EVENTOS CULTURAIS EM PAUTA SJC

 

Museu do Folclore recebe 3.714 visitantes em janeiro

 

28ª edição da Chegada das Bandeiras marcou as atividades realizadas no Museu do Folclore durante o mês de janeiro, com 13 Folias de Reis – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore Angela Savastano registrou um total de 3.714 visitantes em janeiro. A maior parte – 2.818 – passou pelas exposições (de longa duração e temporária), biblioteca, brinquedoteca e presépio. Outros 876 participaram das atividades realizadas ao longo do mês.

Em relação às exposições, o maior número de visitantes continua sendo da própria cidade, com um registro de 738 pessoas. De outros 19 estados e 22 países (Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, Estados Unidos, França, Peru e Portugal) foram contabilizadas 420 pessoas.

O número de visitantes a outros espaços do museu também foi bastante concorrido, principalmente ao presépio, com registro de 1.169 pessoas, seguido da brinquedoteca, com 359, e biblioteca, com 110.

Atividades

Crianças participam do Férias no Museu | Foto: Divulgação.

Durante janeiro, a atividade de maior destaque foi a realização da 28ª Chegada das Bandeiras, que marcou o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio, com a participação de 13 Folias de Reis. A manifestação foi acompanhada por um público de 580 pessoas.

Outras atividades realizadas no mês, como o Férias no Museu, a Roda de Fazeres e o lançamento do livro Cidade Incolor, de Luciana Brauna, reuniram, respectivamente, 243, 26 e 27 pessoas.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultural Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Fundação Cultural lança Carta de Serviços ao cidadão

A Carta de Serviços, disponível no site oficial da FCCR, reúne informações detalhadas sobre as ações desenvolvidas pela instituição – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo lançou, neste mês, uma novidade para garantir mais visibilidade e transparência às atividades oferecidas pela instituição. A Carta de Serviços, disponível no site oficial da FCCR, reúne informações detalhadas sobre as ações desenvolvidas em uma linguagem simples e acessível para a sociedade.

São 418 tópicos explicativos, com informações sobre os canais de atendimento, serviços disponíveis, prazos de resposta e acompanhamento das solicitações.

A Carta de Serviços é uma exigência legal para órgãos públicos.

Um espaço de “Perguntas Frequentes (FAQ)” também foi criado para reunir as dúvidas mais comuns da população. São 70 tópicos sobre temas variados.

Fale com a FCCR

Caso os cidadãos precisem falar diretamente com a Fundação Cultural, é possível utilizar o canal da Ouvidoria neste link. A página tem a finalidade de receber sugestões, reclamações, denúncias e elogios.

A FCCR também está no WhatsApp. A ferramenta de gestão estreita os laços com os consumidores de cultura da cidade, que podem tirar dúvidas sobre eventos e atividades realizadas pela instituição. Basta mandar uma mensagem para o número (12) 99740-4427 e iniciar a conversa.

Cine do Centro exibe drama francês na próxima quarta-feira

O filme estreou na edição de 2024 do Festival de Cannes – Foto: Divulgação

 

 

Depois da semana agitada de Carnaval, o Cine do Centro retorna com um drama francês na próxima quarta-feira (18), às 19h, no Museu Municipal, na região central de São José dos Campos.

O museu abre as portas para a sessão única do longa-metragem “Vingt Dieux – Amor e Queijo”, da diretora Louise Courvoisier.

O drama acompanha Totone, um jovem de 18 anos que passa a maior parte do tempo bebendo cerveja com seu grupo de amigos, sem muitas preocupações. Mas a sua rotina muda quando ele precisa cuidar da irmã de apenas 7 anos. Em busca de renda, ele canaliza sua energia na produção de um premiado queijo comté para ganhar um concurso.

O filme estreou na edição de 2024 do Festival de Cannes, onde recebeu o Prêmio da Juventude Un Certain Regard, um reconhecimento pela abordagem inovadora em assuntos que ressoam na juventude atual.

A sessão é gratuita, sem necessidade de reserva de ingressos.

Os filmes são legendados em português e, ao final da exibição, há um debate com o curador Patrick Houdin.

Ficha técnica

Direção: Louise  Courvoisier

Ano: 2024

Duração: 1h30

Gênero: Drama

Classificação indicativa: 12 anos

Elenco: Clément Faveau, Maïwène Barthèlemy, Luna Garret, Mathis Bernard

Serviço

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29, Centro
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Museu do Folclore retoma atividades do Grupo de Estudos

Pamela Sousa de Araújo, pedagoga, professora de Língua Portuguesa vai coordenar o Grupo de Estudos do Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore Angela Savastano retomará, este mês, as atividades do Grupo de Estudos, que visa discutir temas relativos ao folclore. O tema central deste ano abordará O Folclore em Sala de Aula e será discutido durante nove encontros, de 21 de fevereiro a 25 de abril.

Os encontros serão aos sábados de forma presencial, das 14h30 às 16h30, especificamente nos dias 21 e 28 de fevereiro, e nos dias: 07, 14, 21 e 28 de março; 11, 18 e 25 de abril. Podem participar professores, estudantes de pedagogia e interessados pelo estudo do folclore.

As inscrições já estão abertas e devem ser feitas por meio de formulário eletrônico, pela plataforma Sympla.

As discussões serão mediadas por Pamela Sousa de Araújo, pedagoga, professora de Língua Portuguesa e especialista em Literatura Brasileira e Educação Inclusiva.

Proposta

A proposta é que os participantes elaborem planos de aula e materiais didático-pedagógicos destinados ao Ensino Fundamental I (1º ao 5º ano), articulando o estudo de literaturas diversas ao uso do acervo do Museu do Folclore.

Como produto final, espera-se a construção de propostas pedagógicas que valorizem a cultura popular, a oralidade, a memória coletiva e os saberes tradicionais, contribuindo para práticas educativas contextualizadas, inclusivas e culturalmente significativas.

Perfil

Pamela Sousa Araújo também é idealizadora dos grupos Nossa Pequena Estante e Grupo Literário Dandara, nos quais desenvolve ações voltadas à leitura e à escrita, com ênfase na diversidade cultural, na escuta pedagógica e na formação crítica de leitores.

Atualmente, Pamela coordena um grupo de estudos dedicado à obra da intelectual Gloria Jean Watkins, mais conhecida pelo pseudônimo bell hooks, com foco em educação, linguagem e pensamento crítico.

Gestão

O Museu do Folclore Angela Savastano é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

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Museu do Folclore retoma visitas em grupo

Alunos da Emef Barão de Jacareí realizaram várias visitas agendadas durante o ano passado. Processo foi retomado este mês – Foto: Divulgação.

