre a natureza e a arte.
Eliete não é apenas uma bailarina: é uma pensadora do corpo, uma poetisa do gesto, uma educadora da sensibilidade. Sua dança é ponte entre mundos — entre o visível e o invisível, o ancestral e o contemporâneo, o humano e o sagrado. Cada passo seu carrega a história de quem se permitiu ser chão e voo, raiz e estrela.
Assista entrevista completa da Eliete Santos no Podcast TaniArt’s da Luciana Tani na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
Contatos:
@elietesantosbailarina
Referências:
https://pt.wikipedia.o…
Mestrado na Europa: https://dspace.uevora….
https://www.inicepg.un…
Eliete Santos publicações
https://portalmud.com….
https://www.coopdanca….
Fotos: Arquivo Pessoal/Divulgação.





Andreia Barros
A Arte como Caminho, o Teatro como Alma.

Há seres que não caminham pela terra — flutuam entre os mundos, tecendo silêncios e vozes, passos e presenças. Andreia Barros é um desses seres. Atriz, diretora, pedagoga, jornalista e mestra das artes, ela não apenas habita o teatro — ela é o próprio palco onde a vida e a arte se reencontram.
Formada em Comunicação Social, com os olhos já voltados para as palavras que constroem o mundo, Andreia buscou na ciência e na filosofia das artes o seu norte. Mergulhou nas profundezas do conhecimento na Unicamp, onde investigou a teatralidade de Vakhtangov como quem procura o coração secreto da linguagem cênica. Mais que aprender, ela decifrou — e recriou.
Fundadora da Cia Teatro da Cidade e do Centro de Artes Cênicas Walmor Chagas, em São José dos Campos, semeou um terreno fértil onde a criação brota com raízes fincadas na terra e ramos que tocam o universal. Cada projeto que idealiza é uma pergunta ao mundo.
Cada montagem, uma tentativa de resposta. Seus espetáculos não são apenas encenações — são espelhos da alma coletiva, onde o riso e a dor, a memória e a esperança dançam em uníssono.
Como atriz, recebeu prêmios que reconhecem não o talento apenas, mas a entrega — o abandono de si mesma para ser muitas. Como diretora, molda o invisível. Como professora, acende faróis em corpos e vozes, revelando em cada aluno a possibilidade de ser mundo.
Andreia não se contenta com os limites da cena. Vai além: conecta países, culturas, tempos. “A Dócil”, projeto internacional nascido da obra de Dostoievski, provou que a arte, quando sincera, não conhece fronteiras. Assim como a Mostra Mulheres que Inspiram, espaço onde o feminino brilha com sua potência criadora.
Há mais de três décadas, Andreia Barros faz do teatro sua morada e do ato de criar, seu destino. Sua vida é travessia — entre a razão e o sonho, entre o corpo e a palavra, entre o silêncio e a explosão do gesto. Ela é ponte, é rito, é voz que se ergue para lembrar:
“O palco é sagrado. Ali, cada segundo vale por uma eternidade.”
Enquanto houver histórias por contar, corpos por libertar e almas por tocar, Andreia seguirá — como vento que sopra cortinas, como luz que ressurge quando a cena recomeça.
Assista entrevista completa da Andreia Barros no Podcast TaniArt’s da Luciana Tani na ZY3 Rádio e TV. Clique no link abaixo:
Contatos:
@andreiacentral
@cac.walmorchagas
@ciateatrodacidade
Fotos: Leila/Divulgação.
















