 

Com o início das aulas nas redes pública e privada, o Museu do Folclore Angela Savastano retomou o agendamento para visitas em grupo, suspenso em janeiro em razão do período de férias. O processo continua sendo feito de forma eletrônica, por meio do site do museu.

As visitas às exposições de longa duração e temporária, bem como à biblioteca e brinquedoteca, podem ser feitas de terça a sexta, das 14h às 17h. Havendo interesse por alguma atividade extra, ligada ao folclore, o solicitante deve informar durante o agendamento.

O atendimento aos grupos agendados, escolares ou não, é feito pelo Setor Educativo do museu, responsável pelas orientações e mediações durante as visitas. O controle dos agendamentos e o contato com as escolas também é realizado pelo mesmo setor.

Maior número em agosto

Em 2025, o museu recebeu 4.586 pessoas – entre alunos e professores – por meio da visita agendada. A maior parte delas – 3.034 – foi registrada em agosto, quando ocorre a programação especial do Mês do Folclore, voltada preferencialmente para escolas do município.

No caso das visitas espontâneas, elas também podem ser feitas aos sábados e domingos, das 14h às 17h, bem como algumas atividades permanentes que ocorrem neste período. No total, passaram pelo museu no ano passado 27.187 visitantes.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

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Primeiro Museu Vivo do ano acontece em clima de Carnaval

Natural de Campinas, Tom Harryson é geógrafo, permacultor e músico. Mora em São José dos Campos desde 2014, e é uma das atrações de domingo – Foto: Divulgação.

 

O Carnaval será o tema central das atrações do Museu Vivo deste domingo (8), no Museu do Folclore Angela Savastano, no Parque da Cidade. O público poderá vivenciar, gratuitamente, diferentes manifestações desta festa da cultura popular nas áreas do artesanato, culinária e música. Excepcionalmente, o encontro será das 15h às 17h.

Para participar desta primeira edição do ano e compartilhar os seus saberes e fazeres, foram convidados o campineiro Harryson Roberto Oliveira (Tom Harryson), as irmãs paranaenses Maria Inês de Oliveira Santos e Vera Lúcia de Oliveira Menezes e a pernambucana Iane Costa.

Artesanato

Tom Harryson é o nome artístico de Harryson Roberto Oliveira, 41 anos, nascido em Campinas e morador de São José dos Campos desde 2014. Geógrafo, permacultor e músico, Tom é, antes de tudo, um artesão da música: cria o som e o instrumento.

Seu encontro com este saber aconteceu em 2005, em Rio Claro (SP), durante a graduação em Geografia, quando o interesse pelas dimensões ambiental, social e cultural o aproximou das manifestações da cultura popular.

Foi na convivência com Matheus das Flautas, que Tom aprendeu não apenas a tocar, mas também a fabricar o pífano que, em suas mãos, não é apenas instrumento, mas um mediador de encontros, afinador de ambientes, convite à presença e à escuta coletiva.

O pífano, por sua vez, ocupa lugar central na cultura popular brasileira. Presente nas bandas cabaçais do Ceará e nas tradicionais bandas de pífanos do Nordeste, ele acompanha festas, rituais e cortejos, guardando memórias profundas e modos antigos de fazer música.

Culinária

Maria Inês e Vera Lúcia vão fazer geladinho | Foto: Divulgação.

As irmãs Maria Inês de Oliveira Santos, 56 anos, e Vera Lúcia de Oliveira Menezes e 61 anos, são naturais de Ivaiporã (PR). Moradoras dos bairros Bosque dos Ipês e Jardim Morumbi, em São José, costumam fazer geladinho quando a família se reúne, como no Carnaval, por exemplo.

Elas fazem o geladinho desde criança e contam que aprenderam com a mãe. Vera diz que a receita se tornou comum na sua família. O geladinho, entre outros nomes conhecidos, é uma guloseima muito popular e fácil de fazer em todas as idades.

Música

A pesquisadora Iane Costa vai mostrar o frevo | Foto: Divulgação.

Iane Costa, natural de Recife (PE), é artista há 25 anos, bailarina, professora e coreógrafa. Ela também é pesquisadora de dança e brinquedos populares, tendo desenvolvido o Projeto Brincantes Ancestrais em 2020, juntamente com a também pesquisadora Semada Rodrigues.

A pesquisadora está em São José dos Campos desde agosto de2025, foi atraída pela rica programação de cultura. Desde então, Iane vem se conectando à cidade, participando dos eventos, aulas, congressos e reuniões de cultura pela cidade.

“O frevo faz parte de nossas memórias de infância. Entretanto, como sou bailarina, ele veio num lugar mais profissional. Sou passista de frevo muito apaixonada. As danças populares ganharam muito minha atenção e energia”, diz Iane.

Originário de Pernambuco, o Frevo é uma dança genuinamente brasileira, surgida no final do século XIX, no Carnaval. Ele também está presente no Rio de Janeiro e Bahia e está conectado com as festas das ruas, a energia e a vibração dos instrumentos de metais e cordas.

Gestão

O Museu do Folclore Angela Savastano é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

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Filmes de Charlie Chaplin entram em cartaz no Cine Santana

Serão três filmes com duas sessões cada, às 15h e às 19h30 – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O cinema mudo de Charlie Chaplin entra em cartaz no Cine Santana em fevereiro.

A exibição acontece em parceria com o programa Pontos MIS.

Serão três filmes, exibidos às segundas-feiras, com duas sessões cada: às 15h e às 19h30. A entrada é gratuita e não precisa reservar ingresso. Confira a agenda:

Dia 2, às 15h e 19h30 – Luzes da Cidade (1931)

O Vagabundo (Charlie Chaplin) se apaixona por uma jovem florista cega, que o confunde com um homem rico. Tentando ajudar a amada, ele engata em uma série de trabalhos e conhece um milionário excêntrico, que promete melhorar a vida da florista, mas acaba o mandando para a prisão.

Classificação: Livre

Duração: 1h21min.

Dia 9, às 15h e 19h30 – Em Busca do Ouro (1925)

Durante a corrida do ouro no Alasca, o Vagabundo (Charlie Chaplin) enfrenta vários obstáculos para ganhar dinheiro. Apesar dos perrengues, como precisar cozinhar o próprio sapato, ele encontra tempo para o amor e se apaixona por uma dançarina, fazendo de tudo para conquistar a garota.

Classificação: Livre

Duração: 1h35min.

Dia 23, às 15h e 19h30 – Tempos Modernos (1936)

Na era da revolução industrial, o Vagabundo se encontra no meio das máquinas, tentando se encaixar nessa nova realidade onde tudo é mecânico. Misturando crítica social, humor e ternura, o filme retrata a luta do ser humano por dignidade em tempos de transformação.

Serviço

Cine Santana

Avenida Rui Barbosa, 2005 – Santana
WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427.

28ª Chegada das Bandeiras terá presença de 14 Folias de Reis

 

Bandeiras das Folias de Reis são encostadas para serem benzidas durante a celebração religiosa, realizada no período da tarde – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore Angela Savastano receberá, no próximo domingo (25), a 28ª Chegada das Bandeiras, com a participação de 14 Folias de Reis da região (São José, Caçapava, Jacareí, Paraibuna e Taubaté). A manifestação marcará o encerramento do Ciclo de Natal e o fechamento do presépio do museu.

A vivência já se tornou uma tradição no museu e acontecerá das 9h às 17h com a presença do público, que poderá acompanhar toda a movimentação das folias. Às 15h está prevista uma celebração religiosa, que será conduzida pelo padre Robert José Ribeiro, da Paróquia São Sebastião, da Vila Industrial.

O presépio foi montado pela Contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Soynaara Maria Faria Araújo Pires de Morais, 58 anos, nascida em Arapeí, no Vale do Paraíba. “Aprendi a montar presépio com a minha mãe, que por sua vez aprendeu com a minha avó”, disse Soynaara.

Desde sua abertura no dia 7 de dezembro do ano passado, no início do Ciclo de Natal, até o último domingo (18), o presépio já foi visitado por mais de 1.000 pessoas.

Durante toda esta semana ele permanecerá aberto das 9h às 17h e no sábado (17) das 14h às 17h.

Folias de Reis participantes

São José: 

  • Cia de Reis Esplendor do Oriente

  • Cia dos Três Reis Estrela do Oriente

  • Folia de Reis Bom Jesus do Buquirinha

  • Folia de Reis Bandeira do Divino da Paróquia de Santana

  • Folia de Reis de São José

  • Folia de Reis do Mestre Zé Mira

  • Folia de Reis Estrela de Belém

  • Folia de Reis São Judas Tadeu

  • Folia de Reis São Vicente de Paula

Caçapava:

  • Cia de Reis Folia de Francisco

  • Folia dos Santos Reis Nossa Senhora da Boa Esperança

Jacareí:

  • Folia de Reis Filhos do Oriente

Paraibuna:

  • Folia de Reis Alferes Bento

Taubaté:

  • Folia de Reis Estrela da Mantiqueira

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

Domingo no Parque tem dois espetáculos para o público infantil

A Companhia Cultural Bola de Meia, formado em 1989, vai apresentar dia 25 o espetáculo Rodas e Brincadeiras Cantadas – Foto: Divulgação.

 

Janeiro é mês de férias e a programação do Domingo no Parque, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, é toda voltada para o público infantil com muita música e fantasia. As atrações acontecem nos próximos domingos (18 e 25), às 15h, na Arena do Parque da Cidade.

O primeiro deles, no dia 18, é Meu Amigo Animal, com o Grupo Teatro do Rinoceronte, que conta a história de uma dupla de amigos improvável, um cachorro e um gato, Maluquinho e Ariel, que se unem após o cachorro ser abandonado pelo dono.

O Teatro do Rinoceronte foi criado em 2004 em São José dos Campos, por Carlos Rosa e Lucilene Dias, que queriam estudar a comédia enquanto gênero teatral. Em outubro de 2024, o grupo completou 20 anos em cena, sempre com a comédia e a cultura popular.

A segunda apresentação, no dia 25, será com a Companhia Cultural Bola de Meia, com o espetáculo Rodas e Brincadeiras Cantadas, um verdadeiro concerto infantil com cantigas tradicionais e autorais, que remetem à memória afetiva de nossas infâncias.

A Cia Bola de Meia é uma organização com sede em São José dos Campos desde 1989, que tem como missão a preservação da cultura popular e da infância.

Arena do Parque da Cidade

Av. Olivo Gomes, 100 – Santana

Comédia romântica abre sessões de 2026 do Cine do Centro

O filme conta a história de um casal de artistas que frequentemente trabalha junto. Nora, como diretora de teatro, e Henri, como ator – Foto: Divulgação.

 

A comédia romântica francesa Le Beau Rôle – Os Bastidores do Amor, dirigida por Victor Rodenbach, é a primeira atração de 2026 do programa Cine do Centro. O filme será exibido no Museu Municipal de São José dos Campos no próximo dia 21 (quarta-feira), às 19h. A classificação indicativa é de 14 anos.

A sessões do Cine do Centro são gratuitas e ocorrem toda 2ª quarta-feira do mês, com apoio do Festival de Cinema Francês do Brasil, sem necessidade de reserva antecipada de ingresso.

O filme conta a história de um casal de artistas que frequentemente trabalha junto. Nora, como diretora de teatro, e Henri, como ator. A situação muda quando Henri consegue seu primeiro papel em um filme, o que acaba ameaçando a nova peça do casal, colocando a relação em maus lençóis.

O Cine Centro é desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em parceria com a Aliança Francesa Vale do Paraíba. A curadoria é do diretor cultural das Alianças Francesas do Vale do Paraíba, Patrick Houdin, mestre em relações interculturais pela Universidade Sorbonne em Paris, professor de língua francesa e tradutor.

Museu Municipal de SJC

Praça Afonso Pena, 29 – Centro

Museu do Folclore realiza mais uma edição do Férias no Museu

Atividades serão concentradas na área externa do museu, mas a brinquedoteca também poderá ser utilizada durante a programação – Foto: Divulgação.

 

Como acontece todo início do ano, o Museu do Folclore Angela Savastano programou para o mês de janeiro de 2026 a atividade Férias no Museu. A programação está prevista para os dias 14, 16, 21, 23, 28 e 30 (três quartas e três sextas), nos períodos da manhã (10h às 11h30) e tarde (14h às 16h30).

Nas quartas haverá vivências carnavalescas, preparando o público para o tema do primeiro Museu Vivo do ano (em fevereiro); e nas sextas brincadeiras no quintal. No dia 16, em particular, a atração será de manipulação de Bonecos Mamulengos, com Vivian Rau (bonequeira, mamulengueira, brincante e arte educadora).

Todas as idades

As atividades serão abertas para crianças de todas as idades, sempre acompanhadas dos pais ou responsáveis e sem necessidade de inscrição prévia. Elas serão concentradas na área externa do museu, mas a brinquedoteca também estará aberta durante todo o período de atendimento.

Em 2025, nas duas edições realizadas em janeiro e julho, o programa Férias no Museu reuniu pouco mais de 1.900 pessoas, entre crianças e adultos, se consolidando numa atividade de total interação entre os participantes e uma boa alternativa cultural para estas duas épocas do ano.

Gestão

O Museu do Folclore Angela Savastano é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade, em Santana. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 e (12) 3924-7354

  • museudofolcore.org

Aquarelas de Reis é a nova exposição do Museu do Folclore

 

Marcos Ramis mostra pintura feita durante a 27ª Chegada das Bandeiras, ocorrida em janeiro de 2025 no Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

“Desenho é perseverança”, atesta o artista plástico Marcos Antonio Ramis, 67 anos, que a partir deste sábado (10) mostrará seus trabalhos na nova exposição temporária do Museu do Folclore Angela Savastano, batizada de Aquarelas de Reis.

A mostra reúne 13 quadros e 3 gravuras do artista, que retratam as Folias de Reis da região e seguirá aberta até 21 de fevereiro, podendo ser visitada gratuitamente de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h.

Utilizando técnicas mistas, mas sobretudo aquarela, as imagens desenhadas e pintadas por Marcos Ramis são resultado de uma metodologia toda própria, onde a observação é o primeiro passo. Depois, ele fotografa o que deseja pintar e a partir da foto elabora esboços em grafite, para posteriormente finalizar a obra.

Inspiração

Marcos durante desenho – Foto: Divulgação.

Marcos Ramis é presença marcante durante a abertura e fechamento do presépio do Museu do Folclore, quando as Folias de Reis estão sempre presentes. São nestes momentos que ele cria e desenvolve seus trabalhos, com os quais presenteia os personagens registrados em seus traços e cores.

“Esta atitude me dá uma grande satisfação pessoal e estreita os laços com a manifestação cultural que está ocorrendo. O retorno de felicidade que vejo no rosto das pessoas é indescritível, é uma aproximação singular que gera memórias e interações”, ressalta Marcos Ramis.

Segundo o artista, poder expor seus trabalhos no Museu do Folclore é uma grande emoção. “Já faz algum tempo que venho acompanhando e retratando as Folias de Reis por meio dos meus desenhos e pinturas, mas não imaginava ser convidado para expô-los no Museu do Folclore, espaço pelo qual tenho muito carinho”, afirma Marcos.

Relevância

Para a museóloga Mariana Boujadi, do Museu do Folclore, “esta exposição tem uma relevância especial, por reafirmar o valor do nosso patrimônio imaterial e por dar visibilidade a manifestações culturais que seguem vivas, graças à memória, à fé e ao envolvimento das comunidades do Vale do Paraíba”.

“E estas manifestações ganham um contorno ainda mais interessante pela visão de um artista que conheceu e se apaixonou por elas no quintal do museu. O artista está vivenciando isto de um jeito muito único e imprimindo todo esse carinho nas suas obras. A gente consegue ver rostos conhecidos ao longo das obras”, enfatiza Mariana.

Perfil

Desenhando a partir da foto – Foto: Divulgação.

Marcos Ramis é natural de São Paulo e está em São José dos Campos desde 1978. Ele possui formação em Publicidade e Propaganda, mas sua verdadeira vocação e fazer residem no desenho e na ilustração.

Sua história é marcada pela forte influência do irmão e artista plástico José Maria Ramis, já falecido. Marcos define seu processo de aprendizado como pura perseverança.

Em São José dos Campos, atuou na produção de desenhos protótipos para uma indústria do município e também teve passagem pela Prefeitura. Atualmente, trabalha na área de marketing de uma unidade hospitalar.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Presépio do Museu do Folclore pode ser visitado até 25 de janeiro

Presépio do Museu do Folclore Angela Savastano foi aberto no último domingo (7), com a participação de cinco Folias de Reis – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

Aberto no último domingo (7), o presépio do Museu do Folclore Angela Savastano, no Parque da Cidade, em Santana, poderá ser visitado até o dia 25 de janeiro de 2026, quando será encerrado o Ciclo de Natal. Nesta data, o museu receberá a 28ª Chegada das Bandeiras, que poderá contar com a presença de até 13 Folias de Reis de São José e região.

Ainda este mês, o presépio estará aberto até o dia 19, das 9h às 17h (terça a sexta) e das 14h às 17h (sábado e domingo). A entrada é gratuita.

A montagem, este ano, foi feita pela Contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Soynaara Maria Faria Araújo Pires de Morais, 58 anos, nascida em Arapeí, no Vale do Paraíba.

Soynaara montou o presépio do museu este ano | Foto: Divulgação.

Natal e Ano Novo

Durante as semanas do Natal e do Ano Novo (entre os dias 23 e 26 e 30 de dezembro e 2 de janeiro de 2026), o museu estará fechado. Já nos finais de semana dos dias 27 e 28 de dezembro, bem como nos dias 3 e 4 de janeiro, a exposição poderá ser visitada das 14h às 17h.

Biblioteca e brinquedoteca também estarão fechadas nas semanas do Natal e do Ano Novo, reabrindo para utilização e visitas no dia 6 de janeiro, sempre de terça a sexta das 9h às 12h e das 14h às 16h30.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

FCCR inicia cadastramento de artistas e mapeamento cultural

Objetivo do mapeamento é atualizar e ampliar a base de informações sobre agentes e iniciativas culturais no município – Foto: Fotógrafo desconhecido.

 

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abriu, nesta terça-feira (9), o cadastramento/mapeamento de profissionais da arte e cultura, pontos de cultura, espaços ou instituições de natureza cultural, coletivos artísticos ou culturais, com residência ou sede em São José dos Campos.

O cadastramento pode ser realizado por meio deste link e vai até 19 de janeiro.

O objetivo do mapeamento é atualizar e ampliar a base de informações sobre agentes e iniciativas culturais no município.

Os dados coletados servirão como base técnica no processo de elaboração do PMC (Plano Municipal de Cultura), contribuindo para políticas culturais mais alinhadas às realidades do município.

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail mapeamento2025@fccr.sp.gov.br.

Bailes noturnos agitam Casas do Idoso nesta semana

Baile na Casa do Idoso Centro na noite da última quinta-feira (4); nesta semana, as festas seguem até sexta (12) – Foto: PMSJC.

 

Enquanto não chegam as festas, reuniões em família e confraternizações deste final de ano, as Casas do Idoso de São José dos Campos prometem não deixar ninguém parado.

Nesta semana, haverá bailes noturnos todos os dias, sempre das 18h às 21h, propiciando aos frequentadores das unidades Centro, Sul, Leste e Norte muita animação, alto astral, alegria, saúde e socialização.

Os arrasta-pés começarão nesta terça-feira (9) na Casa do Idoso Norte. Na quarta (10), será na unidade Centro, na quinta (11) na Leste e na sexta (12) na Sul.

A festa começou na última quinta-feira (4) com baile especial na Casa do Idoso Centro com os formandos dos cursos de informática.

Confira aqui as programações especiais com os destaques deste mês nas quatro Casas do Idoso, disponível no site da Prefeitura.

Os bailes propiciam saúde, socialização e alegria | Foto: Cláudio Vieira/PMSJC.

Qualidade, saúde e bem-estar

As Casas do Idoso de São José são referência em qualidade de serviços oferecidos às pessoas idosas e seus familiares, promovendo muitos eventos e encontros intergeracionais.

São espaços de uso coletivo, propiciando a oportunidade de ter uma vida comunitária, com oferta de mais de 50 atividades culturais, artísticas, esportivas e de lazer.

Entre os destaques, estão as aulas de hidroginásticas e atividades nas piscinas, aulas de informática e inglês, bailes noturnos às sextas-feiras e saraus culturais nas tardes de sábado.

Por mês, as quatro unidades recebem, juntas, cerca de 10 mil pessoas.

Serviço

Bailes noturnos nas Casas do Idoso, das 18h às 21h

Terça-feira (9):

Local: Casa do Idoso Norte

Endereço: Rua Carlos Belmiro dos Santos, 99, em Santana

Quarta-feira (10):

Local: Casa do Idoso Centro

Endereço: Rua Euclides Miragaia, 508

Quinta-feira (11):

Local: Casa do Idoso Leste

Endereço: Rua Cidade de Washington, 164, no bairro Vista Verde

Sexta-feira (12):

Local: Casa do Idoso Sul

Endereço: Avenida Andrômeda, 2601, no Bosque dos Eucaliptos

Espetáculo ‘Gran Circo Brasilis’ estreia em São José neste sábado

Espetáculo começa com um grande cortejo pela cidade, remetendo aos antigos circos itinerantes que anunciavam sua chegada com música, corpo e festa – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

O espetáculo “Gran Circo Brasilis – O Maior Espetáculo da Terra” vai agitar espaços culturais de São José dos Campos entre os dias 6 e 23 de dezembro. A atração, que estreia neste sábado (6), às 18h, no Cine Santana, é realizada por artistas cadastrados no programa Arte nas Ruas, da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A apresentação é inspirada na estética e na tradição dos grandes circos brasileiros. Confira a programação completa abaixo.

O espetáculo começa com um grande cortejo pela cidade, remetendo aos antigos circos itinerantes que anunciavam sua chegada com música, corpo e festa. Na tradição, esses cortejos também funcionavam como uma estratégia de divulgação viva, oferecendo ao público uma amostra do espetáculo e promovendo interação direta com a cidade.

Após o cortejo de abertura, começa a apresentação de variedades circenses, reunindo números de malabarismo, acrobacia aérea, números cômicos, contorcionismo, magia e música. Assim como nos grandes circos brasileiros, a linguagem é acolhedora e plural, incorporando diversas expressões artísticas presentes no Projeto Arte nas Ruas.

Programação

Estreia: 6 de dezembro, às 18h

Local: Cine Santana

Algodão Doce: 7 de dezembro, às 17h

Local: Cine Teatro Benedito Alves

11 de dezembro, às 20h

Local: Casa de Cultura Flávio Craveiro – Teatro Dailor Varela

13 de dezembro, às 9h

Local: Pátio do Museu Municipal

Domingo no Parque: 14 de dezembro, às 15h

Local: Arena do Parque da Cidade

Natal Iluminado

22 e 23 de dezembro, às 18h

Local: Praça Afonso Pena

Projeto Arte nas Ruas

O projeto Arte nas Ruas foi desenvolvido pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo em 2017 e tem o objetivo de valorizar a arte de rua, levando acrobacia, equilibrismo, malabarismo, palhaçaria, cosplay, dança, música e teatro à população.

Por meio do projeto, o público pode prestigiar a arte em diversos espaços da cidade, entre eles: praças, parques, escolas, lugares públicos e privados.

Serviço

Grupo: Arte nas Ruas

Classificação indicativa: Livre

Duração: 50 minutos

Cine Santana

Av. Rui Barbosa, 2005, Santana

Cine Teatro Benedito Alves

Rua Rui Dória, 935 – Centro

Casa de Cultura Flávio Craveiro

Av. Lênin, 200 – Dom Pedro I

Museu Municipal

Praça Afonso Pena, 29, Centro

Parque da Cidade

Av. Olivo Gomes, 100, Santana

Praça Afonso Pena, Centro

WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427.

Espetáculo inédito reúne Cia de Dança e Orquestra Joseense

Tradicional palco de São José, Cine Santana recebe espetáculo inédito da Cia de Dança e da Orquestra Joseense – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

Um encontro inédito, entre a Cia de Dança de São José dos Campos e a Orquestra Joseense, promete emocionar o público nos dias 17 e 19 de dezembro, às 20h, no Cine Santana, região norte da cidade.

O encanto da música clássica e a magia da dança se juntam para dar vida ao espetáculo Villa Brasil. A apresentação é gratuita. Os ingressos podem ser retirados dois dias antes pelo site da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A atração marca o encerramento das apresentações desses dois projetos do núcleo de formação da Fundação Cultural.

Espetáculo

Villa Brasil une a música de Heitor Villa-Lobos às referências visuais da Semana de Arte Moderna de 1922 para construir uma travessia sobre a história do Brasil.

A trilha é executada ao vivo pela Orquestra Joseense, sob regência do maestro William Coelho, que conduz Bachianas e Choros com força, precisão e sensibilidade.

Em cena, os bailarinos da Cia de Dança de São José dos Campos, sob direção e coreografia de Lili de Grammont, percorrem diferentes estados, da natureza ao urbano, passando pela terra, ar, fogo, água, éter e ferro.

Cada momento dialoga com artistas modernistas como Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Di Cavalcanti, cujas formas e cores ajudaram a criar uma nova identidade brasileira no início do século 20. Figurinos, projeções e música constroem uma experiência que conecta passado e presente, tradição e futuro.

A coreografia combina dança contemporânea, movimentos neoclássicos e vídeo mapping, criando uma cena onde pintura, corpo e som se misturam.

A narrativa não linear acompanha as transformações do corpo, nascimento, criação, construção e travessia, enquanto as projeções atualizam o espírito da Semana de 22 para os dias de hoje.

O resultado é um espetáculo que celebra um Brasil em movimento: múltiplo, mestiço, criativo e sempre em transformação.

Cia de Dança

A Cia de Dança de São José dos Campos é um projeto criado em 2010 pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo, com a proposta de incentivar a formação de bailarinos nos estilos balé clássico e dança contemporânea. O objetivo é despertar talentos e oferecer oportunidade de profissionalização.

Orquestra Joseense

A Orquestra Joseense, destinada a jovens a partir de 16 anos, visa desenvolver suas habilidades técnicas e artísticas, criando oportunidade de educação musical de qualidade a jovens talentos e capacitando-os à profissionalização.

Serviço

Cine Santana

Av. Rui Barbosa, 2005 – Santana

WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 99740-4427

Último Museu Vivo do ano terá tambores artesanais e cuscuz

Dona Sofia vai fazer a receita de cuscuz de frango que já fez em outra edição do Museu Vivo e compartilhar o seu saber – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore Angela Savastano realiza, neste domingo (30), o último Museu Vivo do ano, com a participação de dois representantes da cultura popular regional nas áreas do artesanato, culinária e música. Eles compartilharão seus saberes e fazeres numa vivência aberta ao público, a partir das 14h.

Para o artesanato e a música (construção, toques e ritmos de tambores artesanais), o encontro contará com a presença do campineiro Marco Antonio da Cosa, 55 anos, mais conhecido como Tata Orokzala. Morador de Monteiro Lobato há mais de 12 anos, Orokzala já participou de outras edições do Museu Vivo.


Orokzala fazendo um tambor | Foto: Divulgação.

Além de luthier, músico e artesão, Orokzala também é Alabê no Candomblé, Mestre de Capoeira e fundador do grupo Abassá de Angola. É descendente direto de Mestre Lumumba, grande referência da cultura negra no Vale do Paraíba e no Brasil.

Orokzala é um importante guardião dos saberes afro-brasileiros na região e integrante de uma linhagem de fazedores de tambores oni ilu, como é chamada em sua tradição. Ele dá continuidade a um legado que atravessa gerações e mantém viva a força da memória e do axé.

Cuscuz de frango

Para a culinária, o Museu Vivo terá a presença de outra fazedora conhecida de edições passadas, a mineira Sofia de Faria Ramos, 78 anos, que fará um cuscuz de frango. Sobre seus saberes culinários, Dona Sofia conta que aprendeu a cozinhar com a mãe e avós. “Elas cozinhavam muito bem e aprendi a fazer muitas coisas na cozinha”, lembra.

Em participações anteriores, Dona Sofia fez paçoca, doce de leite e outras receitas. “Hoje ninguém quer ter trabalho de fazer certas coisas, principalmente na cozinha. Além de cozinhar, também aprendi a costurar e bordar com a minha mãe”, diz ela.

Em Candelária sua família fazia quase tudo em casa. “Para fazer paçoca a gente usava pilão para socar o amendoim, que era plantado e processado na nossa terra”. Sua história, saberes e fazeres também estão contados nos volumes 23º e 30º da Coleção Cadernos de Folclore.


O cuscuz de frango depois de pronto | Foto: Divulgação.

Gestão

O Museu do Folclore Angela Savastano é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona desde 1997 no Parque da Cidade, região norte. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Avenida Olivo Gomes, 100, Santana (Parque da Cidade)

  • 3924-7318 e 3924-7354

  • museudofolclore.org

Mostra de dança traz espetáculos de todo o estado para a cidade

A Companhia de Dança de São José dos Campos estará na programação de sábado (29) – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

 

São José dos Campos recebe no fim de semana uma mostra de dança, com nove espetáculos de todo o estado. As atividades são realizadas pelo programa CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura, em parceria com a Prefeitura e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Serão nove montagens divididas em cinco programas. Confira a programação abaixo. A abertura acontece na praça Afonso Pena, no centro da cidade. As demais apresentações serão realizadas no Cine Santana (Avenida Rui Barbosa, 2005, Santana), na região norte.

Programe-se

A programação começa com o espetáculo Rastro, da Cia Jovem de São José do Rio Preto, que será encenado na sexta-feira (28), às 16h, na Praça Afonso Pena.

No mesmo dia, às 19h, a Casa de Cultura Cine Santana recebe as apresentações Ocupação: Corpos em Atrito, da Companhia Viela (de Registro), e Uno, da Cia Avant-Scène (de Sorocaba).

No sábado (29), a programação começa às 15h, com O Abutre, da Way Company (de Catanduva), e Coisa Nossa, da Cia de Dança Vanessa França (de Campinas). Às 19h, o grupo Plataforma 23 (Ribeirão Preto) apresenta Cortina de Fumaça, seguido de Voyeur, da Companhia de Dança de São José dos Campos.

Encerrando a mostra, no domingo (30), às 16h, sobem ao palco da Casa de Cultura Cine Santana os grupos Ó1É Cia de Dança (Valinhos), com o espetáculo In.visível, e o Instituto Jovens de Coração – Arte e Longevidade (São José dos Campos), com Borogodó.

Sinopses

Rastro

Um manifesto de resistência, amor e celebração da força feminina. A performance desperta memórias que ecoam liberdade e celebra conquistas ao questionar o machismo estrutural.

  • Direção e coreografia – Thaís Benites

  • Duração – 40 minutos

  • Classificação – Livre

Ocupação: Corpos em Atrito

O espetáculo investiga disputa e individualismo num mundo marcado pela violência, expondo a força de corpos que insistem em reexistir.

  • Direção e coreografia – Emerson Trankas

  • Duração – 30 minutos

  • Classificação – Livre

Uno

Corpos exploram o conflito entre o individual e o coletivo, mergulhando em camadas do inconsciente.

  • Direção, produção e coreografia – Laura Moeckel

  • Duração – 40 minutos

  • Classificação – Livre

O Abutre

A coreografia nasce da reflexão sobre sistemas opressores e do encontro das singularidades do elenco. O processo conduz o grupo da morte ao renascimento em uma nova trajetória.

  • Direção e coreografia – Matheus Matos

  • Duração – 45 minutos

  • Classificação – 12 anos

Coisa Nossa

O espetáculo celebra os gestos e encontros da dança, revelando corpos-territórios de memória e esperança.

  • Direção e coreografia – Vanessa França

  • Duração – 40 minutos

  • Classificação – Livre

Cortina de Fumaça

A obra habita uma atmosfera entre beleza e violência, expondo as agressões veladas do cotidiano.

  • Intérpretes-criadoras – Helk Pedrassi e Sofia Monteiro

  • Duração – 38 minutos

  • Classificação – 10 anos.

Voyeur

Gestos íntimos se tornam públicos e o olhar se mistura ao ser olhado. A obra questiona fronteiras entre exposição e silêncio.

  • Coreografia e direção cênica – Lili de Grammont

  • Duração – 35 minutos

  • Classificação – 16 anos

In.visível

Espetáculo para todas as idades, inspirado em O Pequeno Príncipe, une dança e literatura numa jornada poética sobre amizade e autoconhecimento.

  • Direção – Marol Andrade

  • Duração – 60 minutos

  • Classificação – Livre

Borogodó

Celebra memórias coletivas e a força criativa de quem continua dançando a vida. O espetáculo revisita manifestações populares e transforma lembranças em arte.

  • Direção artística e coreografia – Aline Carneiro

  • Duração – 35 minutos

  • Classificação – Livre

CULTSP PRO

O CULTSP PRO – Escolas de Profissionais da Cultura é voltado à formação e qualificação do setor cultural e criativo no Brasil. Dividido em seis escolas temáticas, o programa oferece formações alinhadas às diferentes áreas da cultura e da economia criativa.

As escolas abrangem desde artes cênicas, produção musical e cenografia até curadoria, gestão de museus, audiovisual, games, design gráfico, fotografia, gastronomia, moda sustentável e empreendedorismo cultural. O Programa de Qualificação em Artes: Dança e Teatro também integra o CULTSP PRO, com foco no fortalecimento de grupos artísticos e valorização das culturas regionais.

 

Mostra sobre presépios começa sábado no Museu de Arte Sacra

A exposição ficará aberta ao público até o dia 31 de janeiro – Foto: Paulo Amaral/FCCR.

A Fundação Cultural Cassiano Ricardo abre no sábado (29), às 9h, a tradicional exposição Presépios, no Museu de Arte Sacra, no centro de São José dos Campos. A visitação vai até o dia 31 de janeiro, de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados, das 9h às 14h.

A mostra anual é montada com o acervo do museu, com peças feitas por artesãos do Vale do Paraíba. O presépio de Natal é uma representação da história do nascimento do menino Jesus, com início em 1223, na Itália.

O frade Francisco de Assis queria mostrar aos camponeses como tinha sido a noite do nascimento de Jesus. Então ele teve a ideia de recriar a cena a partir de argila, com o trabalho manual.

Museu da Arte Sacra

  • Travessa Chico Luiz, 67, Centro

  • WhatsApp: (12) 99740-4427

Museu do Folclore realiza última Terças com Museologia do ano

Detalhe da Sala Religiosidade da exposição do Museu do Folclore, que mostra a religiosidade como parte do cotidiano das pessoas – Foto: Divulgação.

 

A última edição do ano do programa Terças com Museologia, agendada para o próximo dia 25 de novembro (terça-feira), das 9h30 às 11h, abordará o tema Pequenas memórias: o cotidiano como patrimônio. O encontro será virtual com transmissão pelo Google Meet. As inscrições já podem ser feitas pela plataforma Sympla, neste link.

O programa é uma realização do Museu do Folclore Angela Savastano e ocorre toda última terça-feira do mês, sob coordenação da museóloga Mariana Boujadi. A participação é gratuita e aberta a pesquisadores, professores, educadores e interessados em assuntos relacionados à museologia.

“A intenção é encerrar o ciclo refletindo sobre o valor dos objetos simples que fazem parte da nossa vida diária, aquelas coisas que habitam nossas casas e que, de alguma forma, guardam pedaços da nossa história”, disse Mariana.

Memórias cheias de significado

Segundo ela, mais do que bens materiais, estes objetos carregam lembranças, afetos e tradições individuais que ajudam a formar quem somos. “São memórias pequenas, mas cheias de significado, que revelam modos de viver, de sentir e de lembrar”, afirmou a museóloga.

A proposta do tema desta edição é olhar para o cotidiano como um espaço de construção de patrimônio, entendendo que cada pessoa é, de algum modo, guardiã de um acervo próprio.

“Ao valorizar estas pequenas memórias, quero aproximar a museologia da vida comum e mostrar que o patrimônio também está nas coisas simples que nos acompanham, nas lembranças que escolhemos guardar e nas histórias que compartilhamos”, disse Mariana.

Gravações

A edição deste mês será a 8º do ano e a 25º em três anos de programação. Devido a outras atividades, em alguns meses do ano o encontro não pôde ser realizado, mas todas as transmissões foram gravadas e estão à disposição no canal do Museu do Folclore no YouTube.

O Museu do Folclore Angela Savastano é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo e está instalado no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

  • Museu do Folclore Angela Savastano

  • Avenida Olivo Gomes, 100, em Santana, na região norte (dentro do Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

 

 

Presépio do Museu do Folclore começou a ser montado na terça

Soynaara (à direita na foto), Contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira participa de manifestação no Museu do Folclore – Foto: Divulgação.

 

O presépio do Museu do Folclore Angela Savastano começou a ser montado na terça-feira (18), desta vez pela Contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Soynaara Maria Faria Araújo Pires de Morais, 58 anos, nascida em Arapeí, no Vale do Paraíba.

Esta é a primeira vez que Soynaara vai viver a experiência de montar o presépio do museu, mas todo ano está presente das manifestações do Ciclo de Natal. “O sentimento é de gratidão e, com certeza, nossa participação este ano será muito especial”, destaca a contramestre.

Artesã e instrumentista, Soynaara é filha do também artesão José Luiz Faria Araújo, que fazia mastros e bandeiras dos santos de devoção e bonecões para o Carnaval. Ela conta que a prática de montar presépios é uma tradição na sua família.

“Aprendi a montar presépio com minha mãe, Tereza Maria, que por sua vez aprendeu com minha avó, Etelvina. Até hoje todas as minhas irmãs ainda montam presépios em suas casas, assim como eu faço todo ano”, lembra Soynaara.

Vivência

Ela diz que o presépio que vai montar tem alguns elementos da sua vivência da roça, como galinha, cachorro, lago com gansos, além de algumas lembranças da infância que contam a trajetória, a anunciação e o nascimento de Jesus na manjedoura.

Soynaara vai usar algumas peças suas e outras do museu, mas destaca que o especial é que elas se comuniquem entre si para contar a história de fé e vida ao logo dos anos. “Pretendo contar a trajetória do sim de Maria até o nascimento de Jesus”, enfatiza.

Abertura

O presépio do museu será aberto no dia 7 de dezembro, com a presença de cinco Folias de Reis de São José dos Campos. No mesmo dia, o museu estará comemorando 28 anos de criação e ganhará uma placa com seu novo nome: Museu do Folclore Angela Savastano.

A homenagem é decorrência do Decreto Municipal 20.014/2025, de 22 de agosto, em homenagem à Angela Savastano, idealizadora e uma das criadoras do Museu do Folclore, falecida em agosto deste ano.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997. Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

Museu do Folclore Angela Savastano

  • Olivo Gomes, 100 – Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Blues no Municipal terá a cantora norte-americana Iretta Sanders

Nascida na cidade de Tunica, Iretta Sanders é uma autêntica representante do som do Mississippi – Foto: Divulgação.

 

Diretamente do Mississippi, nos Estados Unidos, a cantora norte-americana Iretta Sanders, conhecida como Queen Iretta, chega a São José dos Campos nesta quinta-feira (13), às 20h. O espetáculo com o The Simi Brothers, no Teatro Municipal, marca mais uma edição do projeto Blues no Municipal.

A apresentação integra a programação do Mês da Música. A entrada é gratuita, com ingresso solidário de trigo ou fubá. A reserva dos assentos já está disponível neste link.

O programa Blues no Municipal, por onde já passaram artistas nacionais e internacionais, apresenta e difunde músicos dessa vertente.

Nascida na cidade de Tunica, Iretta Sanders é uma autêntica representante do som do Mississippi. Enraizada nas tradições locais, cresceu cantando na igreja e logo passou a ser figura frequente nas “Juke Joint’s” entre Memphis e Clarksdale, região onde ela segue atuante, sendo artista residente no famoso Blues Club do ator Morgan Freeman, o “Ground Zero”.

Com um vocal potente e dinâmico, “Queen Iretta” domina o palco e envolve o público com seu carisma e performance vibrante.

Ao lado dos irmãos brasileiros The Simi Brothers, a cantora irá apresentar clássicos do Mississippi Blues e Houserocking, mesclados a temas originais de seus três álbuns: “Mississippi”, “Blues Club Jumpin” e “Let’s Party Right”.

Serviço

Teatro Municipal

Endereço: Rua Rubião Júnior, 84, no centro (3º piso do Shopping Centro)

WhatsApp para tirar dúvidas: (12) 9-9740-4427

Museu Angela Savastano abre nova exposição temporária

São quase 70 fios de contas em exposição, todas produzidas por participantes da Roda de Fazeres e inspiradas nas religiosidades de matrizes afro-brasileiras – Foto: Divulgação.

O Museu do Folclore Angela Savastano tem uma nova exposição temporária denominada Fazeres Ancestrais: Adinkras e Fios de Contas. A mostra foi aberta no último dia 6 e reúne 37 bordados inspirados na escrita Adinkra e quase 70 fios de contas, que referenciam as religiosidades de matrizes afro-brasileiras.

Todos os trabalhos foram produzidos por frequentadores da Roda de Fazeres (atividade semanal do museu), que desde 2024 têm se dedicado à pesquisa e à criação deste material. A mostra pode ser visitada de terça a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h30, no corredor de acesso à Biblioteca Maria Amália Corrêa Giffoni.

Maira Domingues – Foto: Divulgação.

“As peças demonstram como a iconografia afro-brasileira é composta pela união de símbolos de diferentes origens étnicas africanas e representações, frutos da diversidade brasileira”, disse a pesquisadora Maira Domingues, do Museu do Folclore.

Escrita gráfica

Peças de Adinkras | Foto: Divulgação.

O Adinkra constitui um sistema de escrita gráfica cuja origem remonta ao grupo linguístico Akan, da região de Gana e Costa do Marfim (África Ocidental), especificamente ao Império Ashanti. A pesquisa e a prática da escrita Adinkra revelam uma das mais complexas e refinadas expressões gráficas da África Ocidental.

Foi o visionário trabalho do intelectual, artista e ativista brasileiro Abdias Nascimento que restabeleceu o Adinkra enquanto legado vivo. Por meio de suas pinturas, da sua atuação no Teatro Experimental do Negro e no Museu de Arte Negra, Abdias inscreveu esses grafismos no panorama artístico nacional.

Criação e memória

Roda de Fazeres | Foto: Divulgação.

A Roda de Fazeres é mais do que um espaço de aprendizado manual: é um território de criação e memória, de convivência e troca de saberes, onde a arte popular se manifesta no fazer junto. Nela, o tempo desacelera para permitir o diálogo entre gerações, origens e histórias.

Ao longo de dois anos, já participaram da atividade mais de 100 pessoas. Atualmente, o grupo conta com 10 integrantes ativos. Os encontros ocorrem às quintas, das 14h às 16h, e não é necessário se inscrever.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo que funciona no Parque da Cidade desde 1997.

Sua gestão é feita pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

  • Museu do Folclore Angela Savastano

  • Avenida Olivo Gomes, 100, em Santana (Parque da Cidade)

  • (12) 3924-7318 ou (12) 3924-7354

  • museudofolclore.org

Museu do Folclore abre tradicional presépio em 7 de dezembro

Mestres e representantes de Folias de Reis de São José se reuniram com técnicos do Museu do Folclore no último dia 25 – Foto: Divulgação.

 

O Museu do Folclore Angela Savastano abrirá seu tradicional presépio no dia 7 de dezembro, a partir das 14h. A montagem ficará a cargo da contramestre da Folia de Reis do Mestre Zé Mira, Soynara Maria Faria Araújo Pires de Morais.

A manifestação contará com a participação de 5 Folias de Reis de São José dos Campos: Cia de Reis Esplendor do Oriente, Cia. dos Três Reis Estrela do Oriente, Folia de Reis Bom Jesus do Buquirinha, Folia de Reis de Santana e Folia de Reis do Mestre Zé Mira.

Soynara vai montar o presépio | Foto: Divulgação.

O encontro terá a presença do público, marcando o início do Ciclo de Natal. Na mesma data, o museu também vai comemorar 28 anos de criação. Desde 1997 ele está instalado no Parque da Cidade, em Santana, região norte da cidade.

Estas definições e outras questões referentes ao Ciclo de Natal foram tomadas em reunião realizada no último sábado (25), no Museu do Folclore, com a presença de mestres e representantes de 8 Folias de Reis de São José dos Campos.

A reunião também contou com as presenças da gestora do museu, Camila Inês, da técnica em museologia Janice Aboim, e da pesquisadora Marcela Souza.

Gestão

O Museu do Folclore é um espaço da Fundação Cultural Cassiano Ricardo, gerido pelo CECP (Centro de Estudos da Cultura Popular), organização da sociedade civil sem fins lucrativos.

As visitas são gratuitas e podem ser feitas de forma espontânea de terça a sexta, das 9h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. As visitas em grupo devem ser pré-agendadas pelo site do museu.

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